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UCC SMI – Equipa


Serviço de Imunohemoterapia assinala Dia Nacional da Anemia com rastreio gratuito

O Serviço de Imunohemoterapia do Hospital Pedro Hispano/ULSM vai realizar na próxima quinta-feira, dia 24 de novembro, um rastreio gratuito de anemia e ferropenia, associando-se ao Dia Nacional da Anemia (que se assinala a 26).


IV Encontro do Aces Matosinhos - Desafios na Saúde: construindo caminho

Aproximar a formação às necessidades da prática clinica, refletir sobre as temáticas atuais e os desafios que se colocam aos cuidados de saúde primários na resposta às necessidades da população, num contexto de partilha multiprofissional, é o objetivo do IV Encontro do Aces Matosinhos, que vai decorrer nos próximos dias 24 e 25 de novembro, no Auditório Infante D. Henrique (APDL), em Leça da Palmeira, a partir das 9h00.


Semana Europeia do Teste de Outono de 2022

A Semana Europeia do Teste de Outono de 2022 começa hoje (21 novembro) e vai decorrer até 28 de novembro. Esta iniciativa visa consciencializar a população para o benefício do diagnóstico precoce de infeções por VIH e hepatites virais, bem como para a eficácia da adesão ao tratamento, em pleno respeito pelo princípio da confidencialidade.

A Direção-Geral da Saúde, através do Programa Nacional para as Infeções Sexualmente Transmissíveis e Infeção por VIH e do Programa Nacional para as Hepatites Virais, associa-se aos restantes países da Europa, reforçando a necessidade de continuidade de respostas adequadas por parte dos serviços que acompanham os doentes em situação de maior risco.

Hoje existem tratamentos eficazes para o VIH, hepatites e Infeções Sexualmente Transmissíveis. Adicionalmente, vários estudos indicam que as pessoas que fazem o teste e são diagnosticadas precocemente têm melhores resultados em saúde do que aquelas que optam por não o fazer.

A promoção desta semana é iniciativa da EuroTEST, desde 2013, em parceria com instituições comunitárias, de saúde e políticas da Região Europeia da Organização Mundial de Saúde, e decorre duas vezes por ano – na primavera (maio) e no outono (novembro) – para incentivar o aumento da testagem, através da melhoria da acessibilidade.

Prevenir, Testar e Tratar a infeção por VIH e hepatites virais são estratégias essenciais e devem ser mantidas em tempos de crise. Faça o teste!

Saiba onde fazer o teste aqui.


ULSM recebe Menção Honrosa no Dubai

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos acaba de receber uma Menção Honrosa no prémio “American Hospital Association Excellence Award for Healthcare Workers’ Wellbeing” com o projeto The Work, Family and Personal Life Balance/Conciliation Management System and Wellbeing and Happiness work in ULSM, no Congresso Internacional dos Hospitais, que está a decorrer no Dubai.

 


Violência do adulto em debate

Sensibilizar, refletir, partilhar conhecimentos e experiências foi o mote para o primeiro debate sobre a Violência do Adulto, uma iniciativa de carácter formativo que decorreu no passado dia 27 de outubro, no auditório da ULSM, e que pretendeu chamar atenção para a importância do papel de cada profissional de saúde na identificação e sinalização de pessoas (utentes) nestas circunstâncias.


Visita de profissionais do Azerbaijão

A pedido da Direção Geral da Saúde, e em resposta a uma solicitação da OMS, a Unidade de Saúde Pública de Matosinhos recebeu a visita de uma equipa de representantes do Azerbaijão, no passado dia 24 de outubro. Esta visita de trabalho, que teve como objetivo apoiar este país no reforço do seu sistema nacional de gestão de emergências de saúde pública, foi organizada pelo Departamento de Saúde Pública da ARS Norte.


Todos contam na luta contra o AVC | Ensinar os mais novos, proteger os séniores  

Este ano, a equipa da Unidade de AVC (Departamento de Medicina do Hospital Pedro Hispano) decidiu assinalar o Dia Mundial do AVC (29 de outubro) com uma semana de atividades de sensibilização e educação para a Saúde na comunidade, envolvendo as escolas e as Universidades Sénior de Matosinhos e Póvoa do Varzim.


Entrevista a... Matilde Salgado, diretora do Serviço de Oncologia Médica
Dra. Matilde Salgado, diretora do Serviço de Oncologia Médica do Hospital Pedro Hispano/ULSM, numa palestra sobre a “Prevenção do Cancro da Mama”, a convite da Associação de Apoio a Pessoa com Cancro, que decorreu a 21 de outubro, na Junta de Freguesia da Senhora da Hora.

Dra. Matilde Salgado, diretora do Serviço de Oncologia Médica do Hospital Pedro Hispano/ULSM, numa palestra sobre a “Prevenção do Cancro da Mama”, a convite da Associação de Apoio a Pessoa com Cancro, que decorreu a 21 de outubro, na Junta de Freguesia da Senhora da Hora.

 

Neste “outubro Rosa”, dedicado à prevenção e sensibilização para o cancro da mama, o tema ganha a atualidade de sempre, inevitável no discurso médico e mediático, incontornável nas mensagens que é preciso repetir. De campanha em campanha, a cada momento, tentado chegar a cada mulher, repetindo alertas, convidando ao rastreio, insistindo na necessidade de um diagnóstico precoce, capaz de fazer toda a diferença na vida de uma mulher, de uma família, de toda a sociedade. A médica oncologista Matilde Salgado não tem dúvida de que apesar de todos os avanços no tratamento do cancro da mama, continua a ser preciso lembrar a importância da prevenção, do rastreio e do diagnóstico precoce.


A prevenção no cancro da mama

A Associação de Apoio a Pessoas com Cancro quis assinalar o mês de outubro com a participação da diretora do Serviço de Oncologia, Matilde Salgado, numa palestra que versou a prevenção do cancro, nomeadamente da mama.


Dia do Enfermeiro de Reabilitação

Portugal assinala hoje, pela primeira vez, o Dia do Enfermeiro de Reabilitação e na ULSM o dia foi marcado, no nosso auditório, com uma Conversa Antes de Almoço que pretendeu apresentar o percurso do Enfermeiro de Reabilitação na Unidade Local de Saúde Matosinhos.


teste

 

 

 


‘O papel da arte é transformar a dor em poesia’

Músico e compositor Pedro Abrunhosa de visita ao HPH 

Numa das várias entrevistas a propósito do lançamento do seu álbum “Espiritual”, o músico e compositor Pedro Abrunhosa disse que “o papel da arte é transformar a dor em poesia”.  E foi com o poder transformador das palavras que envolveu quer o recebeu como convidado especial, numa tarde dedicada à Saúde Mental.


ULSM promove campanha de sensibilização em Matosinhos

Este ano, a Unidade Local de Saúde de Matosinhos quis assinalar a Semana Mundial do Aleitamento Materno, que decorre nos primeiros dias de outubro (de 3 a 7), com uma campanha de sensibilização de âmbito concelhio. “Defende a Amamentação: educa e apoia” foi o lema desta iniciativa do Comissão de Promoção do Aleitamento Materno da ULSM.


ULSM é instituição signatária da Carta Portuguesa para a Diversidade

Desde 4 de outubro que a ULSM passou a integrar o grupo de instituições, empresas e associações que assinaram o compromisso da Carta Portuguesa para a Diversidade.


“ULS: um modelo ganhador?”

5º Meetup & Digital Health Innovation | Mais de 23 anos depois da criação da primeira Unidade Local de Saúde – Matosinhos –, um modelo inovador de gestão que defende a integração de cuidados primários e hospitalares, é tempo de refletir sobre as conquistas, as expetativas e as dificuldades que ainda é preciso enfrentar neste percurso que marca pela diferença.


Dia Mundial da Doença de Alzheimer

À semelhança de anos anteriores, o Núcleo de Enfermeiros Especialistas de Saúde Mental da ULSM, em parceria com o Serviço de Neurologia, quis assinalar o Dia Mundial da Doença de Alzheimer com uma iniciativa dirigida aos utentes e seus familiares, envolvendo a comunidade. Nesse sentido, a data foi assinalada a 24 de setembro, (sábado, e não 21 a data oficial), de forma a permitir a participação de todos.


“Viver a Adolescência” no Hospital

Com o objetivo de aproximar os adolescentes dos cuidados de saúde que lhes são dedicados, o Serviço de Pediatria, em parceria com a Equipa de Saúde Escolar do Aces Matosinhos, organizou o primeiro encontro sobre esta temática, aproveitando o momento do regresso às aulas.



Novo centro de excelência de Endoscopia Avançada

Equipado com tecnologia moderna, o novo Centro de Endoscopia Avançada – Carlos Moreira da Silva começou a funcionar a meio de setembro, num espaço completamente renovado do Hospital Pedro Hispano, onde é possível proporcionar as melhores condições de atendimento aos utentes, bem como de trabalho à equipa de profissionais.  


Gratidão e reconhecimento na hora da despedida

O Conselho de Administração fez questão de dedicar uma sessão de despedida, em jeito de homenagem e reconhecimento, aos profissionais que se aposentaram em 2022, deixando para trás uma carreira de longos anos de trabalho na instituição ULSM, aquela que foi e “será sempre a sua casa”.


Síndrome pós internamento em Cuidados Intensivos

Ao longo dos tempos, o avanço da Medicina, da Ciência e da Tecnologia conduziu ao desenvolvimento da Medicina Intensiva e ao aperfeiçoar do tratamento do doente crítico aumentando muito o número de sobreviventes.

O doente crítico apresenta múltiplas falências orgânicas que colocam a sua vida em risco necessitando de tratamento inadiável e especializado em unidades de cuidados intensivos. Este tipo de internamento tem um grande impacto no indivíduo doente e na sua família. O cuidar do doente crítico é também planear o seu futuro com qualidade de vida, sendo imprescindível aceitar que a intervenção da Medicina Intensiva devolve a vida, podendo deixar sequelas, seja no doente ou na sua família.

Ao conjunto de consequências que decorrem do internamento em Cuidados Intensivos designa-se Síndrome Pós Internamento em Cuidados Intensivos (SPICI). Estas consequências podem ser físicas (diminuição da força, incapacidade para andar, dificuldade em engolir, perda de cabelo, etc.), cognitivas e/ou psicológicas (como ansiedade e depressão), significando afecção da qualidade de vida dos sobreviventes a uma doença crítica. Esta síndrome pode persistir durante algum tempo, por vezes anos, comprometendo o regresso do indivíduo doente e família à vida normal.

Durante o internamento do individuo doente tudo é feito para prevenir, identificar e tratar esta afecção.

Reconhecendo-se os familiares destes doentes como fundamentais no seu processo de retorno à vida que tinham previamente, estes também devem ser abordados, por forma a não sofrerem sequelas do internamento do seu familiar (Síndrome Pós Internamento em Cuidados Intensivos na Família – SPICI-F). Esta síndrome no familiar pode manifestar-se com ansiedade, depressão, alterações do sono, etc., e complicar a capacidade de exercer um novo papel, o de cuidador.

Este desafio exige educação sobre o SPICI e SPICI-F, quer dentro de portas das unidades de cuidados intensivos, quer fora delas, seja em ambiente hospitalar ou comunitário, com o intuito de melhorar a oportunidade de diagnóstico e tratamento dos mesmos.

Nesse sentido desenvolvemos, no Serviço de Medicina Intensiva (SMI) do Hospital Pedro Hispano, uma estrutura de seguimento do doente e família, desde o primeiro dia de internamento, prevenindo e reconhecendo as componentes que se manifestam durante e após o internamento e actuando mediante as necessidades individuais (do doente) e coletivas (da família). Aos 3 meses, doente e família beneficiam de uma consulta onde se faz um ponto de situação dos problemas e sua devida referenciação.

Se foi doente no SMI e quer conhecer melhor as possíveis consequências do internamento clique aqui para saber mais.

Se tem questões ou dúvidas acerca do seu internamento no SMI pode contactar-nos para o número 229391182 e pedir para falar com o responsável do seguimento pós SMI – Dra. Ernestina Gomes.

Se teve um familiar/amigo doente no SMI e quer conhecer melhor as possíveis consequências do internamento clique aqui para saber mais .

 


Instalação de central fotovoltaica permite poupança de 280 mil euros por ano

Em pouco mais de um mês, a instalação de 1522 painéis fotovoltaicos no Hospital Pedro Hispano já permitiu uma redução do custo de energia e uma poupança na ordem dos 33 288 euros, comparativamente aos custos habituais de faturação de eletricidade (à volta dos 120 000 euros mensais).


ULSM finalista nos Wellbeing Awards 22

A ULSM foi uma das organizações finalistas na primeira edição dos Wellbeing Awards, uma iniciativa que pretende distinguir e premiar as empresas com melhores práticas de Saúde e Bem-estar dirigidas aos colaboradores.


Laboratório de Ecocardiografia acreditado pela Sociedade Europeia de Cardiologia

O Laboratório de Ecocardiografia da ULSM acaba de receber a acreditação pela Sociedade Europeia de Cardiologia que, desta forma, reconhece a qualidade clínica e técnica de excelência desta resposta assistencial no tratamento e acompanhamento dos doentes com patologia cardíaca.


Acesso a Registos Clínicos

Os pedidos de registos clínicos podem ser apresentados através das seguintes vias:

  1. Portal do Utente de Matosinhos
  2. E-mail para o endereço: rai@ulsm.min-saude.pt
  3. Telefone: 229 391 000
  4. Por carta dirigida a Unidade Local de Saúde de Matosinhos – Responsável pelo Acesso à Informação, Rua Dr. Eduardo Torres, em 4464-513 Senhora da Hora

Para efeitos de acesso a registos clínicos, o utente ou um seu familiar pode, designadamente, solicitar:

  • Relatório médico
  • Fotocópias de registos clínicos (por ex.: episódio de urgência)
  • Relatórios de análises e exames
  • Imagens de exames
  • Certificado de óbito
  • Atestado médico de incapacidade multiuso (Lei n.º 14/2021, de 6 de abril)

Quando efetuada por e-mail ou para a morada a solicitação de registos clínicos pelo utente – para que possa comprovar a sua identidade, no âmbito do seu espaço de liberdade e como manifestação expressa do seu consentimento – deve ser acompanhada de cópia do cartão de cidadão ou do bilhete de identidade com indicação manuscrita do fim “acesso a registos clínicos” e da data.

A solicitação feita por familiar deve também ser acompanhada de autorização escrita do utente.

O pedido de registos clínicos pode ser apresentado através do seguinte impresso: 569_03_RAI_697 – Pedido de Informacao de Saude

 

 


Conselho de Administração com nova Vogal

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos conta, desde o início do mês de julho, com mais um elemento no Conselho de Administração, com a nomeação de uma nova Vogal, Ângela Miranda.



Temperaturas elevadas: Recomendações da DGS

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê um aumento gradual de temperatura nos próximos dias, podendo as temperaturas máximas atingir os 41°C em algumas zonas do país. Em dias de temperaturas elevadas, a Direção-Geral da Saúde recomenda a adoção de medidas de proteção adicionais.

  1. Procurar ambientes frescos e arejados ou climatizados;
  2. Aumentar a ingestão de água ou de sumos de fruta natural sem açúcar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
  3. Evitar a exposição direta ao sol, principalmente entre as 11 e as 17 horas. Utilizar protetor solar com fator igual ou superior a 30 e renovar a sua aplicação de 2 em 2 horas e após os banhos na praia ou piscina;
  4. Utilizar roupa solta, opaca e que cubra a maior parte do corpo, chapéu de abas largas e óculos de sol com proteção ultravioleta;
  5. Evitar atividades que exijam grandes esforços físicos, nomeadamente desportivas e de lazer no exterior;
  6. Escolher as horas de menor calor para viajar de carro. Não permanecer dentro de viaturas estacionadas e expostas ao sol;
  7. Dar atenção especial a grupos mais vulneráveis ao calor, tais como crianças, idosos, doentes crónicos, grávidas, pessoas com mobilidade reduzida, trabalhadores com atividade no exterior, praticantes de atividade física e pessoas isoladas;
  8. Os doentes crónicos ou sujeitos a medicação e/ou dietas especificas devem seguir as recomendações do médico assistente ou do centro de contacto SNS 24: 808 24 24 24;
  9. Assegurar que as crianças consomem frequentemente água ou sumos de fruta natural e que permanecem em ambiente fresco e arejado. As crianças com menos de 6 meses não devem estar sujeitas a exposição solar, direta ou indireta;
  10. Contactar e acompanhar os idosos e outras pessoas que vivam isoladas. Assegurar a sua correta hidratação e permanência em ambiente fresco e arejado;
  11. Ter cuidados especiais, nomeadamente: moderar a atividade física, evitar a exposição direta ou indireta ao sol e garantir ingestão frequente de líquidos;

Para se proteger dos efeitos negativos do calor intenso mantenha-se informado, hidratado e fresco.

  

https://www.dgs.pt/saude-a-a-z.aspx?v=%3d%3dBAAAAB%2bLCAAAAAAABABLszU0AwArk10aBAAAAA%3d%3d#saude-de-a-a-z/verao2

 

https://www.sicad.pt/PT/Paginas/detalhe.aspx?itemId=716&lista=SICAD_NOVIDADES&bkUrl=/BK

 

O calor pode afetar a visão? Os conselhos de um oftalmologista

in lifestyle

Tome nota das recomendações do médico Rui Avelino Resende, especialista em Oftalmologia no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos

Por tradição julho e agosto são dos meses mais quentes do ano, não só em Portugal, mas em todo o sul da Europa. Nos últimos anos, têm ocorrido muitos episódios de ondas de calor, como a última que aconteceu no centro da Europa. Devemos todos estar cientes dos efeitos que os choques térmicos causam no nosso corpo, como tonturas, exaustão, cãibras, síncopes, entre outros.

Mas o calor também afeta a visão? Deixamos aqui, alguns dos efeitos que as temperaturas elevadas podem causar ao nível dos olhos.

O principal efeito do calor nos olhos é o olho seco devido à evaporação das lágrimas. Afeta o bom funcionamento do olho e, em casos extremos, pode causar dificuldade de concentração, fotofobia, irritação e visão embaciada.

A falta de lágrima também pode causar queratites, alergia ocular e conjuntivites, isto porque a lágrima tem a função de proteger as zonas mais externas do olho, córnea e conjuntiva.

Mas não só o calor produz secura ocular. Como resultado das altas temperaturas, usamos em demasia o ar condicionado e os ventiladores, o que acelera a evaporação das lágrimas. Esta situação ainda mais se agrava se trabalha olhando para o computador por longo tempo.

Como podemos evitar a secura ocular?

As recomendações são aquelas que todos nós já sabemos, mas é sempre bom nos lembrarmos delas. É importante usar óculos de sol contra radiação UVA e UVB quando estiver ao ar livre, pois ajudam a reduzir a evaporação da lágrima e evitam o contacto dos olhos com alérgenos potenciais.

No seu local de trabalho, se passa muitas horas em frente ao computador e com o ar condicionado ligado, deve tentar aumentar a frequência do pestanejar. Também é aconselhável usar lágrimas artificiais sem conservantes e em monodoses, que ajudam a hidratar o olho.

 

 


Plano de Contingência Saúde Sazonal: Modulo Verão 2022

Minimizar os efeitos negativos na saúde da população associados ao excesso de calor, na área geodemográfica da ULSM, no período entre 1 de maio e 30 de setembro de 2022, preparando, na medida do possível, uma resposta mais efetiva em caso de situação meteorológica extrema associada a temperaturas elevadas.
O presente plano tem como documentos orientadores os Referenciais do Plano de Contingência Saúde Sazonal: Modulo Verão 2022 da DGS e Plano de Contingência Regional Saúde Sazonal: Modulo Verão 2022 da ARSN e baseia-se numa estratégia de maximização de recursos, para que de forma preventiva os diferentes sectores se articulem numa estratégia de participação comunitária na prevenção da saúde das populações.

Consulte o plano: Plano Cont_Verao_2022_ULSM


“A Nova Humanidade: Diversidade e Cooperação”

Pelo quarto ano consecutivo, a Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) e o Seal Group organizam a Conferência Connecting Healthcare, sob o lema “A Nova Humanidade: Diversidade e Cooperação”, num convite à reflexão sobre a resposta e os desafios de futuro através de um painel de convidados nacionais e estrangeiros, protagonistas de áreas tão distintas como a Saúde, a Ciência, a Tecnologia, a Economia, o Desporto e a Arte.


Diretor do Serviço de Medicina Interna assume cargo internacional

Vasco Barreto, o nosso diretor do Serviço de Medicina Interna, foi eleito Secretário Geral da The European Federation of Internal Medicine (EFIM).


ULSM recebe 39ºedição do programa HOPE

À semelhança de anos anteriores, a ULSM participou no Programa de Intercâmbio HOPE, organizado pela Federação Europeia dos Hospitais (HOPE) e promovido em Portugal pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar (APDH), em parceria com Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS).  Este ano, o programa, que já vai na sua 39 ª edição, e que envolve profissionais de saúde e gestores de diferentes instituições de saúde nacionais e europeias, teve como tema “Boas práticas em gestão da saúde baseada na evidência”.

Este ano, a ULSM recebeu  duas participantes – Hanna Svensson, da Suécia, e Mireille Kolderman, da Holanda –, ambas profissionais de Saúde, com funções de gestão nas suas instituições,  e que passaram algumas semanas no HPH e no Aces Matosinhos, com o objetivo de conhecer a dinâmica da ULSM e as suas “boas práticas em gestão de Saúde” .

Além de instituição hospedeira ao receber as duas profissionais ao longo de quatro semanas, este ano a ULSM organizou também a 2ª Reunião Nacional do Programa de Intercâmbio HOPE 2022, destinada aos participantes e profissionais de saúde de seis países europeus (Grécia, Espanha, Reino Unido, Suécia, Suíça e Holanda), incluindo os coordenadores locais deste programa. Nesta reunião, que decorreu em maio último, foram apresentados alguns dos projetos de integração de cuidados que caracterizam a atividade assistencial da ULSM.

   

 


Entrevista a

Vasco Barreto, diretor do Serviço de Medicina Interna Eleito Secretário Geral da Federação Europeia de Medicina Interna (EFIM) em junho último, por ocasião do 20º Congresso Europeu de Medicina Interna, Vasco Barreto, diretor do Serviço de Medicina Interna do Hospital Pedro Hispano/ULSM, assume nesta entrevista à Pulsar a ambição de trazer um “novo impulso e afirmação” desta especialidade médica nos diversos sistemas de saúde europeus. Ao integrar o Comité Executivo da EFIM, os objetivos e desafios ganham uma escala europeia, mas sem perder de vista a mudança que começa a acontecer na ULSM e no País, também determinante para o próprio SNS, como defende.

Que desafios enfrenta a Medicina Interna na atualidade?

A Medicina Interna continua a enfrentar o desafio da sua própria identidade. Toda a gente sabe o que é e o que faz um cardiologista, um pediatra ou um cirurgião, mas são raras as pessoas que sabem o que é e o que faz um internista. Na verdade, na segunda metade do século XX, com a progressiva especialização em diferentes áreas médicas, a Medicina Interna sofreu um esvaziamento progressivo. Ainda hoje se vê o resultado desse fenómeno nos grandes hospitais, onde outras especialidades médicas têm grandes serviços independentes e a Medicina Interna está numa posição um pouco indefinida, a tratar os doentes demasiado idosos ou demasiado vulneráveis para serem candidatos às intervenções das restantes especialidades.

O papel do Internista é ser o médico do doente integral, especialmente do doente complexo (com doenças sistémicas ou com múltiplas doenças) e do doente grave. Quase todos os doentes hospitalares precisam de um internista, por isso deveria haver internistas para todos os doentes internados. Mas, a realidade, é que a grande maioria dos hospitais não está organizada de forma a que isso que seja possível. O resultado é que os serviços de MI estão muito subdimensionados para todas as tarefas que assumem.

Qual o contributo da MI no contexto das reformas que se ambicionam no SNS?

Penso que existem essencialmente dois aspetos em que a MI pode contribuir determinantemente para as mudanças necessárias no SNS.

Um aspeto é o aumento da presença dos Internistas em todos os serviços hospitalares. Primeiro, nos serviços cirúrgicos, em parceria com os cirurgiões, num regime de co-gestão. Os doentes cirúrgicos são iguais aos outros doentes hospitalares, com a diferença de que precisam de ser operados. Em tudo o resto, são doentes médicos e a sua segurança depende, entre outras coisas, da colaboração proactiva de um internista, que não seja chamado só em desespero de causa. Nos serviços médicos, eu gostaria muito de ver os outros hospitais evoluírem para modelos de organização como o que nós temos no nosso hospital: modelos departamentais polivalentes, em que todos os doentes internados têm um Internista e têm também acesso à consultoria de todas as especialidades médicas. Este modelo permite que nenhum doente deixe de ter acesso a opiniões e intervenções diferenciadas mas também não deixe de ter um médico que seja capaz de o abordar integralmente e definir prioridades. Este modelo é mais eficiente, evita redundâncias, combate o sobrediagnóstico, contorna as dificuldades de comunicação típicas dos hospitais clássicos e promove o espírito de equipa.

Outro aspeto é a participação dos internistas no desenvolvimento de projetos assistenciais que possam ser alternativas ao internamento convencional e ao serviço de urgência. A urgência deveria ser o local de atendimento dos doentes agudos graves. Mas na verdade, em Portugal, a urgência é sobretudo o reflexo das disfunções do sistema. Estão lá os doentes agudos graves, mas estão lá também todos os doentes que não encontraram alternativa para resolver o seu problema: ou não conseguiram ser vistos pelo seu médico de família, ou não conseguiram contactar o seu médico hospitalar, ou não conseguem uma consulta de especialidade ou um exame em tempo útil, ou não têm suficiente literacia para gerirem a sua própria situação, ou estão ansiosos e não têm rede de apoio, ou não têm condições sociais para permanecer onde vivem, ou simplesmente estão mergulhados numa cultura em que ir à urgência é banal, como ir a uma loja de conveniência que nunca fecha e que tem quase tudo o que possa ser preciso. O problema da urgência não se resolve enchendo a urgência de médicos (embora eles sejam precisos, e muito, no estado em que as coisas estão). Resolve-se com projetos como os que eu referia.

Na ULSM, nos anos recentes vários projetos têm avançado nesta área, como por exemplo, a Equipa de Doentes Crónicos Complexos e a Hospitalização Domiciliária. Que expectativas para esta dinâmica de resposta assistencial?

Precisamente, esses são dois exemplos de como se podem manter os doentes, mesmo doentes complexos e com gravidade clínica, fora da urgência e do internamento. A ESDCC consegue reduzir em mais de 50% o número de episódios de urgência e o número de dias de internamento dos doentes que segue. A UHD permite tratar alguns doentes agudos, de nível hospitalar, em sua casa, com mais segurança, menos complicações e muito mais satisfação. Temos também a Consulta de Reavaliação Precoce, que permite reavaliar a curto prazo doentes com alta do internamento ou da urgência, conferindo maior segurança para altas precoces. Mais recentemente, começou a funcionar a Unidade de Diagnóstico Rápido, que permite estudar rapidamente, em ambulatório, doentes que de outra forma teriam que ser internados para investigação diagnóstica. Dentro de um ano, espero que tenhamos já o novo Hospital de Dia, que nos facilitará desenvolver consultas abertas, que retirem os doentes crónicos agudizados da urgência, o que aliás já acontece nalgumas áreas como a Insuficiência Cardíaca ou a ESDCC. Este conjunto de dispositivos de proximidade, no seu conjunto, pode reduzir as necessidades de internamento e o número de episódios de urgência, colocando mais racionalidade, mais valor em saúde, mais segurança e mais eficiência no sistema.

Que projetos gostaria de ver concretizados e qual a marca que gostaria de deixar na EFIM?

O principal desafio da EFIM é encontrar um denominador comum entre os Internistas dos seus países membros. Existe muita heterogeneidade entre países. No sul da Europa, por exemplo, a MI é uma especialidade final. Ou seja, depois de 5 anos de treino somos Internistas generalistas. Podemos ter um perfil mais ou menos definido, mas todos somos generalistas. Um Nefrologista, por exemplo, tem um estágio de 1 ano de MI e depois tem mais 4 anos de formação e no fim é Nefrologista, mas não Internista. Nos países da Europa central e do norte, existe um sistema de dupla titulação. Todas as especialidades médicas têm 3 anos iniciais, após os quais são titulados como Internistas, e depois têm mais 2 ou 3 anos e obtêm uma segunda titulação, por exemplo Nefrologia. Como é evidente, este Internista vai passar o resto da sua carreira a ser Nefrologista. Nestes países, a MI geral praticamente não existe. Em Inglaterra, por exemplo, não existe mesmo Medicina Interna. Por isso, está a ver como é difícil dialogar e encontrar pontos de contacto entre países com realidades tão distintas. É evidente que não é possível uniformizar um mapa tão heterogéneo. No entanto, do meu ponto de vista é possível valorizar aquilo que constitui a base comum a todos os Internistas: a Medicina Interna geral, que tem a possibilidade de se afirmar nos hospitais e fora das suas paredes, em projetos como os que antes exemplifiquei. O envelhecimento da população e as suas consequências (multimorbilidade e complexidade clínica) tornam a MI geral cada vez mais importante para os hospitais e para os sistemas de saúde. Se no fim do meu mandato esta visão tiver ajudado a impulsionar os Internistas de outros países para estes caminhos e a valorizar a Medicina Interna geral, ficarei muito satisfeito.

 

 


Boas vindas à 4ª edição da Connecting Healthcare

Catarina Aguiar Diogo, Vogal do Conselho de Administração da ULSM, e Manuel Cepeda, diretor do Seal Group deram as boas-vindas aos convidados desta 4ª edição da Connecting Healthcare, a primeira pós-pandemia e já num regresso ao formato presencial, que assinala também os 23 anos de atividade assistencial da instituição. Criada em 1999, a ULSM foi uma “verdadeira inovação” no panorama nacional da prestação de cuidados, e é esse o caminho a seguir nesta Nova Humanidade, cruzando saber e conhecimento, convidando para este espaço de discussão investigadores, cientistas, médicos, economistas, gestores, artistas, pensadores e escritores, numa “dinâmica de cooperação e diversidade fundamental à sociedade atual e à Saúde”, como referiu Catarina Aguiar Diogo, lembrando o mote escolhido para esta edição. Por seu lado, Manuel Cepeda destacou a importância desta iniciativa que tem como objetivo a humanização da saúde através da preparação dos seus profissionais para as novas competências, tendo em conta o atual contexto de mudança, nomeadamente a transformação digital, e de um “futuro que exige novas respostas”.

 

  



Nesta edição especial da newsletter Pulsar registamos alguns dos momentos mais marcantes do dia e partilhamos o testemunho emocionado da ex- ministra da Saúde, Maria de Belém Roseira, agraciada pelo Presidente do Conselho de Administração da ULSM, António Taveira Gomes, com a medalha de ouro de mérito da ULSM, em reconhecimento por todo um percurso inspirador na Saúde, incluindo a criação desta que foi a primeira ULS nacional, e que com este evento assinala 23 anos de atividade assistencial.

O evento decorreu a 29 de junho, no espaço inspirador do Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões que acolheu mais de 300 convidados, surpreendendo-os com um painel de 20 oradores, figuras de referências nacionais e internacionais, e protagonistas de áreas tão distintas como a Saúde, a Economia, a Ciência,  a Tecnologia, Arte e o Desporto.

Do futurista australiano Michael MacQueen ao cientista alemão Benjamin List, Prémio Nobel da Química 2021, esta edição contou com a participação do economista Pedro Gomes, autor do “Friday is the new Saturday”, Virgílio Bento, fundador e CEO da Sword, Paula Policarpo, presidente da Associação Dar i Acordar/Zero Desperdício, Rosalia Vargas, presidente da Ciência Viva, Beatriz Imperatori, diretora executiva da Unicef Portugal, Arlindo Oliveira, presidente do INESC, do escritor Walter Hugo Mãe e do músico Rui Reininho, mas também do Chef Vasco Coelho Santos e da campeã olímpica Fernanda Ribeiro, entre outros, que se reuniram neste desafio de em torno de temas tão atuais como a “Sustentabilidade, Saúde e Economia”, a “Cooperação Humana e a Transformação digital” ou “Desafios da Diversidade Geracional”.

 

    

 

 

      

Mais fotos aqui: https://www.connectinghealthcare.pt/media/fotografias/ e aqui: https://photos.app.goo.gl/zCS8VT97Feuq577e7

 

 


Editorial Pulsar Connecting Healthcare

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) fez vinte e três anos, este ano, que é o terceiro de pandemia e o primeiro de guerra na Europa, e que por isso, coloca ainda mais questões, dúvidas e desafios. O nosso bem-estar físico, mental e social, ou seja, a nossa saúde, não deixa de sofrer grande repercussão desta conjuntura. Ainda mais o Serviço Nacional de Saúde (SNS), que clama desde há tempos por uma reforma cada vez mais urgente.

Assinalámos este aniversário com a quarta conferência da ULSM, organizada em conjunto com o Seal Group, com quem partilhamos valores e projetos de futuro. O tema escolhido, uma Nova Humanidade – diversidade e cooperação, traduz o que somos, quem somos, e quem queremos ser nos próximos tempos.

O que somos significa a nossa identidade e os nossos valores. Significa a cooperação e o altruísmo que asseguram o desenvolvimento da missão da ULSM. Num contexto diverso, rico por isso, que implica cooperação e desenvolvimento comum. Ou seja, o sucesso da ULSM também é o sucesso do SNS, e das suas instituições.

A Nova Humanidade é a esperança, que terá de se concretizar também em investimento na Saúde. Investimento, e não gastos acrescidos a reparar insuficiências sem atuar na causa. A eficiência das unidades de saúde não pode ser medida de forma direta, mas no retorno aos vários níveis, que resulta da e na criação de valor. A Nova Humanidade são as pessoas, incluindo os profissionais de saúde. Na ULSM, utilizando as palavras de Sir Richard Branson, procuramos treiná-los suficientemente bem para nos poderem deixar, mas tratá-los suficientemente bem para não quererem ou terem de o fazer. E aqui entra a falta de autonomia, que se torna insuportável. Temos de ser mais eficientes e mais resilientes. Mas contratamos prestação de serviços e horas extraordinárias porque não podemos fazer contratos atempados e adequados. O contrato atempado satisfaz a necessidade e concretiza a oportunidade, e a adequação gera confiança no sistema. A ULSM precisa de um SNS mais ágil e fiável para profissionais e utentes. E contribuirá, como o tem feito, para a sua concretização.

No próximo ano faremos a quinta conferência, e sendo a ULSM uma instituição que cultiva o pluralismo, no sentido da perspetiva da inclusão do Outro, fica desde já o desafio para tema da conferência, assuntos a tratar, pessoas que queremos ouvir e ver, e data para a sua realização (sempre em junho, ficando a data exata, 9 de junho, entre feriados o que a torna impraticável).

A conferência da ULSM tem de ser nossa, e de nos fazer renascer.

António Taveira Gomes, Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde de Matosinhos

 

 


“Investigação ao serviço da Humanidade”

A terminar este dia, oportunidade ainda uma videoconferência com o cientista Benjamin List, distinguido como o Nobel da Química em 2021, que partilhou com a plateia o seu trabalho, a que chamou “uma ferramenta engenhosa de construir moléculas”.

O cientista alemão, que dirige atualmente o Instituto Max Planck, foi distinguido pelo seu trabalho que permitiu o desenvolvimento de “catalisadores orgânicos assimétricos” e uma nova forma de construir moléculas. Apesar da terminologia e da dificuldade (aparente) em explicar a sua aplicação, Benjamin List acredita que este trabalho pode dar um novo impulso à investigação e indústria farmacêutica, nomeadamente no desenvolvimento de medicamentos antivirais, “fundamentais à Medicina moderna”. Para List, a distinção do Comité Nobel vem mostrar, uma vez mais, a “relevância da Química para a vida humana, uma ciência verdadeiramente essencial”.

 

 



Maria de Belém distinguida

 

Mesmo à distância, a homenagem à ex-ministra da Saúde, Maria de Belém Roseira, foi um momento especial, de reconhecimento e gratidão. Num discurso sentido, o Presidente do Conselho de Administração, Taveira Gomes, evocou a capacidade de visão, de decisão e também de  inovação que marcou o percurso de Maria Belém Roseira enquanto ministra da Saúde, momento que coincide com a criação desta que foi a primeira Unidade Local de Saúde do País.

“Por tudo o que representa para nós, por tudo o que lhe devemos, por tudo o que fez e continua a fazer, por continuar a ser quem é, por nos continuar a inspirar”, elogiou Taveira Gomes, surpreendendo a ex–ministra com a oferta da medalha de mérito da ULSM. Nesta Nova Humanidade “não devemos voltar as costas ao passado, mas pensar sobre ele”, sublinhou Taveira Gomes, no momento em que se dirigia a Maria de Belém, entregando-lhe a medalha de ouro, personalizada com o seu nome e rosto, nesta que foi a primeira vez que a instituição distinguiu uma personalidade.

Apesar da distância, e desta homenagem acontecer em versão on line, adiando para breve uma visita à ULSM, Maria de Belém mostrou-se visivelmente comovida e grata pelo gesto e pelas palavras que lhe foram dirigidas. “Um momento tão tocante, de apreço pela memória, neste País que cultiva pouco a memória, não me poderia deixar mais orgulhosa”, respondeu, agradecida e emocionada, afirmando o seu orgulho que, apesar do passar dos anos, mantém por esta instituição que “não se deixou ficar no passado, que continua pujante e sempre a fazer melhor, que não tem medo dos novos desafios, que avança sempre para novos projetos, novas respostas”. Na certeza de que o sucesso resulta das “pessoas que a dirigem e das pessoas que nela trabalham”, Maria de Belém lembrou que os recursos humanos são o “principal ativo da Saúde.


Desafios da diversidade geracional

 

Da música de Rui Reininho aos posts de Inês Teixeira, da inovação que José Pacheco trouxe ao ensino com o projeto Escola da Ponte, à vivência da espiritualidade num hospital.

Diferentes experiências na primeira pessoa, reunidas num encontro original, que desafiou à reflexão sobre a idade, modo de ser, estar e compreender a realidade de hoje, apesar dos anos de vida, do tempo e das modas que os separam. Se ao Professor José Pacheco preocupa a “solidão dos miúdos de hoje agarrados aos telemóveis”, a blogger e influencer Inês Teixeira acredita que as mensagens positivas e motivadoras que partilha nas suas publicações podem fazer a diferença, ajudando cada jovem “a acreditar em si próprio, a acreditar que é capaz, e que não tem de ser igual a ninguém.” Já Rui Reininho, o músico da nossa adolescência, continua a acreditar (e acreditamos) que a palavra é “o objeto mais bonito, mais perfeito, a criação pela qual chegamos à utopia”. E para quem ainda não o conhecia, Antonino Sousa, assistente espiritual e religioso da ULSM, surpreendeu neste desafio de cruzar os tempos da vida, de ligar as diferentes gerações neste futuro que é hoje, e do qual todos fazem parte – dos mais novos aos mais velhos.


“Os algoritmos estão a editar grande parte da nossa democracia”

Convidado a participar nesta conferência, Miguel Poiares Maduro fez um retrato de uma “Democracia em tempos de crise”, com todas as ameaças e desafios que se colocam hoje à Nova Humanidade.

Num exercício de análise política e social, o professor universitário, com destacada carreira política, apontou as fragilidades do “défice democrático” que enfrentamos hoje pela nossa incapacidade de antecipar riscos futuros – seja a previsão de uma pandemia, seja a dependência de combustíveis russos, que se tornou agora ainda mais evidente em consequência da guerra, mas também pela transformação do espaço público pela digitalização. “Não tenhamos dúvida de que são os algoritmos que ditam boa parte da nossa democracia”, alertou o académico, referindo-se às “bolhas de comunicação” que reforçam “preconceitos e convicções”, e do risco de “disseminação da credibilidade da informação pelos likes”. Poiares Maduro convidou ainda a refletir sobre um possível fenómeno de “desglobalização”, numa altura em que o risco de disrupção entre Estados pode estar a desenhar-se. Primeiro pela pandemia, agora pela guerra, lançando a dúvida sobre a interdependência entre estados europeus versus a defesa de espaços nacionais.


Medicina Baseada na Evidência: como combinar a prática clínica com a investigação

 

Neste painel, moderado por João Fonseca, diretor do MEDCIDS (Departamento de Medicina da Comunidade da FMUP), dois investigadores defenderam a importância da Medicina Baseada na Evidência, que tem conquistado uma importância crescente no planeamento e resposta aos problemas de saúde da população, no apoio à decisão e evolução dos sistemas de saúde.

Assim, Tiago Taveira, investigador da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, destacou o trabalho de referência que tem vindo a ser realizado na ULSM, envolvendo diferentes áreas de especialidade – a Cardiologia, a Pneumologia, a Medicina Geral e Familiar – reunindo informação clínica que permite não só um melhor conhecimento da prevalência de doença (cardiovasculares, respiratórias) na população, como também os riscos, o tratamento e acompanhamento, os custos associados, identificando “oportunidades de melhoria”, nomeadamente quanto ao seu prognóstico e mortalidade. Segundo o investigador, o objetivo é “gerar evidência útil” a partir da análise de dados (registos eletrónicos) “úteis à ciência e a um melhor conhecimento médico, essenciais no apoio à decisão e evolução do sistema de saúde”, convicto de que esta experiência da ULSM vai alargar-se a outros centros em Portugal e no mundo.

Por seu lado, Marion Mafham, investigadora da Universidade de Oxford, partilhou a experiência que liderou sobre ensaios clínicos pragmáticos, e de que forma estes podem ser usados para gerar evidência. Uma “experiência relevante e pioneira” que pode revelar-se também de “grande interesse” em contextos como o da ULSM, onde existe integração entre os diferentes níveis de cuidados – primários, hospitalares e continuados.


“Superação na vida e no Desporto”

 

Na primeira pessoa, a atleta e campeã olímpica Fernanda Ribeiro partilhou momentos marcantes da sua vida e da sua carreira desportiva. Dos momentos de glória à solidão do afastamento das competições, das medalhas conquistadas às acusações injustas, do medo à coragem de voltar à pista.

Um testemunho de vida de quem sobreviveu às dificuldades do Desporto de alta competição e da vida, a acreditar que “nunca se deve desistir”.


A Inteligência artificial ao Serviço da Saúde do Futuro

 

“Seremos suficientemente inteligentes para criar sistemas tão inteligentes como nós?”

Reconhecido académico, investigador, comunicador e autor de várias publicações, Arlindo Oliveira trouxe a esta conferência a temática da Inteligência Artificial, numa análise das sua evolução, possibilidades atuais e expetativas de futuro, com destaque para a mudança que está a imprimir na área da Saúde onde “vamos assistir a grandes avanços”.

Partindo sempre da “ideia desafiante” de que o desenvolvimento da Inteligência Artificial permitirá caminhar para sistemas que se compararam à inteligência humana, Arlindo Oliveira assegura que neste momento algumas áreas da imagem médica são já altamente robotizadas, potenciando toda a atividade de Radiologia, por exemplo, e que essa tendência ou evolução vai estender-se a outras especialidades, como a Cardiologia, a Neurologia e até à Genética Médica. No entanto, a par deste potencial que advém do desenvolvimento da Inteligência Artificial, será necessário reconhecer que existem “preocupações genuínas” quanto ao impacto desta tecnologia na vida das pessoas, na Economia e Sociedade.

Doutorado em Engenharia Eletrotécnica e Ciências da Computação pela Universidade de Berkeley (Califórnia), Arlindo Oliveira é Professor do Instituto Superior Técnico, preside neste momento ao INESC, e é autor de várias publicações, entre os quais, “Inteligência Artificial”, publicado em 2019 pela Fundação Manuel dos Santos, além de ser presença habitual nos media.


“Cooperação Humana e transformação digital” | Um fisioterapeuta humano em versão digital?

 

A digitalização na Saúde, com a experiência da empresa unicórnio portuguesa Sword Health trouxe à discussão a mudança inevitável e revolucionária que está a acontecer também na prestação de cuidados à distância. Também à distância, por vídeo conferência, Virgílio Bento, fundador e CEO, partilhou a criação deste projeto pioneiro – a versão digital do fisioterapeuta humano que “dá ao doente a possibilidade de fazer o seu processo de reabilitação em casa”. O sistema, que se baseia no uso de sensores que o paciente coloca no seu corpo e que executam os movimentos ou exercícios terapêuticos, como acontece numa sessão de fisioterapia, mostra-se eficaz no tratamento de patologias que podem ir desde uma simples dor no ombro até uma lesão da coluna. Daí a “revolução” que promete tendo em conta os custos elevados que as lesões músculo-esqueléticas representam atualmente para os sistemas de saúde dos diferentes países.

Apesar do sucesso (aparentemente) surpreendente desta empresa unicórnio, Virgílio Bento já guardava a ideia há alguns anos, pois a Sword nasceu da experiência pessoal e traumática que viveu, acompanhando as dificuldades que a sua família enfrentou ao longo do processo de recuperação do irmão, na sequência de um acidente grave.

Também a Diretora Executiva da Unicef Portugal, Beatriz Imperatori, partilhou a necessidade de se fazer chegar a inovação e a cooperação “a mais pessoas e a quem mais precisa”. “Essa é a questão que se coloca no dia-a-dia de quem trabalha nesta organização, com a missão de intervir em situações complexas e multidimensionais”, sublinhou. E o exemplo que Beatriz Imperatori trouxe a esta conferência não poderia ser mais ilustrativo do que acontece quando juntamos vontade/cooperação com partilha de conhecimento e soluções que a tecnologia “descobre”. Neste caso, a tecnologia utilizada pela NASA no fabrico dos fatos antigravitacionais usados pelos astronautas (para evitar que desmaiassem durante as acelerações extremas, através da compressão dos braços e das pernas impulsionando o sangue em direção à cabeça) – o NASG revelou-se uma ajuda estratégica às mulheres que sofrem de hemorragia pós-parto, reduzindo a perda de sangue até que o tratamento seja possível, bem como o seu transporte até ao hospital. Tendo em conta que a hemorragia pós-parto é uma das principais causas de morte materna em países com poucos recursos, a utilização desta tecnologia da NASA revelou-se uma “solução extraordinária e com enorme impacto na vida destas mulheres, mas também na das crianças”. “One small setp in the techonology , a giant step for the mothers”.

O escritor Walter Hugo Mãe, autor de “A Desumanização”, foi o moderador deste painel que contou ainda com a presidente da Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, Rosalia Vargas, que questionou a transformação digital das últimas décadas e a suas consequência na cooperação humana, e ainda do investigador Bruno Magalhães, que defendeu a necessidade de se investir e aumentar a literacia digital em saúde.


Sustentabilidade, Saúde e Economia | “Sexta-feira é o novo sábado…

   

Ou como uma semana de trabalho de quatro dias poderá salvar a Economia”. Com o lançamento deste livro, Pedro Gomes, economista e Professor em Birkbeck, Universidade de Londres, lançou a discussão sobre a necessidade da repensar a semana de trabalho, convicto de que será a melhor estratégia para reorganizar a Economia do século XXI.

Convidado deste painel, o especialista em emprego público, defendeu a semana de trabalho de quatro dias, com vantagens para as famílias, mas também para a produtividade das empresas e das organizações, tornando possível a ambição de “aumentar a felicidade dos trabalhadores e melhorar a Economia”. Partindo desta discussão que tem marcado a atualidade, o economista aplicou-a à Saúde como estratégia para resolver algumas das questões mais complexas e que se relacionam com as dificuldades de recrutamento, erro médico, treino e formação. Estabelecendo um paralelismo entre o que se passa em Portugal e noutros países, como Inglaterra, o economista acredita que é possível concretizar esta mudança num período de quatro a seis anos. “Hoje o trabalho é mais intenso do que há 50 anos, trabalhamos muito e precisamos de mais descanso, a começar pelos médicos”, defendeu, evidenciando números preocupantes sobre erro médico, litigio, divórcio entre os profissionais de saúde, com destaque para a situação de burnout ,com Portugal a revelar-se o país da Europa com a taxa de incidência mais elevada.

Apesar de parecer um conceito ainda novo, pelo menos por cá, Vasco Coelho Santos, considerado um dos jovens chefs mais promissores do mundo, distinguido recentemente pela Academia Internacional de Gastronomia como “Chef d´Avenir”, já implementou a experiência da semana de quatro dias, que encerram ao fim-de-semana para descanso. Equipas “mais felizes e motivadas” é o resultado desta mudança inovadora que decidiu imprimir na gestão do grupo Euskalduna.

Neste painel dedicado à “Sustentabilidade, Saúde e Economia”, a presidente da associação Dar i Acordar/Zero Desperdício, Paula Policarpo, partilhou a dinâmica da associação e do trabalho desenvolvido em prol de uma “economia de partilha de recursos” neste planeta que ainda “gera alimento para todos”, mas onde “milhões de pessoas morrem de fome a cada dia”. “Olhar o outro, com compaixão e amor sim, essa é a nova Humanidade”, defendeu.

Na mesma linha, o arquiteto Samuel Gonçalves, fundador da Summary, defendeu uma arquitetura “mais consciente”, capaz de promover a “eficiência e a suficiência energética”, assente numa “escolha criteriosa” de materiais, perante a inevitável necessidade de construção para albergar o crescimento exponencial da população.

 

 


O Futuro da Humanidade ou o Novo Agora

Keynote Speaker desta edição da Connecting Healthcare, o australiano Michael MacQueen, autor de best-sellers como How to Prepare Now for What’s Next,  partilhou através de videoconferência as suas ideias e reflexões para o “Futuro da Humanidade”. Há pouco mais de um ano, o investigador social, célebre pelas suas palestras e que se apresenta como futurista, lançou um novo um livro, desta vez com o título “The new Now”. E foi sobre este “novo agora”, que o mundo pós-pandemia nos revela, que o autor australiano convidou a refletir, cruzando tendências que vão transformar os nossos dias, como o avanço da inteligência artificial, da robótica e de outras ciências, como a nanotecnologia.

Na certeza de que a evolução que está a acontecer vai traduzir-se em mudanças tecnológicas, mas também sociais e económicas para as quais a “nova humanidade” tem que se preparar.

 


Mensagem da Alta Comissária da ONU

A abrir o programa da conferência, a mensagem 13para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, apelou ao respeito pelos direitos humanos, económicos e sociais dos povos, apesar do “estado do Mundo”. O acesso e a distribuição das vacinas contra a covid-19 foram o exemplo de como as “diferenças ainda persistem entre países e continentes”, e quando falamos do futuro, é preciso lembrar que alguns ainda “lutam por condições de vida básicas, como o direito ao saneamento, à água potável, à alimentação ou à educação”, referiu. Nesta nova Humanidade de que falamos, o mais importante é lembrar que estamos “ligados pelo mesmo Mundo, um ser humano pelo outro”, referiu a médica e ex-presidente da República do Chile, que em breve termina o seu mandato na ONU.

 


Dia Mundial da Esclerose Múltipla - #ConexõesEM

Uma vez mais, a equipa responsável pela consulta de Esclerose Múltipla (EM) da ULSM organizou a 30 de maio — o Dia Mundial da Esclerose Múltipla –, uma iniciativa dirigida à comunidade, com o objetivo de partilhar experiências e sensibilizar o público em geral, envolvendo as pessoas afetadas pela esclerose múltipla.


CLIC - “Dê mais vida ao seu coração”

A convite da CLIC – Clinica de Insuficiência Cardíaca da ULSM – a manhã do último domingo de Maio foi passada na Quinta da Conceição, em Leça da Palmeira. Na companhia de familiares, amigos e de muitos profissionais da ULSM que também aceitaram o convite, a caminhada e aula de yoga ao ar livre criaram momentos de bem-estar e partilha que ajudaram a passar a mensagem desta equipa que cuida e acompanha os doentes com insuficiência cardíaca.


Semana da Saúde - “Juntos, somos Segurança e Saúde”

À semelhança de parcerias anteriores, a ULSM foi convidada a participar na I edição da iniciativa “Juntos, somos Segurança e Saúde”, uma organização conjunta da Câmara Municipal de Matosinhos, através do seu Gabinete Municipal de Segurança e Proteção Civil, e do Mar Shopping, que de decorreu de 24 a 27 de maio, e que pretendeu destacar o papel crucial da prevenção na vida de uma comunidade “saudável e feliz”.


ULSM reforça capacidade de resposta em Medicina Dentária em parceria com a CESPU

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) acaba de aumentar a sua capacidade de resposta em consultas de Medicina Dentária à população de Matosinhos, disponibilizando acesso referenciado a estes cuidados através de uma parceria celebrada com a CESPU (Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário).


ULSM presente nas Conferências da APAH

A Unidade Local de Saúde Matosinhos esteve presente nas Conferências de Valor APAH, numa organização da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares.


Saúde Mental – Desafios na Vida ativa

Neste segundo encontro do Núcleo de Enfermeiros Especialistas de Saúde Mental da ULSM esteve em destaque a abordagem dos desafios que se colocam na vida ativa, e ao longo do ciclo de vida – da infância à vida adulta.


Serviço de Dermatologia volta a assinalar Dia do Euromelanoma

O Serviço de Dermatologia e Venereologia realizou, de 16 a 20 de maio, rastreios gratuitos de cancro cutâneo aos seus utentes, aderindo mais uma vez, através desta iniciativa, ao Dia do Euromelanoma 2022, o Dia dos Cancros da Pele.


Dia Internacional do Enfermeiro 2022 – uma voz para liderar

Depois de dois anos na linha da frente da pandemia, comemorar o Dia Internacional do Enfermeiro foi um momento especial. Não só na vida destes profissionais, mas na vida da instituição, da comunidade ULSM. Pela partilha, pela emoção, pela vivência intensa dos últimos anos, pela dedicação, pela luta de todos os dias. “Sou Enfermeiro: a mão que nunca abandona” deu o mote à sessão comemorativa sob a forma de vídeo que reuniu momentos e equipas nas suas tarefas do dia-a-dia, nos seus respetivos serviços, partilhando com todos algumas frases inspiradores sobre o que é ser enfermeiro(a) sempre, a cada momento.


Entrevista a…

 

 

 

Joana Cancela | A Unidade de Hospitalização Domiciliária da ULSM celebrou no início de maio um ano de atividade assistencial. Nascida em plena pandemia, as oportunidades e os desafios cruzam-se na certeza de que ainda há muito para fazer, a começar pela mudança de paradigma na prestação de cuidados hospitalares em casa. Ainda assim, inquéritos realizados em 2021 mostram que 88% dos utentes e 85% dos cuidadores estão “muito satisfeitos”. Um incentivo para a equipa que quer aumentar a sua capacidade de lotação para dez doentes em simultâneo e mudar-se para um espaço “base” mais central, localizado no edifício do Hospital Pedro Hispano (HPH). Nos últimos 12 meses acompanharam perto de 190 doentes, apesar de “algum desconhecimento que ainda existe sobre o potencial e a segurança deste tipo de internamento” e do trabalho desta equipa que ambiciona crescer.


Ambientes saudáveis para “cuidar dos profissionais”

O Dia Mundial para a Segurança e Saúde no Trabalho foi assinalado com uma sessão no auditório, na qual se debateu a importância da promoção de ambientes saudáveis na Unidade Local de Saúde de Matosinhos.


CMM distingue ULSM com Medalhas de Mérito Douradas

Na comemoração dos 48 anos do 25 de abril, a Câmara Municipal de Matosinhos distinguiu a ULSM e o Delegado de Saúde de Matosinhos, também coordenador da Unidade de Saúde Pública de Matosinhos, com a atribuição de Medalhas de Mérito Douradas, em reconhecimento pelo papel fundamental que desempenham na comunidade, elogiando a dedicação de sempre à população e o esforço sem precedentes durante a pandemia por covid-19.


Hospital Pedro Hispano é “campeão” da sustentabilidade

O Hospital Pedro Hispano é uma das 13 instituições distinguidas no Europe’s 2021 Health Care Climate Champions | Health Care Without Harm pelo trabalho que tem vindo a desenvolver na área da sustentabilidade.


Telemonit SNS 24 “estreia” na ULSM

A ULSM integrou o projeto-piloto do serviço Telemonit SNS 24, apresentado oficialmente a 22 de abril, na presença do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Lacerda Sales, que assistiu a uma “consulta” com um dos primeiros utentes a utilizar esta aplicação móvel.


Entrevista a…

Jorge Martins, médico especialista em Medicina Interna e Coordenador da Equipa de Doentes Crónicos Complexos protagonizou, na companhia de um dos seus doentes, o momento de apresentação pública de uma nova aplicação móvel de telemonitorização clínica – o Telemonit SNS 24. Depois de uma “consulta” com direito à presença de jornalistas e até do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, quisemos conhecer melhor este projeto que, desde a primeira hora, contou com a parceria da ULSM.

 

A ULSM foi escolhida para este projeto-piloto de telemonitorização clínica. O que motivou esta colaboração?  

A SPMS decidiu criar uma aplicação de telemonitorização para o SNS e, para a fase de testes, convidou a ULSM como entidade parceira, pelo histórico de cooperação, pela experiência da ULS em integração de cuidados e por termos equipas que acompanham utentes com doenças crónicas de uma forma personalizada e intensiva. O projeto baseia-se em três pilares: uma aplicação do telemóvel, vários instrumentos de medição com capacidade de bluetooth incorporada e um programa informático acessível nos computadores com acesso à rede informática hospitalar. Os instrumentos de medição estão emparelhados com a aplicação do telemóvel por bluetooth. Os registos das medições podem ser depois visualizados pelos profissionais de saúde nos computadores hospitalares.

Que vantagens traz esta aplicação móvel, o Telemonit SNS 24,  à vigilância e acompanhamento dos doentes?

A telemonitorização permite uma maior segurança dos cuidados aos utentes. É uma forma de empoderar os utentes e prestadores de cuidados na gestão das suas doenças crónicas, aumentando a sua literacia em saúde. Permite aos profissionais de saúde um acompanhamento dos seus utentes com maior rigor, possibilidade de detetar precocemente as agudizações e inclusivamente manter o tratamento domiciliário em situações que noutras circunstâncias levariam ao internamento dos utentes.

Em que circunstâncias o uso desta aplicação pode ser um recurso a propor ao doente?

A telemonitorização pode ser utilizada quando os utentes apresentam agudizações das suas doenças crónicas e o registo dos sinais vitais dá uma maior segurança na sua abordagem em ambulatório; em utentes que necessitam de uma monitorização mais apertada dos seus sinais vitais pelo risco de instabilidade, em situações em que é importante constantes ajustes terapêuticos de acordo com a evolução dos sinais vitais, etc. Neste momento é necessário que o utente ou o prestador de cuidados tenha um smartphone e alguma literacia digital, embora no futuro esteja a ser equacionado um kit que, além dos equipamentos, tenha também um smartphone incorporado.

Uma das primeiras experiências é no acompanhamento de doentes com DPOC, mas em que outros diagnósticos ou quadros clínicos pode ser utilizada?

Os utentes que concordaram em participar na fase de testes tinham vários diagnósticos: Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica, Insuficiência Cardíaca, etc. A telemonitorização pode ser usada em qualquer utente com doenças crónicas ou situação clínica, cuja monitorização se faça pela informação dada nos parâmetros avaliados pelos instrumentos – saturímetro, termómetro, balança e um oscilómetro.

Neste momento, quantos doentes podem usufruir deste sistema? E de futuro?

A fase de testes teve a participação de cinco utentes, estando previsto o sistema ser implementado na Equipa de Suporte de Doentes Crónicos Complexos, atualmente a acompanhar 175 utentes, na Unidade de Hospitalização Domiciliária com capacidade máxima de 10 utentes, e também na Clínica de insuficiência Cardíaca. A telemonitorização não vai ser utilizada em todos os doentes obviamente, apenas nas situações já relatadas previamente. Está previsto termos ao nosso dispor aproximadamente 30 Kits completos (cada kit incluiu uma balança, um saturímetro, um termómetro e um oscilómetro).  Cada utente pode ter um kit completo ou apenas um dos instrumentos, o que aumenta a nossa capacidade de resposta.

Na sua opinião, e pela sua experiência clinica, que potencialidades acrescenta este sistema?

Para além das vantagens já referidas, de um melhor e mais seguro acompanhamento dos nossos utentes em ambulatório, nas agudizações ou instabilidade clínica, este sistema tem potencial de melhorar a gestão das doenças crónicas. Um exemplo é de a aplicação poder ser usada sem ter um instrumento emparelhado, ou seja, o utente pode fazer o registo manual do parâmetro vital. Podemos dar uma instrução, através da aplicação, para o utente se pesar diariamente ao acordar. O valor do peso poderá ser registado na aplicação e o profissional de saúde vai poder vê-lo imediatamente na plataforma a que acede através do seu computador ligado à rede hospitalar, podendo inclusive fazer a comparação com a evolução do peso nos dias\semanas anteriores.

Qual tem sido a reação dos doentes?

Os utentes têm-se sentido confortáveis e seguros. Foram selecionados já por terem algumas características a predispor para este projeto, como é óbvio, mas a adaptação foi fácil e o feedback tem sido bom. Vamos tentar que assim continue, quando fizermos a massificação do sistema.

 


Abril - Mês da prevenção dos maus tratos na infância

Sempre que necessitar pode procurar ajuda nos nossos núcleos de apoio:
📧nhacjr@ulsm.min-saude.pt
📧nacjr.lecapalmeira@ulsm.min-saude.pt
📧nacjr.matosinhos@ulsm.min-saude.pt
📧nacjr.smamedeinfesta@ulsm.min-saude.pt
📧nacjr.senhorahora@ulsm.min-saude.pt

Serviço de Neurorradiologia recebe curso europeu

O Serviço de Neurorradiologia do Hospital Pedro Hispano foi selecionado para receber as sessões práticas do Curso Europeu de Neurorradiologia de Intervenção, que decorreu de 23 a 26 de março, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, reunindo em especialistas mundiais desta área da Medicina.


Serviço de Hematologia organizou as primeiras jornadas

O Serviço de Hematologia do Hospital Pedro Hispano/ULSM realizou as suas primeiras jornadas a 25 de março, um evento científico teve como objetivo dar a conhecer esta área de especialidade da Medicina, bem como a dinâmica do Serviço que tem vindo a alargar a sua capacidade de resposta no diagnóstico e tratamento dos doentes. 


Dia Mundial da Tuberculose

As últimas décadas foram caracterizadas por conquistas sucessivas no projeto internacional de erradicação da Tuberculose a nível mundial:“The End TB Strategy”. No último biénio, porém, as medidas de confinamento, a realocação de meios, tempo e recursos para o combate à pandemia COVID-19 condicionaram o progresso global no combate à Tuberculose.


Sessão comemorativa do 25º aniversário do Hospital Pedro Hispano

O Hospital Pedro Hispano celebrou 25 anos de atividade assistencial a 20 de março, com uma sessão comemorativa dedicada aos seus profissionais e colaboradores, convidando-os a assistir a uma conferência pelo historiador Joel Cleto sobre a figura deste português ilustre e famoso que deu nome ao Hospital de Matosinhos.


Conselho de Administração apresenta resultados de 2021 e anuncia projetos de futuro

O Conselho de Administração convidou os profissionais e colaboradores da ULSM para a reunião de apresentação de resultados relativos a 2021, perspetivas para o ano em curso, bem como para dar a conhecer o plano de investimentos a médio prazo. A sessão decorreu a 11 de março, no Auditório da ULSM, e contou também com a presença do Conselho Fiscal.


ULSM solidária
Unidade Local de Saúde de Matosinhos solidária com a Ucrânia neste momento de dor em que se procura a paz.


Notícias de MatosinhosMatosinhos Sport promove protocolo para o bem-estar dos funcionários da ULSM

APDHVENCEDORES DA 15ª EDIÇÃO DO PRÉMIO DE BOAS PRÁTICAS EM SAÚDE

SIC Notícia pico o nas urgências de adultos no Norte deverá ser atingido dentro de duas semanas

Just NewsDia Nacional da Anemia: Rastreio gratuito de anemia e ferropenia no Hospital Pedro Hispano

SNSIV Encontro do ACES Matosinhos

Notícias ao MinutoDiabetes e a sua associação com o acidente vascular cerebral

SIC NotíciasHá cada vez mais raparigas a entrarem na puberdade antes dos oito anos

Público | Raparigas estão a entrar na puberdade mais cedo. Pandemia pode ter acelerado esta tendência

PORTO CANAL |O Porto Canal veio conhecer a nossa Unidade de AVC

SIC NOTÍCIAS | Hospital São João continua com dificuldades nas escalas de urgência de obstetrícia

Just News | 8ªs jornadas do GRESP – A DR como foco da atenção dos cuidados de enfermagem

Just News | 8ªs jornadas do GRESP- A doença ou o doente?

SIC Notícias | Vacinação contra covid-19 e gripe: campanha decorre a bom ritmo

Saúde on LineEntrevista. “O SNS tem vindo a tornar-se um meio hostil para os seus profissionais”

Saúde on Line | Trombose associada ao cancro – uma importante causa de morbilidade e mortalidade

SIC Notícias | Acesso a bombas de insulina híbridas

CNN | Dermatite Atópica Grave – Cristina Lopes

Jornal de MatosinhosDia Mundial da Doença de Alzheimer  

Jornal ExpressoInvestimento na saúde mental vai além do PRR: serviço de internamento “adicional” vai abrir em Matosinhos

Porto Canal | À conversa no elétrico da Dermatite Atópica

Câmara Municipal de MatosinhosUnidade Local de Saúde de Matosinhos promove campanha de sensibilização com o apoio da autarquia

SPMS“ULS um modelo ganhador?” do 5º Meetup & Digital Health Innovation

Portal da SaúdeEntidades do SNS assinalam data, que se comemora de 3 a 9 de outubro

Notícias de MatosinhosUnidade Local de Saúde de Matosinhos promove campanha de sensibilização com o apoio da autarquia 

ObservadorHospitais reduzem consumos na luz e gás para evitar faturas astronómicas

Rádio RenascençaHospitais diminuem consumos para baixar a fatura da eletricidade

Notícias ao MinutoVárias iniciativas celebram a Semana do Aleitamento Materno

SICA SIC veio à nossa Consulta de endocrinologia pediátrica falar com os jovens utentes e os seu pais sobre as bombas de insulina híbridas 

Jornal de Notícias | Pedidos de tradução pelos serviços de saúde disparam 

Jornal de Notícias | Cada vez mais estrangeiras vêm a Portugal ter filhos

Diário de NotíciasO flagelo do tabagismo na Europa e o seu impacto na ocorrência de AVC

Saúde OnlineSociedade Europeia de Cardiologia reconhece Laboratório do Hospital de Matosinhos

Childreen Medicine | Alergia alimentar e alergia respiratória

Saúde + | Obra de nova Unidade de Saúde Familiar em Matosinhos arranca “nas próximas semanas”

News Farma | Portugal: “O paraíso dos internistas”

Just News | Promoção da Saúde Mental na parentalidade: enfermeiras lançam projeto na UCC de Matosinhos

SNS | Conferência “Connecting Healthcare”

Lifestyle.sapo | Como o sistema imunitário se tornou “hipersensível a estímulos inócuos do meio ambiente” e deu origem às inflamações tipo 2

Porto CanalTaveira Gomes: “O Serviço Nacional de Saúde é como um doente, com muitas doenças”

Notícias de Matosinhos | Diretor do Serviço de Medicina assume cargo internacional 

Notícias de Matosinhos | Dia Mundial da Esclerose Múltipla 

Gestão Hospitalar | Prevenção de Quedas nos Cuidados de Saúde Primários

Anuário de Enfermagem | O papel do enfermeiro na abordagem à Esclerose Múltipla

Jornal de Notícias | Serviços de saúde oral ampliados em Matosinhos

SNS | Saúde oral com capacidade reforçada nos cuidados primários

(a atualizar)

Porto Canal

Dia da Parteira

Hepatite Infantil

Revista Nortemédico – Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos

    

Jornal Médico

CPC 2022: Cristina Gavina enfatiza a dislipidemia no idoso e o tratamento desta patologia

Jornal de Notícias

https://www.jn.pt/local/noticias/porto/matosinhos/aplicacao-de-telemovel-permite-acompanhar-doentes-a-distancia-14792641.html

HealthNews

https://healthnews.pt/2022/04/21/instituicoes-de-saude-unem-se-para-fortalecer-a-formacao-dos-seus-profissionais/

 

 

NewsFarma

https://www.mediconews.pt/especialidades/otoneurologia/item/2973-“o-objetivo-da-apo-é-a-formação”.html

 

 

Saúde Online

Saúde Online

  

 

Expresso

https://expresso.pt/coronavirus/2022-03-26-A-covid-longa-ja-tem-um-nome-uma-norma-e-consultas.-E-tambem-varios-sintomas-o-que-complica-o-seu-diagnostico-4ea1475f

Consulte a notícia aqui: EXPRESSO – 23_03_2022

 

HealthNews

Serviço de Hematologia da ULSM organiza as suas primeiras jornadas

Jornal de Notícias 

   

https://www.jn.pt/local/noticias/porto/matosinhos/hospital-pedro-hispano-entra-em-obras-durante-dois-anos-14696103.html?target=conteudo_fechado

 

Notícias Magazine

NM

  

 

JN

 

Revista Gestão Hospitalar

 



Matosinhos Ativa`mente – 11 meses dedicados à Saúde Mental

Considerada uma área prioritária de intervenção, a Saúde Mental ganha agora uma nova dinâmica com o programa Ativa`mente que, ao longo deste ano, pretende mobilizar e sensibilizar a comunidade e entidades concelhias para a prevenção e adoção de estilos de vida saudáveis, investindo na literacia em saúde para reduzir o estigma que ainda lhe está associado.


Gestão da Diabetes – PrEGeret

diabetes é hoje considerada uma doença em expansão endémica, que se tornou num grave problema mundial de Saúde Pública, quer pelo número de pessoas afetadas, quer pela elevada mortalidade e morbilidade, quer pelos custos sociais e económicos elevados que envolve. Em Portugal estima-se que a DM afete 13,3% da população com idades entre os 20-79 anos, ou seja, mais de 1 milhão de portugueses neste grupo etário tem diabetes. (Observatório Nacional da Diabetes, 2015). O relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a Saúde indicou Portugal como o País da Europa com a mais alta taxa de prevalência da doença. O tratamento da doença e das suas complicações representam cerca de 10% da despesa em saúde o que corresponde a cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional.

No concelho de Matosinhos, a Diabetes Mellitus apresenta-se como o 6.º problema de saúde mais prevalente e a 6.ª causa de morte, sendo bem conhecido o seu impacto em termos de morbilidade enquanto doença crónica, nomeadamente as complicações que resultam numa diminuição de anos de vida saudável, bem como o impacto financeiro no sistema de saúde.

diabetes é uma doença crónica e progressiva, mas as pessoas com diabetes podem ter uma vida longa e com qualidade de vida mediante um bom controlo glicémico. Estes dados per si sustentam a relevância do acompanhamento regular e contínuo da pessoa com diabetes e justificam a necessidade de existência de uma consulta que envolva uma equipa profissional multidisciplinar, com experiência nas diferentes áreas importantes para a pessoa com diabetes e que atue de uma forma integrada em função das especificidades de cada doente.

Na tentativa de resposta a esta situação, surge na Unidade Local de Saúde de Matosinhos e mais especificamente nas Unidades de Cuidados da Comunidade, o PrEGeReT (Projeto da Equipa de Gestão do Regime Terapêutico) direcionado á Diabetes tipo II, que representa cerca de 90% do total de utentes com diabetes.

É um projeto idealizado por Enfermeiros pelo facto de os Enfermeiros serem elementos centrais no desenvolvimento de estratégias de suporte à autovigilância e à gestão dos diferentes regimes terapêutico, tendo em atenção o potencial do utente para melhorar o seu conhecimento e as capacidades para lidar com a sua condição de doença crónica.

Centrado nas necessidades individuais de cada utente e em estreita colaboração com os diferentes elementos da equipa multidisciplinar, o projeto visa empoderar o utente/ prestador de cuidados, fornecendo-lhes os “instrumentos necessários” para melhorar a gestão do regime terapêutico nas suas diversas componentes: alimentação, atividade física, regime medicamentoso e autovigilância.

Desta forma, os utentes com critérios para integrar a Equipa do PrEGeReT são referenciados pela equipa de saúde familiar ou pela Consulta de Endocrinologia da ULSM, sendo posteriormente marcada consulta de Enfermagem em contexto de Centro de Saúde ou domiciliar, de acordo com as necessidades do utente.

O Nutricionista e o Fisioterapeuta serão responsáveis, respetivamente pela definição e implementação do programa alimentar e de atividade Física.

O acompanhamento pelo Fisioterapeuta pode ter carater individual ou em grupo, de acordo com as condições e necessidades de cada utente, sendo que o objetivo será tornar o utente autónomo na prática de atividade física.

Os utentes terão alta ao fim de um ano ou quando atingirem os objetivos inicialmente definidos.

 

Quem somos 

Hélder Correia | Enfermeiro Especialista em Comunitária

@ – helder.filipe@ulsm.min-saude.pt

Pedro Maciel Barbosa | Fisioterapeuta – Técnico Superior Diagnóstico e Terapêutica Especialista

@  – pedro.macielbarbosa@ulsm.min-saude.pt

 


Remodelação do Serviço de Gastrenterologia e Exames especiais

As obras de remodelação do Serviço de Gastrenterologia e da Unidade de Exames Especiais, com vista ao alargamento do atual      espaço do recobro, arrancaram a meio de Janeiro.


Plano de Gestão de Carbono prevê redução de 4,2% das emissões de CO2

A ULSM acaba de apresentar o seu Plano de Gestão de Carbono que prevê uma redução anual de, aproximadamente, 4,2% nas suas emissões de CO2 até 2030. Neste documento, pioneiro entre as instituições de saúde do SNS, é assumida a ambição e o compromisso de alcançar emissões líquidas zero até 2050, em linha com o objetivo de neutralidade carbónica.


Hospital Pedro Hispano regista aumento de nascimentos em 2021

Em 2021 nasceram 1 595 bebés no Hospital Pedro Hispano/ULSM, mais 29 bebés do que no ano anterior, revelando uma tendência crescente da procura desta instituição pelas grávidas e casais para o nascimento dos seus filhos.


Atividades Adicionais

 

Rastreios de Saúde Visual Infantil (RSVI)

O rastreio de saúde visual infantil consiste na realização de um exame de foto rastreio aos olhos da criança de uma forma rápida, segura e gratuita.

Este exame permite detetar:

  • ambliopia
  • estrabismo
  • miopia
  • hipermetropia
  • astigmatismo
  • catarata congénita/infantil

Serão convocadas para este rastreio, por carta e sms, as crianças que naquele ano civil completem 2 ou 4 anos de idade. Para garantir o acesso a esta convocatória por favor certifique-se que os seus contactos estão atualizados junto da sua Unidade de saúde.

Para qualquer informação adicional contactar: rsvi@ulsm.min-saude.pt

 

Casa do caminho


Rede Social

A REDE SOCIAL é um programa de intervenção comunitária no Concelho de Matosinhos, cuja finalidade se situa na promoção do desenvolvimento social das populações.

  • Os objetivos incidem na erradicação da pobreza e da exclusão social, na conceção e avaliação das políticas sociais, inovação e renovação de estratégias de intervenção no contexto das dinâmicas existentes e o planeamento estratégico.
  • A sua envolvência incide na comunidade territorial onde se circunscreve, participando na construção e implementação de ações ou atividades que concorrem para a coesão social, bem como participam na elaboração do Diagnóstico Social e do Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Matosinhos, no qual se delimitou áreas prioritárias de intervenção configuradas em torno de sete eixos, respetivamente, Educação, Emprego, Habitação, Situações de Risco, Saúde, Equipamentos e Respostas Sociais e Envelhecimento.

A ULSM integra a Rede Social como entidade parceira ao nível do Núcleo Executivo e das Comissões Sociais de Freguesia.

  • As Comissões Sociais de Freguesia são um espaço de reflexão e de tomada de decisões estratégicas, para sugerir e implementar ações de irradicação ou atenuação da pobreza e exclusão social, onde estão representadas todas as instituições que coexistem e intervêm no espaço territorial das respetivas freguesias.
  • Como estrutura local de acompanhamento participa na operacionalização dos Planos de Desenvolvimento Social, sendo a sua dinamização da responsabilidade das Uniões/Juntas de Freguesia respetivas, na qual se estabelece a cooperação e a articulação nas diferentes parcerias com o objetivo de rentabilizar os recursos e a otimização das respostas sociais no plano local.

 


ECCI – Equipa de Cuidados Continuados Integrados

O que é a Equipa de Cuidados Continuados Integrados (ECCI)

É uma equipa multidisciplinar da responsabilidade dos Cuidados de Saúde Primários e das entidades de apoio social para a prestação de serviços domiciliários, decorrentes da avaliação integral, de cuidados médicos, de enfermagem, de reabilitação e de apoio social, ou outros, a pessoas em situação de dependência funcional, doença terminal ou em processo de convalescença, com rede de suporte social, cuja situação não requer internamento mas que não podem deslocar-se de forma autónoma. De acordo com o Decreto-Lei nº101/2006 – Artigo 27º.

A ECCI é uma equipa domiciliária que se insere na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI). O objetivo desta equipa é promover e/ou recuperar a saúde dos utentes com necessidade de cuidados continuados, em situação de dependência ou em risco de perda de autonomia até aos cuidados terminais e paliativos, mantendo a sua autonomia no seu ambiente habitual de vida. O internamento em ECCI não tem qualquer custo para os utentes.

Qual a população alvo

A população alvo, com critérios de admissão, são todas as pessoas, independentemente da idade, com perda de autonomia, portadoras de diversos tipos e níveis de dependência, que necessitem de intervenções sequenciais de saúde e apoio social.

Quais os critérios de referenciação

A pessoa em situação de dependência com necessidade de cuidados de saúde, que possua um contexto social ou familiar e uma situação de saúde cuja intensidade e complexidade dos cuidados permita a sua prestação no domicílio, de forma temporária ou permanente. Desde que:

  • Avaliação objetiva, de deterioração significativa na realização das Atividades Básicas da Vida Diária;
  • Alta recente de unidade de internamento (hospitalar ou cuidados continuados integrados);
  • Incapacidade de gestão do regime terapêutico;
  • Necessidade de cuidados paliativos, incluindo compensação sintomática possível de realizar no domicilio;
  • Necessidade de cuidados que requeiram um grau de diferenciação que exceda a equipa básica, por ex. Fisioterapia, Psicologia, Terapia Ocupacional, etc.

A referenciação é efetuada pela Equipa de Gestão Altas e pelas equipas das unidades funcionais do ACES – Unidades de Saúde Familiar/Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados, mas precisa sempre da validação por parte de uma Equipa Coordenadora Local (ECL). (Decreto-Lei nº 101/2006, de 6 de Junho.)

Quais são os critérios de exclusão

Para efeito de exclusão devem considerar-se os seguintes critérios:

  • Episódio de doença em fase aguda que requeira internamento em hospital;
  • Necessidade exclusiva de apoio social;
  • Necessidade de internamento para estudo diagnóstico;
  • Inexistência de cuidador informal, no caso de pessoas com elevado grau de dependência.
O que assegura a ECCI
  • Cuidados domiciliários de enfermagem e médicos de natureza preventiva, curativa, reabilitadora e ações paliativas, devendo as visitas dos clínicos ser programadas, regulares e ter por base as necessidades detetadas
  • Cuidados de reabilitação envolvendo enfermeiros de reabilitação e fisioterapeuta
  • Apoio psicossocial e ocupacional envolvendo os familiares e outros prestadores de cuidados (enfermeiro de saúde mental, psicólogo)
  • Intervenção no sentido de capacitar os doentes, familiares e cuidadores de competências e habilidades para responder às necessidades em saúde detetadas
  • Coordenação e gestão de casos com outros recursos de saúde e sociais.
Qual a capacidade da ECCI
  • Senhora da Hora – 30 vagas

Ultrapassada a capacidade, os utentes ficam em lista de espera continuando com os cuidados da equipa de saúde familiar.

  • Qual o horário da ECCI
  • Dias úteis – 08h00 às 20h00
  • Fim-de-semana e feriados – 09h00 às 17h00

Em situações programadas o horário poderá ser alargado.

  • Contactos:

Telemóvel: 914453381

@-  ecci.uccsh@ulsm.min-saude.pt

 


Cuidados Paliativos

O que são Cuidados Paliativos

Os Cuidados Paliativos são cuidados que melhoram a qualidade de vida dos doentes e suas famílias, abordando os problemas associados às doenças incuráveis ou graves, em fase avançada e progressiva, prevenindo e aliviando o sofrimento, através da identificação precoce e avaliação minuciosa da dor e outros problemas físicos, psicológicos, sociais e espirituais.

  • Quem beneficia destes cuidados

Os doentes com necessidades complexas resultado de uma doença incurável, potencialmente fatal ou de prognóstico incerto e suas famílias.

  • Que tipo de cuidados prestamos e como podem ter acesso a Cuidados Paliativos

Somos uma equipa interdisciplinar que inclui médicos, enfermeiros, psicólogo, assistente social e nutricionista.

Os doentes com necessidade de Cuidados Paliativos em casa são habitualmente doentes que apresentam limitação da autonomia e dependência crescente que decorre da doença incurável ou grave em fase avançada ou em progressão.

Os doentes podem ser referenciados pela Equipa de Saúde Familiar, consulta externa de especialidades médicas ou diretamente de internamento hospitalar.

Após uma 1ª visita domiciliária em equipa é definido um plano de cuidados e são acompanhados em função da complexidade qua a sua situação exige. A intervenção desta equipa atende às necessidades físicas (dor, vómitos, falta de ar, etc), psicológicas, sociais e espirituais do doente e família e pode prolongar-se até ao fim-de-vida.

 


Saúde Mental

  • Viver com Demência

À semelhança do que acontece noutros países, em Portugal as pessoas com demência são cada vez em maior número, e as estimativas nacionais e internacionais, perspetivam um aumento muito significativo nos próximos anos. Esta condição de saúde constituiu uma doença progressiva que afeta a pessoa, o cuidador e a sua família nas suas dinâmicas quotidianas. O Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica irá apoiar na gestão da doença, na adaptação às dificuldades, na educação para a saúde, no suporte emocional e na estimulação das funções cognitivas, favorecendo uma melhoria na qualidade de vida. A sua intervenção desenvolve-se em contexto de proximidade, nomeadamente no domicílio, na unidade saúde ou em estruturas da comunidade, individualmente e/ou em grupo.

Objetivos do projeto:

  • Capacitar os utentes e/ou cuidadores para a gestão das alterações cognitivas, comportamentais e emocionais inerentes a um processo demencial, e suas implicações nas
    atividades de vida diária
  • Melhorar a qualidade de vida da pessoa com demência/Défice Cognitivo Ligeiro e seus cuidadores

A quem se dirige:

  • Pessoas com diagnóstico de demência ou défice cognitivo ligeiro e seus cuidadores

Atividades Realizadas:

  • Acompanhamento preferencial em contexto domiciliário, permitindo-nos perceber e enquadrar todo o contexto da pessoa com demência e seus cuidadores e adequar estratégias de uma forma individual e personalizada
  • Estimulação Cognitiva individual e em grupo
  • Grupos de psicoeducação para os cuidadores
  • Promoção de Saúde Mental do Idoso

Uma boa saúde mental facilita a resistência (resiliência) à doença, minimiza e retarda o surgimento de alterações e promove uma recuperação mais rápida da doença (WHO, 2002). Este programa é dirigido a pessoas com idade igual ou superior a 65 anos com risco de alterações a nível da saúde mental: imagem corporal; bem-estar (físico, psicológico, emocional e espiritual), emoção (ansiedade, medo, angústia, solidão, tristeza). É composto por atividades individuais do âmbito psicoterapêutico como aconselhamento, psicoeducação, promoção da literacia em saúde mental, da autoestima, socialização e estratégias de coping, assim como redução da ansiedade e relaxamento.

Objetivos:

  • Promover a Saúde Mental dos Idosos da área de abrangência.

A quem se dirige:

  • Utentes com idade igual ou superior a 65 anos com alteração a nível da saúde mental: imagem corporal; bem-estar (físico, psicológico, emocional e espiritual), emoção (ansiedade, medo,
    angústia, solidão, tristeza)

Atividades Realizadas:

  • Acompanhamento preferencialmente em contexto domiciliário
  • Acompanhamento individual de âmbito psicoterapêutico
  • Cuidar o Cuidador

Cuidar de uma pessoa com perturbação mental e/ou dependência torna-se um processo difícil, desafiante e exigente, pois requer um conjunto de conhecimentos, capacidades e competências que inicialmente este não possui.

Neste sentido o “Cuidar o cuidador” tem como principal objetivo promover a saúde mental e reduzir a sobrecarga do prestador de cuidados. O trabalho do Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica centra-se no aconselhamento e psicoeducação individual e familiar, quer em contexto domiciliar, quer na unidade de saúde, com o objetivo de os dotar de conhecimentos e capacidades (sobre a doença, a sua evolução, possíveis complicações, gestão do regime terapêutico, gestão de expectativas, estratégias de coping e de promoção da saúde mental) para melhor cuidarem de si e dos seus familiares.

 

  • Intervenção na População com Perturbação Mental

A doença mental representa a principal causa de incapacidade na sociedade, sendo que mais de 1/5 dos portugueses tem, teve ou terá ao longo da vida uma perturbação mental (ansiedade, depressão, problemas ligados ao álcool, esquizofrenia, doença bipolar, entre outras).

Quando uma perturbação mental surge, afeta indivíduo, família e sociedade, com repercussão a vários níveis: físico, emocional, laboral, relacional, económico, etc. A intervenção do Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica da UCC assenta na aproximação do utente à sua comunidade e rotinas, com intervenção em contexto domiciliário, de unidade saúde ou em estruturas da comunidade. O utente e família são considerados parceiros na tomada de decisão onde se pretende ajudar na gestão da doença, na reintegração social, na adesão e gestão do regime terapêutico, na educação sobre a doença, no suporte emocional e na redução do estigma e discriminação.

Objetivos:

  • Capacitar utentes e cuidadores/familiares para a gestão da doença
  • Promover a reintegração social, adesão e gestão do regime terapêutico, psicoeducação e suporte emocional à família

A quem se dirige:

  • Utentes com diagnóstico de doença mental e seus cuidadores/família

Atividades Realizadas:

  • Acompanhamento individual de âmbito psicoterapêutico
  • Psicoeducação individual aos cuidadores/família
  • Administração dos Antipsicóticos de Longa Duração (em articulação com o Departamento de Saúde Mental do Hospital Pedro Hispano).

Reabilitação

  • Cuidados Domiciliários de Enfermagem de Reabilitação (CDER)

Objetivo: Aumentar a acessibilidade aos utentes com necessidades de reabilitação no domicílio pela Equipa de Cuidados Continuados Integrados.

A quem se dirige: Utentes dependentes, referenciadas pelos profissionais de saúde, com perda de autonomia que não podem ausentar-se do domicílio.

Atividades Realizadas: Através de uma consultadoria solicitada pela Unidade de Saúde é realizada visita domiciliária e avaliação do doente, a fim de se agilizar o processo de referenciação à ECCI e eliminar referenciações desajustadas ou sem critérios de inclusão.

  •  Programa do Doente Respiratório Crónico

Objetivos

  • Prevenir exacerbações da doença respiratória
  • Diminuir os sintomas associados à doença respiratória e melhorar a sua saúde física e emocional
  • Promover a adoção de comportamentos e estilos de vida saudáveis, melhorando a sua qualidade de vida

Atividades Realizadas

  • Reabilitação respiratória:
    • Sessões de Grupo (podem estar restringidas)
    • Domicilio
    • Unidade de Saúde
  • Consulta de enfermagem de reabilitação
  • Gestão das agudizações
  • Otimização da terapêutica inalatória através da revisão da técnica inalatória a adultos e crianças em colaboração com o médico assistente
  • Reuniões Multidisciplinares

Como aceder:

A reabilitação respiratória é uma aliada na sua vida, ajuda a respirar e a viver melhor, por isso tome nota do profissional que o/a pode ajudar:

mariana.santos@ulsm.min-saúde.pt

 


Gestão da Diabetes – PrEGeret

diabetes é hoje considerada uma doença em expansão endémica, que se tornou num grave problema mundial de Saúde Pública, quer pelo número de pessoas afetadas, quer pela elevada mortalidade e morbilidade, quer pelos custos sociais e económicos elevados que envolve. Em Portugal estima-se que a DM afete 13,3% da população com idades entre os 20-79 anos, ou seja, mais de 1 milhão de portugueses neste grupo etário tem diabetes. (Observatório Nacional da Diabetes, 2015). O relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a Saúde indicou Portugal como o País da Europa com a mais alta taxa de prevalência da doença. O tratamento da doença e das suas complicações representam cerca de 10% da despesa em saúde o que corresponde a cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional.

No concelho de Matosinhos, a Diabetes Mellitus apresenta-se como o 6.º problema de saúde mais prevalente e a 6.ª causa de morte, sendo bem conhecido o seu impacto em termos de morbilidade enquanto doença crónica, nomeadamente as complicações que resultam numa diminuição de anos de vida saudável, bem como o impacto financeiro no sistema de saúde.

diabetes é uma doença crónica e progressiva, mas as pessoas com diabetes podem ter uma vida longa e com qualidade de vida mediante um bom controlo glicémico. Estes dados per si sustentam a relevância do acompanhamento regular e contínuo da pessoa com diabetes e justificam a necessidade de existência de uma consulta que envolva uma equipa profissional multidisciplinar, com experiência nas diferentes áreas importantes para a pessoa com diabetes e que atue de uma forma integrada em função das especificidades de cada doente.

Na tentativa de resposta a esta situação, surge na Unidade Local de Saúde de Matosinhos e mais especificamente nas Unidades de Cuidados da Comunidade, o PrEGeReT (Projeto da Equipa de Gestão do Regime Terapêutico) direcionado á Diabetes tipo II, que representa cerca de 90% do total de utentes com diabetes.

É um projeto idealizado por Enfermeiros pelo facto de os Enfermeiros serem elementos centrais no desenvolvimento de estratégias de suporte à autovigilância e à gestão dos diferentes regimes terapêutico, tendo em atenção o potencial do utente para melhorar o seu conhecimento e as capacidades para lidar com a sua condição de doença crónica.

Centrado nas necessidades individuais de cada utente e em estreita colaboração com os diferentes elementos da equipa multidisciplinar, o projeto visa empoderar o utente/ prestador de cuidados, fornecendo-lhes os “instrumentos necessários” para melhorar a gestão do regime terapêutico nas suas diversas componentes: alimentação, atividade física, regime medicamentoso e autovigilância.

Desta forma, os utentes com critérios para integrar a Equipa do PrEGeReT são referenciados pela equipa de saúde familiar ou pela Consulta de Endocrinologia da ULSM, sendo posteriormente marcada consulta de Enfermagem em contexto de Centro de Saúde ou domiciliar, de acordo com as necessidades do utente.

O Nutricionista e o Fisioterapeuta serão responsáveis, respetivamente pela definição e implementação do programa alimentar e de atividade Física.

O acompanhamento pelo Fisioterapeuta pode ter carater individual ou em grupo, de acordo com as condições e necessidades de cada utente, sendo que o objetivo será tornar o utente autónomo na prática de atividade física.

Os utentes terão alta ao fim de um ano ou quando atingirem os objetivos inicialmente definidos.


Gestão da Diabetes – PrEGeret

diabetes é hoje considerada uma doença em expansão endémica, que se tornou num grave problema mundial de Saúde Pública, quer pelo número de pessoas afetadas, quer pela elevada mortalidade e morbilidade, quer pelos custos sociais e económicos elevados que envolve. Em Portugal estima-se que a DM afete 13,3% da população com idades entre os 20-79 anos, ou seja, mais de 1 milhão de portugueses neste grupo etário tem diabetes. (Observatório Nacional da Diabetes, 2015). O relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a Saúde indicou Portugal como o País da Europa com a mais alta taxa de prevalência da doença. O tratamento da doença e das suas complicações representam cerca de 10% da despesa em saúde o que corresponde a cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional.

No concelho de Matosinhos, a Diabetes Mellitus apresenta-se como o 6.º problema de saúde mais prevalente e a 6.ª causa de morte, sendo bem conhecido o seu impacto em termos de morbilidade enquanto doença crónica, nomeadamente as complicações que resultam numa diminuição de anos de vida saudável, bem como o impacto financeiro no sistema de saúde.

diabetes é uma doença crónica e progressiva, mas as pessoas com diabetes podem ter uma vida longa e com qualidade de vida mediante um bom controlo glicémico. Estes dados per si sustentam a relevância do acompanhamento regular e contínuo da pessoa com diabetes e justificam a necessidade de existência de uma consulta que envolva uma equipa profissional multidisciplinar, com experiência nas diferentes áreas importantes para a pessoa com diabetes e que atue de uma forma integrada em função das especificidades de cada doente.

Na tentativa de resposta a esta situação, surge na Unidade Local de Saúde de Matosinhos e mais especificamente nas Unidades de Cuidados da Comunidade, o PrEGeReT (Projeto da Equipa de Gestão do Regime Terapêutico) direcionado á Diabetes tipo II, que representa cerca de 90% do total de utentes com diabetes.

É um projeto idealizado por Enfermeiros pelo facto de os Enfermeiros serem elementos centrais no desenvolvimento de estratégias de suporte à autovigilância e à gestão dos diferentes regimes terapêutico, tendo em atenção o potencial do utente para melhorar o seu conhecimento e as capacidades para lidar com a sua condição de doença crónica.

Centrado nas necessidades individuais de cada utente e em estreita colaboração com os diferentes elementos da equipa multidisciplinar, o projeto visa empoderar o utente/ prestador de cuidados, fornecendo-lhes os “instrumentos necessários” para melhorar a gestão do regime terapêutico nas suas diversas componentes: alimentação, atividade física, regime medicamentoso e autovigilância.

Desta forma, os utentes com critérios para integrar a Equipa do PrEGeReT são referenciados pela equipa de saúde familiar ou pela Consulta de Endocrinologia da ULSM, sendo posteriormente marcada consulta de Enfermagem em contexto de Centro de Saúde ou domiciliar, de acordo com as necessidades do utente.

O Nutricionista e o Fisioterapeuta serão responsáveis, respetivamente pela definição e implementação do programa alimentar e de atividade Física.

O acompanhamento pelo Fisioterapeuta pode ter carater individual ou em grupo, de acordo com as condições e necessidades de cada utente, sendo que o objetivo será tornar o utente autónomo na prática de atividade física.

Os utentes terão alta ao fim de um ano ou quando atingirem os objetivos inicialmente definidos.


Saúde Escolar

A intervenção da Saúde Escolar visa contribuir para a obtenção de ganhos em saúde através da promoção de contextos escolares favoráveis à saúde. Assenta nos princípios das Escolas Promotoras de Saúde e numa metodologia de trabalho por projeto, tendo como ponto de partida as necessidades reais da população escolar, contribuindo para elevar o nível de literacia para a saúde e melhorar o estilo de vida da comunidade educativa. Norma nº 015/2015 de 12/08/2015.

 

Quem somos – Grupo de Enfermeiros de Saúde Escolar (GESE)

Ana Carina Marques | Enfermeira Especialista em Saúde Infantil e Pediatria

@ – anacarina.marques@ulsm.min-saude.pt

Maria da Graça Fonseca | Enfermeira Especialista em Saúde Comunitária

@ – graca.fonseca@ulsm.min-saude.pt

  • Sorrisos

Através do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral pretende-se:

  • Contribuir para a melhoria da saúde oral da comunidade educativa
  • Melhorar conhecimentos e comportamentos sobre a alimentação e higiene oral
  • Aumentar a percentagem de crianças livres de cárie.

A população alvo são as crianças a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC.

Intervenção:

  • Realização de um rastreio de saúde oral às crianças com 5 anos e respetivo encaminhamento para os serviços de saúde, em parceria com a autarquia
  • Sessões de Educação para a Saúde no jardim-de-infância e 1º ciclo sobre Higiene oral, treino de escovagem para desenvolvimento de habilidades, Alimentação saudável promovendo a diminuição do consumo de alimentos cariogénicos (em especial os ingeridos no intervalo das refeições, ex: alimentos açucarados)
  • Implementação da escovagem (JI e 1º ciclo); bochecho fluoretado (1º ciclo)
  • Emissão de cheques-dentista aos 7, 10 e 13 anos.

 

  • DeciDIR

Promove as competências comunicacionais, habilidades interpessoais, estratégias de copping, habilidades de autogestão, tomada de decisão e habilidades de pensamento crítico, num trabalho sistemático, organizado e consistente.

A população alvo são as crianças a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC, desde o 3º ano, do 1º ciclo, até ao 3º ciclo.

Intervenção:

Sessões de Educação para a Saúde com vista ao desenvolvimento de competências socioemocionais, nas áreas:

  • Educação para os afetos e sexualidade
  • Alimentação saudável e atividade física
  • Higiene corporal e saúde oral
  • Hábitos de sono e repouso
  • Prevenção de consumo de tabaco, bebidas alcoólicas e substâncias psicoactivas, comportamentos aditivos sem substância
  • Prevenção dos acidentes e primeiros socorros.

 

  • Inclusão

Necessidades de Saúde Especiais (NSE) – resultam dos problemas de saúde física e mental que tenham impacto na funcionalidade, produzam limitações acentuadas em qualquer órgão ou sistema, impliquem irregularidade na frequência escolar e possam comprometer o processo de aprendizagem.
Objetivos:

  • Colaborar ativamente no processo de inclusão das crianças e jovens com características particulares resultantes do seu contexto pessoal, familiar e sociocultural, potencialmente geradoras de estigmatização
  • Garantir o acompanhamento das crianças e jovens com NSE.

População alvo:

Todas as crianças e jovens com Necessidades de Saúde Especiais a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC.

Intervenção:

  • Favorecer a articulação entre a Escola e os recursos de Saúde disponíveis
  • Capacitar a comunidade educativa na aquisição de competências adequadas ao acompanhamento das crianças e jovens com NSE.

 

  • Saúde em Movimento

Este projeto tem como objetivo a capacitação das crianças do Jardim de Infância e 1º ciclo para a adoção da variabilidade postural dentro do alinhamento nas diversas atividades que realizam, não só no contexto escolar, mas também durante todo o seu dia, de modo a promover a saúde músculo-esquelética e a prevenir futuras repercussões negativas que posturas mantidas podem ter nesta.

Para além disso, este projeto pretende, a longo prazo, ter contributo na promoção de atividade física nas crianças.

 

A PNAE é um modelo de atuação que assenta em dois eixos de intervenção, gerido por uma equipa de coordenação multidisciplinar e que se traduz por um Plano Estratégico de Intervenção Anual para cada Agrupamento Escolar. A sua finalidade é capacitar a comunidade escolar para melhorar os hábitos alimentares, através da criação de ambientes alimentares saudáveis nas escolas.

1) Eixo do ambiente alimentar escolar

Objetivo geral:

  • Melhorar qualitativamente e quantitativamente a oferta alimentar dos refeitórios, bufetes, máquinas de venda automática de alimentos e bebidas e de momentos que envolvam o consumo alimentar.

Âmbito de atuação:

    • Considera a legislação em vigor
    • Aproveita Programas alimentares em curso (Regime de Fruta Escolar e Programa de Leite Escolar)
    • Promove marketing de alimentos e bebidas
    • Regulamenta a oferta alimentar para ocasiões especiais.

(2) Eixo da comunidade escolar:

Objetivos gerais:

  • Promover a literacia alimentar e nutricional
  • Capacitar para escolhas alimentares saudáveis
  • Colaborar com necessidades alimentares especiais dos alunos.

Âmbito de atuação:

  • Articula com organizações governamentais, empresas de restauração coletiva e/ou outra entidades colaboradoras
  • Abrange a Educação alimentar a toda a comunidade escolar
  • Integra projetos de promoção da alimentação saudável já em curso: “Aprende a Comer com a Fada Dentinho” e o “PASSE – Programa de Alimentação Saudável em Saúde Escolar”
  • Dá origem a novos projetos de intervenção: “Movimento de lanches Saudáveis”; “O que dizem os teus rótulos”.

Maria Ana Carvalho | Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica


Preparação Para o Parto e Parentalidade

Tornar-se mãe e pai é um fenómeno complexo, que implica uma mudança no ciclo de vida das pessoas/famílias e que pode ser afetado por certas condições como o significado do acontecimento, as expetativas, o nível de conhecimentos /competências, o ambiente, o nível de planeamento e ainda o bem-estar físico e emocional.

Torna-se assim essencial a promoção de uma transição saudável para parentalidade, através do empoderamento na gravidez, da consciencialização, da tomada de decisão informada e ainda a mobilização dos recursos pessoais e externos, permitindo a vivência plena, positiva e enriquecedora da gravidez, do parto e da transição para a parentalidade.

É neste contexto que o Bem-Me-Quer desenvolve a sua atividade assistencial, no âmbito da prestação de cuidados de Enfermagem especializados na área de Saúde Materna e Obstétrica e Saúde Infantil e Pediátrica, integrados, com a finalidade de promover a vivência saudável da gravidez, do parto e da parentalidade, assim como a saúde do bebé nos primeiros 12 meses de vida, nas seguintes valências:

  1. Preparação para o Parto e Parentalidade
  2. Preparação Aquática para o Parto (atividade temporariamente suspensa)
  3. Apoio à Amamentação
  4. Massagem Infantil
  5. Educação Parental
  6. Recuperação Pós-Parto

A referenciação para o Bem-Me-Quer, em qualquer uma das suas valências, pode ser feita através da sua equipa de saúde familiar ou diretamente para o secretariado da Unidade de Cuidados na Comunidade.

1.Preparação para o Parto e Parentalidade

Tem início a partir das 24 semanas de gestação e inclui consultas individuais e intervenções em grupo. As práticas assistenciais implementadas, assentam na evidência científica e incluem sessões teóricas de preparação para a parentalidade e promoção da adaptação ao papel parental. As intervenções teóricas e práticas de preparação para o parto promovem a experienciação de diferentes estratégias de relaxamento e respiração; desenvolvem a consciencialização da postura corporal da mobilidade da bacia e fomentam a perceção sensorial. Os conhecimentos sobre o trabalho de parto, a dor de trabalho de parto e estratégias facilitadoras para lidar com a dor fomentam a promoção do empowerment da grávida/casal grávido para a vivência de uma experiência de parto positiva.

2.Preparação Aquática para o Parto

Intervenções em grupo de Preparação Aquática para o Parto que promovem a consciencialização corporal e da respiração, melhoram a postura corporal, promovem a libertação mental e a descontração muscular, permitindo assim, o relaxamento, o aumento da sensação de segurança, proteção e intimidade, e também o envolvimento do casal e a ligação mãe/pai/bebé.

3. Apoio à Amamentação

Consultas individualizadas, dirigidas a cada família, no sentido de promover e apoiar a amamentação e ajudar na resolução de desafios que possam surgir no decorrer desse processo. São dinamizadas por enfermeiras especialistas, com formação específica em amamentação (Conselheiras em Aleitamento Materno).

4. Curso de Massagem Infantil

O curso de massagem infantil é realizado por instrutoras certificadas pela Associação Portuguesa de Massagem Infantil.

Tem como objetivos:

  • Promover o contacto pais/bebé, facilitando assim o seu crescimento de uma forma saudável e harmoniosa
  • Promover a ligação pais-filho(a)
  • Estimular o desenvolvimento infantil
  • Relaxamento/alívio de cólicas/promoção sono/promoção da amamentação

Podem integrar o curso pais com bebés entre o 1º mês de vida até aos 12 meses.

É realizada 1 sessão semanal em grupo. Atualmente, em regime online através da aplicação Teams.

Para inscrição neste curso pode utilizar email da Enfª responsável ou contactar a sua equipa de saúde familiar.

5. Curso de Educação Parental

O Curso de Educação Parental é realizado por uma Enfermeira Especialista em Saúde Infantil e Pediatria.

Tem como objetivo partilhar com os pais/familiares conhecimentos e competências de modo a potenciar o exercício de uma parentalidade saudável e responsável

São trabalhadas diferentes áreas relacionadas com o desenvolvimento infantil no 1º ano de vida tais como o sono, a introdução de alimentos e amamentação.

Podem integrar este curso pais e familiares de bebés entre o 1º e os 12 meses de vida.

É realizada 1 sessão semanal em grupo. Atualmente, em regime online através da aplicação Teams.

Para inscrição neste curso pode utilizar email da Enfª responsável ou contactar a sua equipa de saúde familiar.

6. Recuperação Pós-Parto  (atividade temporariamente suspensa)

Intervenções em grupo, após avaliação individualizada, que visam a promoção da recuperação pós-parto, através de exercícios de consciencialização corporal e reeducação postural e alongamento, recuperação abdominal e do assoalho pélvico.

 


Atividades Adicionais

Consulta de Hipocoagulação no ACES

  • É uma consulta realizada por enfermeiros da UCC, no centro de saúde ou no domicilio, em articulação com médicos do Serviço de Hemoterapia, através de software informático de gestão e monitorização da terapêutica (GOTA), permitindo assim uma melhor acessibilidade e comodidade aos utentes.
  • Nesta consulta realiza-se a avaliação do INR, controlo de terapêutica anticoagulante oral, essencialmente os anticoagulantes orais antagonistas da vitamina K, ensinos sobre a gestão do regime terapêutico e prevenção de complicações.
  • A referenciação e primeira consulta é sempre efetuada no Serviço de Imunohemoterapia do HPH, sendo da sua responsabilidade o agendamento para a consulta de enfermagem no centro de saúde.

 

Rastreios de Saúde Visual Infantil (RSVI)

O rastreio de saúde visual infantil consiste na realização de um exame de foto rastreio aos olhos da criança de uma forma rápida, segura e gratuita.

Este exame permite detetar:

  • ambliopia
  • estrabismo
  • miopia
  • hipermetropia
  • astigmatismo
  • catarata congénita/infantil

Serão convocadas para este rastreio, por carta e sms, as crianças que naquele ano civil completem 2 ou 4 anos de idade. Para garantir o acesso a esta convocatória por favor certifique-se que os seus contactos estão atualizados junto da sua Unidade de saúde.

Para qualquer informação adicional contactar: rsvi@ulsm.min-saude.pt

 

 


Rede Social

A REDE SOCIAL é um programa de intervenção comunitária no Concelho de Matosinhos, cuja finalidade se situa na promoção do desenvolvimento social das populações.

  • Os objetivos incidem na erradicação da pobreza e da exclusão social, na conceção e avaliação das políticas sociais, inovação e renovação de estratégias de intervenção no contexto das dinâmicas existentes e o planeamento estratégico.
  • A sua envolvência incide na comunidade territorial onde se circunscreve, participando na construção e implementação de ações ou atividades que concorrem para a coesão social, bem como participam na elaboração do Diagnóstico Social e do Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Matosinhos, no qual se delimitou áreas prioritárias de intervenção configuradas em torno de sete eixos, respetivamente, Educação, Emprego, Habitação, Situações de Risco, Saúde, Equipamentos e Respostas Sociais e Envelhecimento.

A ULSM integra a Rede Social como entidade parceira ao nível do Núcleo Executivo e das Comissões Sociais de Freguesia.

  • As Comissões Sociais de Freguesia são um espaço de reflexão e de tomada de decisões estratégicas, para sugerir e implementar ações de irradicação ou atenuação da pobreza e exclusão social, onde estão representadas todas as instituições que coexistem e intervêm no espaço territorial das respetivas freguesias.
  • Como estrutura local de acompanhamento participa na operacionalização dos Planos de Desenvolvimento Social, sendo a sua dinamização da responsabilidade das Uniões/Juntas de Freguesia respetivas, na qual se estabelece a cooperação e a articulação nas diferentes parcerias com o objetivo de rentabilizar os recursos e a otimização das respostas sociais no plano local.

 


ECCI – Equipa de Cuidados Continuados Integrados

O que é a Equipa de Cuidados Continuados Integrados (ECCI)

É uma equipa multidisciplinar da responsabilidade dos Cuidados de Saúde Primários e das entidades de apoio social para a prestação de serviços domiciliários, decorrentes da avaliação integral, de cuidados médicos, de enfermagem, de reabilitação e de apoio social, ou outros, a pessoas em situação de dependência funcional, doença terminal ou em processo de convalescença, com rede de suporte social, cuja situação não requer internamento mas que não podem deslocar-se de forma autónoma. De acordo com o Decreto-Lei nº101/2006 – Artigo 27º.

A ECCI é uma equipa domiciliária que se insere na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI). O objetivo desta equipa é promover e/ou recuperar a saúde dos utentes com necessidade de cuidados continuados, em situação de dependência ou em risco de perda de autonomia até aos cuidados terminais e paliativos, mantendo a sua autonomia no seu ambiente habitual de vida. O internamento em ECCI não tem qualquer custo para os utentes.

Qual a população alvo

A população alvo, com critérios de admissão, são todas as pessoas, independentemente da idade, com perda de autonomia, portadoras de diversos tipos e níveis de dependência, que necessitem de intervenções sequenciais de saúde e apoio social.

Quais os critérios de referenciação

A pessoa em situação de dependência com necessidade de cuidados de saúde, que possua um contexto social ou familiar e uma situação de saúde cuja intensidade e complexidade dos cuidados permita a sua prestação no domicílio, de forma temporária ou permanente. Desde que:

  • Avaliação objetiva, de deterioração significativa na realização das Atividades Básicas da Vida Diária;
  • Alta recente de unidade de internamento (hospitalar ou cuidados continuados integrados);
  • Incapacidade de gestão do regime terapêutico;
  • Necessidade de cuidados paliativos, incluindo compensação sintomática possível de realizar no domicilio;
  • Necessidade de cuidados que requeiram um grau de diferenciação que exceda a equipa básica, por ex. Fisioterapia, Psicologia, Terapia Ocupacional, etc.

A referenciação é efetuada pela Equipa de Gestão Altas e pelas equipas das unidades funcionais do ACES – Unidades de Saúde Familiar/Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados, mas precisa sempre da validação por parte de uma Equipa Coordenadora Local (ECL). (Decreto-Lei nº 101/2006, de 6 de Junho.)

Quais são os critérios de exclusão

Para efeito de exclusão devem considerar-se os seguintes critérios:

  • Episódio de doença em fase aguda que requeira internamento em hospital;
  • Necessidade exclusiva de apoio social;
  • Necessidade de internamento para estudo diagnóstico;
  • Inexistência de cuidador informal, no caso de pessoas com elevado grau de dependência.
O que assegura a ECCI
  • Cuidados domiciliários de enfermagem e médicos de natureza preventiva, curativa, reabilitadora e ações paliativas, devendo as visitas dos clínicos ser programadas, regulares e ter por base as necessidades detetadas
  • Cuidados de reabilitação envolvendo enfermeiros de reabilitação e fisioterapeuta
  • Apoio psicossocial e ocupacional envolvendo os familiares e outros prestadores de cuidados (enfermeiro de saúde mental, psicólogo)
  • Intervenção no sentido de capacitar os doentes, familiares e cuidadores de competências e habilidades para responder às necessidades em saúde detetadas
  • Coordenação e gestão de casos com outros recursos de saúde e sociais.
Qual a capacidade da ECCI
  •  Leça da Palmeira – 30 vagas

Ultrapassada a capacidade, os utentes ficam em lista de espera continuando com os cuidados da equipa de saúde familiar.

  • Qual o horário da ECCI
  • Dias úteis – 08h00 às 20h00
  • Fim-de-semana e feriados – 09h00 às 17h00

Em situações programadas o horário poderá ser alargado.

Contato telefónico: 914459778

@-  ecci.ucclp@ulsm.min-saude.pt

 

Quem somos 

Joaquina Garcês | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – joaquina.garces@ulsm.min-saude.pt

Judite Vidal | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – judite.vidal@ulsm.min-saude.pt

Inês Taboada | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – mariaines.mata@ulsm.min-saude.pt

Luciana Moreira | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – luciana.moreira@ulsm.min-saude.pt

Ângela Mota | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ –angela.goncalvesmota@ulsm.min-saude.pt

Ana Rute Pinto | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – anarute.pinto@ulsm.min-saude.pt

 

 


Cuidados Paliativos

O que são Cuidados Paliativos

Os Cuidados Paliativos são cuidados que melhoram a qualidade de vida dos doentes e suas famílias, abordando os problemas associados às doenças incuráveis ou graves, em fase avançada e progressiva, prevenindo e aliviando o sofrimento, através da identificação precoce e avaliação minuciosa da dor e outros problemas físicos, psicológicos, sociais e espirituais.

  • Quem beneficia destes cuidados

Os doentes com necessidades complexas resultado de uma doença incurável, potencialmente fatal ou de prognóstico incerto e suas famílias.

  • Que tipo de cuidados prestamos e como podem ter acesso a Cuidados Paliativos

Somos uma equipa interdisciplinar que inclui médicos, enfermeiros, psicólogo, assistente social e nutricionista.

Os doentes com necessidade de Cuidados Paliativos em casa são habitualmente doentes que apresentam limitação da autonomia e dependência crescente que decorre da doença incurável ou grave em fase avançada ou em progressão.

Os doentes podem ser referenciados pela Equipa de Saúde Familiar, consulta externa de especialidades médicas ou diretamente de internamento hospitalar.

Após uma 1ª visita domiciliária em equipa é definido um plano de cuidados e são acompanhados em função da complexidade qua a sua situação exige. A intervenção desta equipa atende às necessidades físicas (dor, vómitos, falta de ar, etc), psicológicas, sociais e espirituais do doente e família e pode prolongar-se até ao fim-de-vida.

Quem somos

Miguel Pereira | Enfermeiro Pós-graduado em Cuidados Paliativos | Enfermeiro especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – miguel.pereira@ulsm.min-saude.pt

 


Saúde Mental

  • Viver com Demência

À semelhança do que acontece noutros países, em Portugal as pessoas com demência são cada vez em maior número, e as estimativas nacionais e internacionais, perspetivam um aumento muito significativo nos próximos anos. Esta condição de saúde constituiu uma doença progressiva que afeta a pessoa, o cuidador e a sua família nas suas dinâmicas quotidianas. O Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica irá apoiar na gestão da doença, na adaptação às dificuldades, na educação para a saúde, no suporte emocional e na estimulação das funções cognitivas, favorecendo uma melhoria na qualidade de vida. A sua intervenção desenvolve-se em contexto de proximidade, nomeadamente no domicílio, na unidade saúde ou em estruturas da comunidade, individualmente e/ou em grupo.

  • Promoção de Saúde Mental do Idoso

Uma boa saúde mental facilita a resistência (resiliência) à doença, minimiza e retarda o surgimento de alterações e promove uma recuperação mais rápida da doença (WHO, 2002). Este programa é dirigido a pessoas com idade igual ou superior a 65 anos com risco de alterações a nível da saúde mental: imagem corporal; bem-estar (físico, psicológico, emocional e espiritual), emoção (ansiedade, medo, angústia, solidão, tristeza). É composto por atividades individuais do âmbito psicoterapêutico como aconselhamento, psicoeducação, promoção da literacia em saúde mental, da autoestima, socialização e estratégias de coping, assim como redução da ansiedade e relaxamento.

  • Cuidar o Cuidador

Cuidar de uma pessoa com perturbação mental e/ou dependência torna-se um processo difícil, desafiante e exigente, pois requer um conjunto de conhecimentos, capacidades e competências que inicialmente este não possui.

Neste sentido o “Cuidar o cuidador” tem como principal objetivo promover a saúde mental e reduzir a sobrecarga do prestador de cuidados. O trabalho do Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica centra-se no aconselhamento e psicoeducação individual e familiar, quer em contexto domiciliar, quer na unidade de saúde, com o objetivo de os dotar de conhecimentos e capacidades (sobre a doença, a sua evolução, possíveis complicações, gestão do regime terapêutico, gestão de expectativas, estratégias de coping e de promoção da saúde mental) para melhor cuidarem de si e dos seus familiares.

  • Gestão do Regime Terapêutico em Saúde Mental

Assenta na intervenção dirigida a utentes com perturbação mental e graves dificuldades na gestão do regime terapêutico tendo por base a parceria de cuidados que preconiza a cooperação e complementaridade, assentando em três pilares:

  • Acompanhamento de grande proximidade ao utente com perturbação mental e/ou com doenças de evolução crónica e seu cuidador;
  • Partilha de informação e parceria de cuidados com os serviços de neurologia e de psiquiatria do HPH
  • Articulação com as equipas de Saúde Familiar.

Tem como objetivo promover a saúde mental e a adesão dos utentes ao regime terapêutico

  • Intervenção na População com Perturbação Mental

A doença mental representa a principal causa de incapacidade na sociedade, sendo que mais de 1/5 dos portugueses tem, teve ou terá ao longo da vida uma perturbação mental (ansiedade, depressão, problemas ligados ao álcool, esquizofrenia, doença bipolar, entre outras).

Quando uma perturbação mental surge, afeta indivíduo, família e sociedade, com repercussão a vários níveis: físico, emocional, laboral, relacional, económico, etc. A intervenção do Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica da UCC assenta na aproximação do utente à sua comunidade e rotinas, com intervenção em contexto domiciliário, de unidade saúde ou em estruturas da comunidade. O utente e família são considerados parceiros na tomada de decisão onde se pretende ajudar na gestão da doença, na reintegração social, na adesão e gestão do regime terapêutico, na educação sobre a doença, no suporte emocional e na redução do estigma e discriminação.

Quem somos

Eduarda Barros | Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

@ . eduarda.barros@ulsm.min-saude.pt

Cecília Arieira | Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

@ cecilia.arieira@ulsm.min-saude.pt

Sónia Mendes | Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

@ – sonia.mendes@ulsm.min-saude.pt


Reabilitação

Cuidados Domiciliários de Enfermagem de Reabilitação (CDER)

Tem como objetivo  aumentar a acessibilidade aos utentes com necessidades de reabilitação no domicílio pela Equipa de Cuidados Continuados Integrados.

Dirige-se a utentes dependentes, referenciadas pelos profissionais de saúde, com perda de autonomia que não podem ausentar-se do domicílio.

Através de uma consultadoria solicitada pela Unidade de Saúde é realizada visita domiciliária e avaliação do doente, a fim de se agilizar o processo de referenciação à ECCI e eliminar referenciações desajustadas ou sem critérios de inclusão.

Citérios de inclusão: Pessoas dependentes com perda de autonomia transitória e com potencial de recuperação.

Critérios de exclusão: Doença psiquiátrica ou disfunção cognitiva grave (MEEM com score demência grave ou diagnóstico médico); Dependência crónica; Utentes do foro paliativo e sem perspetiva de recuperação funcional; Utentes sem restrição de mobilidade; Ausência de prestador de cuidados.

Quem somos

Judite Vidal | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – judite.vidal@ulsm.min-saude.pt

Programa do doente respiratório crónico

Objetivos

  • Prevenir exacerbações da doença respiratória
  • Diminuir os sintomas associados à doença respiratória e melhorar a sua saúde física e emocional
  • Promover a adoção de comportamentos e estilos de vida saudáveis, melhorando a sua qualidade de vida

Atividades Realizadas

  • Reabilitação respiratória:
    • Sessões de Grupo (podem estar restringidas)
    • Domicilio
    • Unidade de Saúde
  • Consulta de enfermagem de reabilitação
  • Gestão das agudizações
  • Otimização da terapêutica inalatória através da revisão da técnica inalatória a adultos e crianças em colaboração com o médico assistente
  • Reuniões Multidisciplinares

Como aceder

A reabilitação respiratória é uma aliada na sua vida, ajuda a respirar e a viver melhor, por isso tome nota do profissional que o/a pode ajudar:

Quem somos

Ângela Mota | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – angela.goncalvesmota@ulsm.min-saúde.pt


Gestão da Diabetes – PrEGeret

diabetes é hoje considerada uma doença em expansão endémica, que se tornou num grave problema mundial de Saúde Pública, quer pelo número de pessoas afetadas, quer pela elevada mortalidade e morbilidade, quer pelos custos sociais e económicos elevados que envolve. Em Portugal estima-se que a DM afete 13,3% da população com idades entre os 20-79 anos, ou seja, mais de 1 milhão de portugueses neste grupo etário tem diabetes. (Observatório Nacional da Diabetes, 2015). O relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a Saúde indicou Portugal como o País da Europa com a mais alta taxa de prevalência da doença. O tratamento da doença e das suas complicações representam cerca de 10% da despesa em saúde o que corresponde a cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional.

No concelho de Matosinhos, a Diabetes Mellitus apresenta-se como o 6.º problema de saúde mais prevalente e a 6.ª causa de morte, sendo bem conhecido o seu impacto em termos de morbilidade enquanto doença crónica, nomeadamente as complicações que resultam numa diminuição de anos de vida saudável, bem como o impacto financeiro no sistema de saúde.

diabetes é uma doença crónica e progressiva, mas as pessoas com diabetes podem ter uma vida longa e com qualidade de vida mediante um bom controlo glicémico. Estes dados per si sustentam a relevância do acompanhamento regular e contínuo da pessoa com diabetes e justificam a necessidade de existência de uma consulta que envolva uma equipa profissional multidisciplinar, com experiência nas diferentes áreas importantes para a pessoa com diabetes e que atue de uma forma integrada em função das especificidades de cada doente.

Na tentativa de resposta a esta situação, surge na Unidade Local de Saúde de Matosinhos e mais especificamente nas Unidades de Cuidados da Comunidade, o PrEGeReT (Projeto da Equipa de Gestão do Regime Terapêutico) direcionado á Diabetes tipo II, que representa cerca de 90% do total de utentes com diabetes.

É um projeto idealizado por Enfermeiros pelo facto de os Enfermeiros serem elementos centrais no desenvolvimento de estratégias de suporte à autovigilância e à gestão dos diferentes regimes terapêutico, tendo em atenção o potencial do utente para melhorar o seu conhecimento e as capacidades para lidar com a sua condição de doença crónica.

Centrado nas necessidades individuais de cada utente e em estreita colaboração com os diferentes elementos da equipa multidisciplinar, o projeto visa empoderar o utente/ prestador de cuidados, fornecendo-lhes os “instrumentos necessários” para melhorar a gestão do regime terapêutico nas suas diversas componentes: alimentação, atividade física, regime medicamentoso e autovigilância.

Desta forma, os utentes com critérios para integrar a Equipa do PrEGeReT são referenciados pela equipa de saúde familiar ou pela Consulta de Endocrinologia da ULSM, sendo posteriormente marcada consulta de Enfermagem em contexto de Centro de Saúde ou domiciliar, de acordo com as necessidades do utente.

O Nutricionista e o Fisioterapeuta serão responsáveis, respetivamente pela definição e implementação do programa alimentar e de atividade Física.

O acompanhamento pelo Fisioterapeuta pode ter carater individual ou em grupo, de acordo com as condições e necessidades de cada utente, sendo que o objetivo será tornar o utente autónomo na prática de atividade física.

Os utentes terão alta ao fim de um ano ou quando atingirem os objetivos inicialmente definidos.

 


Saúde Escolar

A intervenção da Saúde Escolar visa contribuir para a obtenção de ganhos em saúde através da promoção de contextos escolares favoráveis à saúde. Assenta nos princípios das Escolas Promotoras de Saúde e numa metodologia de trabalho por projeto, tendo como ponto de partida as necessidades reais da população escolar, contribuindo para elevar o nível de literacia para a saúde e melhorar o estilo de vida da comunidade educativa. Norma nº 015/2015 de 12/08/2015.

Quem Somos 

Carmen Vieira | Enfermeira Especialista em Enfermagem Comunitária

@ – carmen.vieira@ulsm.min-saude.pt

Catarina Afonso | Enfermeira Especialista em Enfermagem Comunitária | Mestrada em Enfermagem Comunitária

@ – catarina.afonso@ulsm.min-saude.pt

 

  • Sorrisos

Através do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral pretende-se:

  • Contribuir para a melhoria da saúde oral da comunidade educativa
  • Melhorar conhecimentos e comportamentos sobre a alimentação e higiene oral
  • Aumentar a percentagem de crianças livres de cárie.

A população alvo são as crianças a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC.

Intervenção:

  • Realização de um rastreio de saúde oral às crianças com 5 anos e respetivo encaminhamento para os serviços de saúde, em parceria com a autarquia
  • Sessões de Educação para a Saúde no jardim-de-infância e 1º ciclo sobre Higiene oral, treino de escovagem para desenvolvimento de habilidades, Alimentação saudável promovendo a diminuição do consumo de alimentos cariogénicos (em especial os ingeridos no intervalo das refeições, ex: alimentos açucarados)
  • Implementação da escovagem (JI e 1º ciclo); bochecho fluoretado (1º ciclo)
  • Emissão de cheques-dentista aos 7, 10 e 13 anos.

 

  • DecidIR

Promove as competências comunicacionais, habilidades interpessoais, estratégias de copping, habilidades de autogestão, tomada de decisão e habilidades de pensamento crítico, num trabalho sistemático, organizado e consistente.

A população alvo são as crianças a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC, desde o 3º ano, do 1º ciclo, até ao 3º ciclo.

Intervenção:

Sessões de Educação para a Saúde com vista ao desenvolvimento de competências socioemocionais, nas áreas:

  • Educação para os afetos e sexualidade
  • Alimentação saudável e atividade física
  • Higiene corporal e saúde oral
  • Hábitos de sono e repouso
  • Prevenção de consumo de tabaco, bebidas alcoólicas e substâncias psicoactivas, comportamentos aditivos sem substância
  • Prevenção dos acidentes e primeiros socorros.

 

  • Inclusão

Necessidades de Saúde Especiais (NSE) – resultam dos problemas de saúde física e mental que tenham impacto na funcionalidade, produzam limitações acentuadas em qualquer órgão ou sistema, impliquem irregularidade na frequência escolar e possam comprometer o processo de aprendizagem.
Objetivos:

  • Colaborar ativamente no processo de inclusão das crianças e jovens com características particulares resultantes do seu contexto pessoal, familiar e sociocultural, potencialmente geradoras de estigmatização
  • Garantir o acompanhamento das crianças e jovens com NSE.

População alvo:

Todas as crianças e jovens com Necessidades de Saúde Especiais a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC.

Intervenção:

  • Favorecer a articulação entre a Escola e os recursos de Saúde disponíveis
  • Capacitar a comunidade educativa na aquisição de competências adequadas ao acompanhamento das crianças e jovens com NSE.

 

A PNAE é um modelo de atuação que assenta em dois eixos de intervenção, gerido por uma equipa de coordenação multidisciplinar e que se traduz por um Plano Estratégico de Intervenção Anual para cada Agrupamento Escolar. A sua finalidade é capacitar a comunidade escolar para melhorar os hábitos alimentares, através da criação de ambientes alimentares saudáveis nas escolas.

(1) Eixo do ambiente alimentar escolar

Objetivo geral:

  • Melhorar qualitativamente e quantitativamente a oferta alimentar dos refeitórios, bufetes, máquinas de venda automática de alimentos e bebidas e de momentos que envolvam o consumo alimentar.

Âmbito de atuação:

    • Considera a legislação em vigor
    • Aproveita Programas alimentares em curso (Regime de Fruta Escolar e Programa de Leite Escolar)
    • Promove marketing de alimentos e bebidas
    • Regulamenta a oferta alimentar para ocasiões especiais.

(2) Eixo da comunidade escolar:

Objetivos gerais:

  • Promover a literacia alimentar e nutricional
  • Capacitar para escolhas alimentares saudáveis
  • Colaborar com necessidades alimentares especiais dos alunos.

Âmbito de atuação:

  • Articula com organizações governamentais, empresas de restauração coletiva e/ou outra entidades colaboradoras
  • Abrange a Educação alimentar a toda a comunidade escolar
  • Integra projetos de promoção da alimentação saudável já em curso: “Aprende a Comer com a Fada Dentinho” e o “PASSE – Programa de Alimentação Saudável em Saúde Escolar”
  • Dá origem a novos projetos de intervenção: “Movimento de lanches Saudáveis”; “O que dizem os teus rótulos”.

Quem somos

Tânia Magalhães | Nutricionista | Especialista em Nutrição Comunitária e Saúde Pública | Mestre em Saúde Pública

@ – tania.magalhaes@ulsm.min-saude.pt


Preparação Para o Parto e Parentalidade

Tornar-se mãe e pai é um fenómeno complexo, que implica uma mudança no ciclo de vida das pessoas/famílias e que pode ser afetado por certas condições como o significado do acontecimento, as expetativas, o nível de conhecimentos /competências, o ambiente, o nível de planeamento e ainda o bem-estar físico e emocional.

Torna-se assim essencial a promoção de uma transição saudável para parentalidade, através do empoderamento na gravidez, da consciencialização, da tomada de decisão informada e ainda a mobilização dos recursos pessoais e externos, permitindo a vivência plena, positiva e enriquecedora da gravidez, do parto e da transição para a parentalidade.

É neste contexto que o Bem-Me-Quer desenvolve a sua atividade assistencial, no âmbito da prestação de cuidados de Enfermagem especializados na área de Saúde Materna e Obstétrica e Saúde Infantil e Pediátrica, integrados, com a finalidade de promover a vivência saudável da gravidez, do parto e da parentalidade, assim como a saúde do bebé nos primeiros 12 meses de vida, nas seguintes valências:

  1. Preparação para o Parto e Parentalidade
  2. Preparação Aquática para o Parto (atividade temporariamente suspensa)
  3. Apoio à Amamentação
  4. Massagem Infantil
  5. Educação Parental
  6. Recuperação Pós-Parto

A referenciação para o Bem-Me-Quer, em qualquer uma das suas valências, pode ser feita através da sua equipa de saúde familiar ou diretamente para o secretariado da Unidade de Cuidados na Comunidade.

1.Preparação para o Parto e Parentalidade

Tem início a partir das 24 semanas de gestação e inclui consultas individuais e intervenções em grupo. As práticas assistenciais implementadas, assentam na evidência científica e incluem sessões teóricas de preparação para a parentalidade e promoção da adaptação ao papel parental. As intervenções teóricas e práticas de preparação para o parto promovem a experienciação de diferentes estratégias de relaxamento e respiração; desenvolvem a consciencialização da postura corporal da mobilidade da bacia e fomentam a perceção sensorial. Os conhecimentos sobre o trabalho de parto, a dor de trabalho de parto e estratégias facilitadoras para lidar com a dor fomentam a promoção do empowerment da grávida/casal grávido para a vivência de uma experiência de parto positiva.

2.Preparação Aquática para o Parto

Intervenções em grupo de Preparação Aquática para o Parto que promovem a consciencialização corporal e da respiração, melhoram a postura corporal, promovem a libertação mental e a descontração muscular, permitindo assim, o relaxamento, o aumento da sensação de segurança, proteção e intimidade, e também o envolvimento do casal e a ligação mãe/pai/bebé.

3. Apoio à Amamentação

Consultas individualizadas, dirigidas a cada família, no sentido de promover e apoiar a amamentação e ajudar na resolução de desafios que possam surgir no decorrer desse processo. São dinamizadas por enfermeiras especialistas, com formação específica em amamentação (Conselheiras em Aleitamento Materno).

4. Curso de Massagem Infantil

O curso de massagem infantil é realizado por instrutoras certificadas pela Associação Portuguesa de Massagem Infantil.

Tem como objetivos:

  • Promover o contacto pais/bebé, facilitando assim o seu crescimento de uma forma saudável e harmoniosa
  • Promover a ligação pais-filho(a)
  • Estimular o desenvolvimento infantil
  • Relaxamento/alívio de cólicas/promoção sono/promoção da amamentação

Podem integrar o curso pais com bebés entre o 1º mês de vida até aos 12 meses.

É realizada 1 sessão semanal em grupo. Atualmente, em regime online através da aplicação Teams.

Para inscrição neste curso pode utilizar email da Enfª responsável ou contactar a sua equipa de saúde familiar.

5. Curso de Educação Parental

O Curso de Educação Parental é realizado por uma Enfermeira Especialista em Saúde Infantil e Pediatria.

Tem como objetivo partilhar com os pais/familiares conhecimentos e competências de modo a potenciar o exercício de uma parentalidade saudável e responsável

São trabalhadas diferentes áreas relacionadas com o desenvolvimento infantil no 1º ano de vida tais como o sono, a introdução de alimentos e amamentação.

Podem integrar este curso pais e familiares de bebés entre o 1º e os 12 meses de vida.

É realizada 1 sessão semanal em grupo. Atualmente, em regime online através da aplicação Teams.

Para inscrição neste curso pode utilizar email da Enfª responsável ou contactar a sua equipa de saúde familiar.

Quem somos 

Joana Varela | Enfermeira Especialista em Saúde Materna e Obstétrica

  • preparação para o parto e parentalidade
  • preparação aquática para o parto
  • apoio à amamentação

@ – joana.varela@ulsm.min-saude.pt

Marta Machado | Enfermeira Especialista  em Saúde Infantil e Pediátrica | Mestre em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica

  • preparação para a parentalidade
  • apoio à amamentação
  • curso de educação parental
  • massagem infantil
  • consulta especializada de enfermagem em saúde infantil

@ – marta.machado@ulsm.min-saude.pt

 

 


Impacto da comunicação como fator crítico de sucesso no desempenho dos profissionais

Na revista da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares fomos notícia com o nosso Sistema de Gestão da Conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal.


Rede Social

A REDE SOCIAL é um programa de intervenção comunitária no Concelho de Matosinhos, cuja finalidade se situa na promoção do desenvolvimento social das populações.

  • Os objetivos incidem na erradicação da pobreza e da exclusão social, na conceção e avaliação das políticas sociais, inovação e renovação de estratégias de intervenção no contexto das dinâmicas existentes e o planeamento estratégico.
  • A sua envolvência incide na comunidade territorial onde se circunscreve, participando na construção e implementação de ações ou atividades que concorrem para a coesão social, bem como participam na elaboração do Diagnóstico Social e do Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Matosinhos, no qual se delimitou áreas prioritárias de intervenção configuradas em torno de sete eixos, respetivamente, Educação, Emprego, Habitação, Situações de Risco, Saúde, Equipamentos e Respostas Sociais e Envelhecimento.

A ULSM integra a Rede Social como entidade parceira ao nível do Núcleo Executivo e das Comissões Sociais de Freguesia.

  • As Comissões Sociais de Freguesia são um espaço de reflexão e de tomada de decisões estratégicas, para sugerir e implementar ações de irradicação ou atenuação da pobreza e exclusão social, onde estão representadas todas as instituições que coexistem e intervêm no espaço territorial das respetivas freguesias.
  • Como estrutura local de acompanhamento participa na operacionalização dos Planos de Desenvolvimento Social, sendo a sua dinamização da responsabilidade das Uniões/Juntas de Freguesia respetivas, na qual se estabelece a cooperação e a articulação nas diferentes parcerias com o objetivo de rentabilizar os recursos e a otimização das respostas sociais no plano local.

 

@ – sandra.rodrigues@ulsm.min-saude.pt

 


ECCI – Equipa de Cuidados Continuados Integrados

O que é a Equipa de Cuidados Continuados Integrados (ECCI)

É uma equipa multidisciplinar da responsabilidade dos Cuidados de Saúde Primários e das entidades de apoio social para a prestação de serviços domiciliários, decorrentes da avaliação integral, de cuidados médicos, de enfermagem, de reabilitação e de apoio social, ou outros, a pessoas em situação de dependência funcional, doença terminal ou em processo de convalescença, com rede de suporte social, cuja situação não requer internamento mas que não podem deslocar-se de forma autónoma. De acordo com o Decreto-Lei nº101/2006 – Artigo 27º.

A ECCI é uma equipa domiciliária que se insere na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI). O objetivo desta equipa é promover e/ou recuperar a saúde dos utentes com necessidade de cuidados continuados, em situação de dependência ou em risco de perda de autonomia até aos cuidados terminais e paliativos, mantendo a sua autonomia no seu ambiente habitual de vida. O internamento em ECCI não tem qualquer custo para os utentes.

Qual a população alvo

A população alvo, com critérios de admissão, são todas as pessoas, independentemente da idade, com perda de autonomia, portadoras de diversos tipos e níveis de dependência, que necessitem de intervenções sequenciais de saúde e apoio social.

Quais os critérios de referenciação

A pessoa em situação de dependência com necessidade de cuidados de saúde, que possua um contexto social ou familiar e uma situação de saúde cuja intensidade e complexidade dos cuidados permita a sua prestação no domicílio, de forma temporária ou permanente. Desde que:

  • Avaliação objetiva, de deterioração significativa na realização das Atividades Básicas da Vida Diária;
  • Alta recente de unidade de internamento (hospitalar ou cuidados continuados integrados);
  • Incapacidade de gestão do regime terapêutico;
  • Necessidade de cuidados paliativos, incluindo compensação sintomática possível de realizar no domicilio;
  • Necessidade de cuidados que requeiram um grau de diferenciação que exceda a equipa básica, por ex. Fisioterapia, Psicologia, Terapia Ocupacional, etc.

A referenciação é efetuada pela Equipa de Gestão Altas e pelas equipas das unidades funcionais do ACES – Unidades de Saúde Familiar/Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados, mas precisa sempre da validação por parte de uma Equipa Coordenadora Local (ECL). (Decreto-Lei nº 101/2006, de 6 de Junho.)

Quais são os critérios de exclusão

Para efeito de exclusão devem considerar-se os seguintes critérios:

  • Episódio de doença em fase aguda que requeira internamento em hospital;
  • Necessidade exclusiva de apoio social;
  • Necessidade de internamento para estudo diagnóstico;
  • Inexistência de cuidador informal, no caso de pessoas com elevado grau de dependência.
O que assegura a ECCI
  • Cuidados domiciliários de enfermagem e médicos de natureza preventiva, curativa, reabilitadora e ações paliativas, devendo as visitas dos clínicos ser programadas, regulares e ter por base as necessidades detetadas
  • Cuidados de reabilitação envolvendo enfermeiros de reabilitação e fisioterapeuta
  • Apoio psicossocial e ocupacional envolvendo os familiares e outros prestadores de cuidados (enfermeiro de saúde mental, psicólogo)
  • Intervenção no sentido de capacitar os doentes, familiares e cuidadores de competências e habilidades para responder às necessidades em saúde detetadas
  • Coordenação e gestão de casos com outros recursos de saúde e sociais.
Qual a capacidade da ECCI
  •  Matosinhos – 20 vagas

Ultrapassada a capacidade, os utentes ficam em lista de espera continuando com os cuidados da equipa de saúde familiar.

  • Qual o horário da ECCI
  • Dias úteis – 08h00 às 20h00
  • Fim-de-semana e feriados – 09h00 às 17h00

Em situações programadas o horário poderá ser alargado.

Contactos

Telemóvel: 914460403

@ – ecci.uccm@ulsm-saude.pt

 

Quem somos

Juliana Mota | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação | Responsável da ECCI

  • Cuidados na área da reabilitação
  • ECCI

@ – juliana.mota@ulsm.min-saude.pt 

Artur Correia | Enfermeiro Especialista em Enfermagem de reabilitação

  • Cuidados na área da reabilitação
  • ECCI

@ – artur.correia@ulsm.min-saude.pt 

Paulo Maia | Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação

  • Cuidados na área da reabilitação
  • ECCI

@ – paulo.maia@ulsm.min-saude.pt 

Teresa Ruano | Fisioterapeuta | Experiencia na área de músculo-esqueléticos e medicina desportiva, ortopedia, neurologia adulto, geriatria e saúde comunitária | Educador Clínico da  Escola Superior de  Saúde do Porto | Formação em Pilates Clínico no  Australian Physiotherapy and Pilates Institute (APPI)

  • Fisioterapia
  • ECCI
  • Diabetes tipo II (PREGERET)

@ –  teresa.ruano@ulsm.min-saude.pt 


Cuidados Paliativos

O que são Cuidados Paliativos

Os Cuidados Paliativos são cuidados que melhoram a qualidade de vida dos doentes e suas famílias, abordando os problemas associados às doenças incuráveis ou graves, em fase avançada e progressiva, prevenindo e aliviando o sofrimento, através da identificação precoce e avaliação minuciosa da dor e outros problemas físicos, psicológicos, sociais e espirituais.

  • Quem beneficia destes cuidados

Os doentes com necessidades complexas resultado de uma doença incurável, potencialmente fatal ou de prognóstico incerto e suas famílias.

  • Que tipo de cuidados prestamos e como podem ter acesso a Cuidados Paliativos

Somos uma equipa interdisciplinar que inclui médicos, enfermeiros, psicólogo, assistente social e nutricionista.

Os doentes com necessidade de Cuidados Paliativos em casa são habitualmente doentes que apresentam limitação da autonomia e dependência crescente que decorre da doença incurável ou grave em fase avançada ou em progressão.

Os doentes podem ser referenciados pela Equipa de Saúde Familiar, consulta externa de especialidades médicas ou diretamente de internamento hospitalar.

Após uma 1ª visita domiciliária em equipa é definido um plano de cuidados e são acompanhados em função da complexidade qua a sua situação exige. A intervenção desta equipa atende às necessidades físicas (dor, vómitos, falta de ar, etc), psicológicas, sociais e espirituais do doente e família e pode prolongar-se até ao fim-de-vida.

 

Quem somos 

Eliana Frias | Enfermeira com Curso conducente ao grau de Mestre em Cuidados | Integra a Equipa de Cuidados Paliativos  da ULSM desde 2010, na área dos cuidados paliativos domiciliários | Formadora na área dos Cuidados Paliativos

  • Cuidados Paliativos

@ – eliana.frias@ulsm.min-saude.pt 

 


Saúde Mental

  • Viver com Demência

À semelhança do que acontece noutros países, em Portugal as pessoas com demência são cada vez em maior número, e as estimativas nacionais e internacionais, perspetivam um aumento muito significativo nos próximos anos. Esta condição de saúde constituiu uma doença progressiva que afeta a pessoa, o cuidador e a sua família nas suas dinâmicas quotidianas. O Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica irá apoiar na gestão da doença, na adaptação às dificuldades, na educação para a saúde, no suporte emocional e na estimulação das funções cognitivas, favorecendo uma melhoria na qualidade de vida. A sua intervenção desenvolve-se em contexto de proximidade, nomeadamente no domicílio, na unidade saúde ou em estruturas da comunidade, individualmente e/ou em grupo.

Objetivos do projeto:

  • Capacitar os utentes e/ou cuidadores para a gestão das alterações cognitivas, comportamentais e emocionais inerentes a um processo demencial, e suas implicações nas
    atividades de vida diária
  • Melhorar a qualidade de vida da pessoa com demência/Défice Cognitivo Ligeiro e seus cuidadores

A quem se dirige:

  • Pessoas com diagnóstico de demência ou défice cognitivo ligeiro e seus cuidadores

Atividades Realizadas:

  • Acompanhamento preferencial em contexto domiciliário, permitindo-nos perceber e enquadrar todo o contexto da pessoa com demência e seus cuidadores e adequar estratégias de uma forma individual e personalizada
  • Estimulação Cognitiva individual e em grupo
  • Grupos de psicoeducação para os cuidadores
  • Promoção de Saúde Mental do Idoso

Uma boa saúde mental facilita a resistência (resiliência) à doença, minimiza e retarda o surgimento de alterações e promove uma recuperação mais rápida da doença (WHO, 2002). Este programa é dirigido a pessoas com idade igual ou superior a 65 anos com risco de alterações a nível da saúde mental: imagem corporal; bem-estar (físico, psicológico, emocional e espiritual), emoção (ansiedade, medo, angústia, solidão, tristeza). É composto por atividades individuais do âmbito psicoterapêutico como aconselhamento, psicoeducação, promoção da literacia em saúde mental, da autoestima, socialização e estratégias de coping, assim como redução da ansiedade e relaxamento.

Objetivos:

  • Promover a Saúde Mental dos Idosos da área de abrangência.

A quem se dirige:

  • Utentes com idade igual ou superior a 65 anos com alteração a nível da saúde mental: imagem corporal; bem-estar (físico, psicológico, emocional e espiritual), emoção (ansiedade, medo,
    angústia, solidão, tristeza)

Atividades Realizadas:

  • Acompanhamento preferencialmente em contexto domiciliário
  • Acompanhamento individual de âmbito psicoterapêutico
  • Cuidar o Cuidador

Cuidar de uma pessoa com perturbação mental e/ou dependência torna-se um processo difícil, desafiante e exigente, pois requer um conjunto de conhecimentos, capacidades e competências que inicialmente este não possui.

Neste sentido o “Cuidar o cuidador” tem como principal objetivo promover a saúde mental e reduzir a sobrecarga do prestador de cuidados. O trabalho do Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica centra-se no aconselhamento e psicoeducação individual e familiar, quer em contexto domiciliar, quer na unidade de saúde, com o objetivo de os dotar de conhecimentos e capacidades (sobre a doença, a sua evolução, possíveis complicações, gestão do regime terapêutico, gestão de expectativas, estratégias de coping e de promoção da saúde mental) para melhor cuidarem de si e dos seus familiares.

  • Intervenção na População com Perturbação Mental

A doença mental representa a principal causa de incapacidade na sociedade, sendo que mais de 1/5 dos portugueses tem, teve ou terá ao longo da vida uma perturbação mental (ansiedade, depressão, problemas ligados ao álcool, esquizofrenia, doença bipolar, entre outras).

Quando uma perturbação mental surge, afeta indivíduo, família e sociedade, com repercussão a vários níveis: físico, emocional, laboral, relacional, económico, etc. A intervenção do Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica da UCC assenta na aproximação do utente à sua comunidade e rotinas, com intervenção em contexto domiciliário, de unidade saúde ou em estruturas da comunidade. O utente e família são considerados parceiros na tomada de decisão onde se pretende ajudar na gestão da doença, na reintegração social, na adesão e gestão do regime terapêutico, na educação sobre a doença, no suporte emocional e na redução do estigma e discriminação.

Objetivos:

  • Capacitar utentes e cuidadores/familiares para a gestão da doença
  • Promover a reintegração social, adesão e gestão do regime terapêutico, psicoeducação e suporte emocional à família

A quem se dirige:

  • Utentes com diagnóstico de doença mental e seus cuidadores/família

Atividades Realizadas:

  • Acompanhamento individual de âmbito psicoterapêutico
  • Psicoeducação individual aos cuidadores/família
  • Administração dos Antipsicóticos de Longa Duração (em articulação com o Departamento de Saúde Mental do Hospital Pedro Hispano).

Quem somos 

Daniela Machado | Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

  • Atividade dirigida à Literacia e Promoção de Saúde Mental;
  • Colaboradora no Programa de Promoção de Saúde Mental Positiva aos colaboradores da ULSM;
  • ECCI

@ –  daniela.machado@ulsm.min-saude.pt 

Cristina Vilarinho | Enfermeira especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

  • Saúde Mental
  • Viver com  Demência
  • Promoção de Saúde Mental do Idoso
  • Intervenção na Pessoa com Perturbação Mental
  • Cuidar o cuidador

@ – cristina.vilarinho@ulsm.min-saude.pt

Marta Marques Valadar | Enfermeira especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica | Mestre em Saúde Mental e Psiquiátrica | Pós graduação em Supervisão Clínica e em Educação de Adultos

  • Saúde Escolar
  • Necessidade de Saúde Especiais
  • Centro de atendimento a Jovens
  • Saúde Mental

@ – marta.valadar@ulsm.min-saude.pt 


Gestão da Diabetes – PrEGeret

diabetes é hoje considerada uma doença em expansão endémica, que se tornou num grave problema mundial de Saúde Pública, quer pelo número de pessoas afetadas, quer pela elevada mortalidade e morbilidade, quer pelos custos sociais e económicos elevados que envolve. Em Portugal estima-se que a DM afete 13,3% da população com idades entre os 20-79 anos, ou seja, mais de 1 milhão de portugueses neste grupo etário tem diabetes. (Observatório Nacional da Diabetes, 2015). O relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a Saúde indicou Portugal como o País da Europa com a mais alta taxa de prevalência da doença. O tratamento da doença e das suas complicações representam cerca de 10% da despesa em saúde o que corresponde a cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional.

No concelho de Matosinhos, a Diabetes Mellitus apresenta-se como o 6.º problema de saúde mais prevalente e a 6.ª causa de morte, sendo bem conhecido o seu impacto em termos de morbilidade enquanto doença crónica, nomeadamente as complicações que resultam numa diminuição de anos de vida saudável, bem como o impacto financeiro no sistema de saúde.

diabetes é uma doença crónica e progressiva, mas as pessoas com diabetes podem ter uma vida longa e com qualidade de vida mediante um bom controlo glicémico. Estes dados per si sustentam a relevância do acompanhamento regular e contínuo da pessoa com diabetes e justificam a necessidade de existência de uma consulta que envolva uma equipa profissional multidisciplinar, com experiência nas diferentes áreas importantes para a pessoa com diabetes e que atue de uma forma integrada em função das especificidades de cada doente.

Na tentativa de resposta a esta situação, surge na Unidade Local de Saúde de Matosinhos e mais especificamente nas Unidades de Cuidados da Comunidade, o PrEGeReT (Projeto da Equipa de Gestão do Regime Terapêutico) direcionado á Diabetes tipo II, que representa cerca de 90% do total de utentes com diabetes.

É um projeto idealizado por Enfermeiros pelo facto de os Enfermeiros serem elementos centrais no desenvolvimento de estratégias de suporte à autovigilância e à gestão dos diferentes regimes terapêutico, tendo em atenção o potencial do utente para melhorar o seu conhecimento e as capacidades para lidar com a sua condição de doença crónica.

Centrado nas necessidades individuais de cada utente e em estreita colaboração com os diferentes elementos da equipa multidisciplinar, o projeto visa empoderar o utente/ prestador de cuidados, fornecendo-lhes os “instrumentos necessários” para melhorar a gestão do regime terapêutico nas suas diversas componentes: alimentação, atividade física, regime medicamentoso e autovigilância.

Desta forma, os utentes com critérios para integrar a Equipa do PrEGeReT são referenciados pela equipa de saúde familiar ou pela Consulta de Endocrinologia da ULSM, sendo posteriormente marcada consulta de Enfermagem em contexto de Centro de Saúde ou domiciliar, de acordo com as necessidades do utente.

O Nutricionista e o Fisioterapeuta serão responsáveis, respetivamente pela definição e implementação do programa alimentar e de atividade Física.

O acompanhamento pelo Fisioterapeuta pode ter carater individual ou em grupo, de acordo com as condições e necessidades de cada utente, sendo que o objetivo será tornar o utente autónomo na prática de atividade física.

Os utentes terão alta ao fim de um ano ou quando atingirem os objetivos inicialmente definidos.

Quem somos

Pedro Monteiro | Enfermeiro | Licenciatura em Ciências da Nutrição | Técnico Superior de Higiene e Segurança no Trabalho

  • Diabetes tipo II (PREGERET)
  • Hipocoagulação
  • Membro do Conselho Técnico
  • Interlocutor da Gestão de Risco

@ – pedro.monteiro@ulsm.min-saude.pt 

Teresa Ruano | Fisioterapeuta | Experiencia na área de músculo-esqueléticos e medicina desportiva, ortopedia, neurologia adulto, geriatria e saúde comunitária | Educador Clínico da  Escola Superior de  Saúde do Porto | Formação em Pilates Clínico no  Australian Physiotherapy and Pilates Institute (APPI)

  • Fisioterapia
  • ECCI
  • Diabetes tipo II (PREGERET)

@ –  teresa.ruano@ulsm.min-saude.pt 


Preparação para o Parto e Parentalidade

 

Tornar-se mãe e pai é um fenómeno complexo, que implica uma mudança no ciclo de vida das pessoas/famílias e que pode ser afetado por certas condições como o significado do acontecimento, as expetativas, o nível de conhecimentos /competências, o ambiente, o nível de planeamento e ainda o bem-estar físico e emocional.

Torna-se assim essencial a promoção de uma transição saudável para parentalidade, através do empoderamento na gravidez, da consciencialização, da tomada de decisão informada e ainda a mobilização dos recursos pessoais e externos, permitindo a vivência plena, positiva e enriquecedora da gravidez, do parto e da transição para a parentalidade.

É neste contexto que o Bem-Me-Quer desenvolve a sua atividade assistencial, no âmbito da prestação de cuidados de Enfermagem especializados na área de Saúde Materna e Obstétrica e Saúde Infantil e Pediátrica, integrados, com a finalidade de promover a vivência saudável da gravidez, do parto e da parentalidade, assim como a saúde do bebé nos primeiros 12 meses de vida, nas seguintes valências:

  1. Preparação para o Parto e Parentalidade
  2. Preparação Aquática para o Parto (atividade temporariamente suspensa)
  3. Apoio à Amamentação
  4. Massagem Infantil
  5. Educação Parental
  6. Recuperação Pós-Parto

A referenciação para o Bem-Me-Quer, em qualquer uma das suas valências, pode ser feita através da sua equipa de saúde familiar ou diretamente para o secretariado da Unidade de Cuidados na Comunidade.

1.Preparação para o Parto e Parentalidade

Tem início a partir das 24 semanas de gestação e inclui consultas individuais e intervenções em grupo. As práticas assistenciais implementadas, assentam na evidência científica e incluem sessões teóricas de preparação para a parentalidade e promoção da adaptação ao papel parental. As intervenções teóricas e práticas de preparação para o parto promovem a experienciação de diferentes estratégias de relaxamento e respiração; desenvolvem a consciencialização da postura corporal da mobilidade da bacia e fomentam a perceção sensorial. Os conhecimentos sobre o trabalho de parto, a dor de trabalho de parto e estratégias facilitadoras para lidar com a dor fomentam a promoção do empowerment da grávida/casal grávido para a vivência de uma experiência de parto positiva.

2.Preparação Aquática para o Parto

Intervenções em grupo de Preparação Aquática para o Parto que promovem a consciencialização corporal e da respiração, melhoram a postura corporal, promovem a libertação mental e a descontração muscular, permitindo assim, o relaxamento, o aumento da sensação de segurança, proteção e intimidade, e também o envolvimento do casal e a ligação mãe/pai/bebé.

3. Apoio à Amamentação

Consultas individualizadas, dirigidas a cada família, no sentido de promover e apoiar a amamentação e ajudar na resolução de desafios que possam surgir no decorrer desse processo. São dinamizadas por enfermeiras especialistas, com formação específica em amamentação.

4. Curso de Massagem Infantil

O curso de massagem infantil é realizado por instrutoras certificadas pela Associação Portuguesa de Massagem Infantil.

Tem como objetivos:

  • Promover o contacto pais/bebé, facilitando assim o seu crescimento de uma forma saudável e harmoniosa
  • Promover a ligação pais-filho(a)
  • Estimular o desenvolvimento infantil
  • Relaxamento/alívio de cólicas/promoção sono/promoção da amamentação

Podem integrar o curso pais com bebés entre o 1º mês de vida até aos 12 meses.

É realizada 1 sessão semanal em grupo. Atualmente, em regime online através da aplicação Teams.

Para inscrição neste curso pode utilizar email da Enfª responsável ou contactar a sua equipa de saúde familiar.

5. Curso de Educação Parental

O Curso de Educação Parental é realizado por uma Enfermeira Especialista em Saúde Infantil e Pediatria.

Tem como objetivo partilhar com os pais/familiares conhecimentos e competências de modo a potenciar o exercício de uma parentalidade saudável e responsável

São trabalhadas diferentes áreas relacionadas com o desenvolvimento infantil no 1º ano de vida tais como o sono, a introdução de alimentos e amamentação.

Podem integrar este curso pais e familiares de bebés entre o 1º e os 12 meses de vida.

É realizada 1 sessão semanal em grupo. Atualmente, em regime online através da aplicação Teams.

Para inscrição neste curso pode utilizar email da Enfª responsável ou contactar a sua equipa de saúde familiar.

6. Recuperação Pós-Parto (atividade temporariamente suspensa)

Intervenções em grupo, após avaliação individualizada, que visam a promoção da recuperação pós-parto, através de exercícios de consciencialização corporal e reeducação postural e alongamento, recuperação abdominal e do assoalho pélvico.

Quem somos

Silvia Santos | Enfermeira, Enfermeira especialista em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica | Consultora de lactação (IBCLC)

  • Preparação para o parto e Parentalidade
  • Aconselhamento em aleitamento materno
  • Recuperação Pós-parto

@ – silvia.santos@ulsm.min-saude.pt 

Conceição Santa Martha | Enfermeira, Enfermeira Especialista em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica | Instrutora de preparação para o parto em meio aquático | Consultora de lactação (IBC LC)

  • Preparação para o parto e Parentalidade
  • Aconselhamento em aleitamento materno

@ – conceicao.santamartha@ulsm.min-saude.pt 

Fiama Marques | Enfermeira, Enfermeira Especialista em Saúde Infantil  e Pediatria | Formação na área da massagem infantil | Formação específica na dinamização de grupos parentais | Conselheira de Amamentação pela OMS/UNICEF

  • Gestão de grupos de parentais no projeto bem-me-quer
  • Instrutora de massagem infantil

@ – fiama.marques@ulsm.min-saude.pt 

 


Hospital Pedro Hispano regista aumento de nascimentos em 2021

Atendimento e humanização do parto atraem grávidas de todo o país  

Em 2021 nasceram 1 595 bebés no Hospital Pedro Hispano/ULSM, mais 28 bebés do que no ano anterior, revelando uma tendência crescente da procura desta instituição pelas grávidas e casais para o nascimento dos seus filhos.

Num ano em que o número de nascimento em Portugal atingiu mínimos históricos – 2021 registou um total nacional abaixo dos 80 mil bebés, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, a partir da realização dos “testes do pezinho” –, os resultados da atividade do Bloco de Partos do Hospital Pedro Hispano revestem-se de especial importância e são um motivo de orgulho para a instituição e seus profissionais.

Em 2020 nasceram 1 566 bebés no Hospital Pedro Hispano, número que subiu para 1 595 bebés em 2021, acompanhado de uma diminuição do número de partos por cesariana (428) comparativamente ao ano anterior (436).

De salientar ainda que do número total de nascimentos registado no ano passado (1 595), cerca de 70% referem-se a grávidas fora do concelho de Matosinhos, o que revela uma procura cada vez maior do HPH pelos casais de outros concelhos e cidades, de Vila Real a Santa Cruz das Flores, passando por Lisboa e Faro.

As excelentes condições do Bloco de Parto, do Serviço de Obstetrícia e da recém-renovada Unidade Materno-Fetal, bem como existência de uma Unidade de Neonatologia de referência, que as grávidas podem conhecer previamente através de uma visita agendada, ajudam a explicar esta dinâmica de procura, mas acima de tudo é o acompanhamento de uma equipa dedicada e a humanização do parto, respeitando o Plano de Nascimento e a expetativa da grávida/casal, que motivam esta procura crescente do HPH para o de nascimento dos seus bebés.

Decisiva para a escolha dos jovens casais foi também a continuidade do projeto Pai 24horas que, apesar da situação de pandemia, possibilitou a presença do pai/acompanhante durante o período de internamento da mãe e bebé no serviço de Obstetrícia.

De referir ainda que como Hospital Amigo dos Bebés, o HPH cumpre e incentiva uma politica de promoção do aleitamento materno, disponibilizando uma linha telefónica de apoio que funciona 24 horas (22 939 13 40 – Linha da Amamentação do Hospital Pedro Hispano).

 

 

Matosinhos, 21 janeiro 2022

Para mais informações, contactar Paula Carvalho: Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE| Assessoria de Imprensa | Gabinete de Comunicação e Relações Públicas paula.carvalho@ulsm.min-saude.pt | tlf 229 391 008


Saúde Escolar

A intervenção da Saúde Escolar visa contribuir para a obtenção de ganhos em saúde através da promoção de contextos escolares favoráveis à saúde. Assenta nos princípios das Escolas Promotoras de Saúde e numa metodologia de trabalho por projeto, tendo como ponto de partida as necessidades reais da população escolar, contribuindo para elevar o nível de literacia para a saúde e melhorar o estilo de vida da comunidade educativa. Norma nº 015/2015 de 12/08/2015

  • Sorrisos

Através do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral pretende-se:

  • Contribuir para a melhoria da saúde oral da comunidade educativa
  • Melhorar conhecimentos e comportamentos sobre a alimentação e higiene oral
  • Aumentar a percentagem de crianças livres de cárie.

A população alvo são as crianças a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC.

Intervenção:

  • Realização de um rastreio de saúde oral às crianças com 5 anos e respetivo encaminhamento para os serviços de saúde, em parceria com a autarquia
  • Sessões de Educação para a Saúde no jardim-de-infância e 1º ciclo sobre Higiene oral, treino de escovagem para desenvolvimento de habilidades, Alimentação saudável promovendo a diminuição do consumo de alimentos cariogénicos (em especial os ingeridos no intervalo das refeições, ex: alimentos açucarados)
  • Implementação da escovagem (JI e 1º ciclo); bochecho fluoretado (1º ciclo)
  • Emissão de cheques-dentista aos 7, 10 e 13 anos.
  • DeciDIR

Promove as competências comunicacionais, habilidades interpessoais, estratégias de copping, habilidades de autogestão, tomada de decisão e habilidades de pensamento crítico, num trabalho sistemático, organizado e consistente.

A população alvo são as crianças a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC, desde o 3º ano, do 1º ciclo, até ao 3º ciclo.

Intervenção:

Sessões de Educação para a Saúde com vista ao desenvolvimento de competências socioemocionais, nas áreas:

  • Educação para os afetos e sexualidade
  • Alimentação saudável e atividade física
  • Higiene corporal e saúde oral
  • Hábitos de sono e repouso
  • Prevenção de consumo de tabaco, bebidas alcoólicas e substâncias psicoactivas, comportamentos aditivos sem substância
  • Prevenção dos acidentes e primeiros socorros.
  • Inclusão

Necessidades de Saúde Especiais (NSE) – resultam dos problemas de saúde física e mental que tenham impacto na funcionalidade, produzam limitações acentuadas em qualquer órgão ou sistema, impliquem irregularidade na frequência escolar e possam comprometer o processo de aprendizagem.
Objetivos:

  • Colaborar ativamente no processo de inclusão das crianças e jovens com características particulares resultantes do seu contexto pessoal, familiar e sociocultural, potencialmente geradoras de estigmatização
  • Garantir o acompanhamento das crianças e jovens com NSE.

População alvo:

Todas as crianças e jovens com Necessidades de Saúde Especiais a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC.

Intervenção:

  • Favorecer a articulação entre a Escola e os recursos de Saúde disponíveis
  • Capacitar a comunidade educativa na aquisição de competências adequadas ao acompanhamento das crianças e jovens com NSE.

 

  • Ser +

Atividades Realizadas

Educação para a Saúde centradas nas competências socio-emocionais que contribuam para empoderar os jovens para promover uma saúde mental positiva; Ação focada na:

A PNAE é um modelo de atuação que assenta em dois eixos de intervenção, gerido por uma equipa de coordenação multidisciplinar e que se traduz por um Plano Estratégico de Intervenção Anual para cada Agrupamento Escolar. A sua finalidade é capacitar a comunidade escolar para melhorar os hábitos alimentares, através da criação de ambientes alimentares saudáveis nas escolas.

(1) Eixo do ambiente alimentar escolar

Objetivo geral:

  • Melhorar qualitativamente e quantitativamente a oferta alimentar dos refeitórios, bufetes, máquinas de venda automática de alimentos e bebidas e de momentos que envolvam o consumo alimentar.

Âmbito de atuação:

    • Considera a legislação em vigor
    • Aproveita Programas alimentares em curso (Regime de Fruta Escolar e Programa de Leite Escolar)
    • Promove marketing de alimentos e bebidas
    • Regulamenta a oferta alimentar para ocasiões especiais.

(2) Eixo da comunidade escolar:

Objetivos gerais:

  • Promover a literacia alimentar e nutricional
  • Capacitar para escolhas alimentares saudáveis
  • Colaborar com necessidades alimentares especiais dos alunos.

Âmbito de atuação:

  • Articula com organizações governamentais, empresas de restauração coletiva e/ou outra entidades colaboradoras
  • Abrange a Educação alimentar a toda a comunidade escolar
  • Integra projetos de promoção da alimentação saudável já em curso: “Aprende a Comer com a Fada Dentinho” e o “PASSE – Programa de Alimentação Saudável em Saúde Escolar”
  • Dá origem a novos projetos de intervenção: “Movimento de lanches Saudáveis”; “O que dizem os teus rótulos”.

 

Quem somos 

Paula Santos | Enfermeira Especialista em Saúde Comunitária e Saúde Publica | Mestranda de Gestão de Organizações – Ramo da saúde | Pós graduação em Saúde Familiar

  • Saúde Escolar
  • Necessidade de Saúde Especiais
  • Centro de atendimento a Jovens
  • Auditorias Clínicas

@ – paula.santos@ulsm.min-saude.pt 

Marta Marques Valadar | Enfermeira especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica | Mestre em Saúde Mental e Psiquiátrica | Pós graduação em Supervisão Clínica e em Educação de Adultos

  • Saúde Escolar
  • Necessidade de Saúde Especiais
  • Centro de atendimento a Jovens
  • Saúde Mental

@ – marta.valadar@ulsm.min-saude.pt 

Sandra Santos | Enfermeira Especialista Saúde Comunitária e Saúde Pública

  • Intervenção Comunitária e Saúde Escolar
  • Necessidades de Saúde Especiais UCC Matosinhos

@ – sandra.santos@ulsm.min-saude.pt

Ana Rita Moura | Nutricionista 

@ – anarita.moura@ulsm.min-saude.pt 


Equipa UCC de Leça da Palmeira

Coordenadora: Clara Soares| Enfermeira Especialista Saúde Comunitária | Pós-graduação em Gestão de Enfermagem em Unidades de Saúde

@ – Clara.soares@ulsm.min-saude.pt

Miguel Pereira | Enfermeiro da Equipa de Cuidados Paliativos da ULSM | Enfermeiro Pós-graduado em Cuidados Paliativos |Enfermeiro especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – miguel.pereira@ulsm.min-saude.pt

Joaquina Garcês | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – joaquina.garces@ulsm.min-saude.pt

Judite Vidal | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – judite.vidal@ulsm.min-saude.pt

Inês Taboada | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – mariaines.mata@ulsm.min-saude.pt

Luciana Moreira | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – luciana.moreira@ulsm.min-saude.pt

Ângela Mota | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – angela.goncalvesmota@ulsm.min-saude.pt

Ana Rute Pinto | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação

@ – anarute.pinto@ulsm.min-saude.pt

Cecília Arieira | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Saúde Mental

@ – Cecilia.Arieira@ulsm.min-saude.pt

Joana Varela | Enfermeira Especialista em Saúde Materna e Obstétrica

@ – Joana.Varela@ulsm.min-saude.pt

Marta Machado | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica | Mestre em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica

@ – Marta.Machado@ulsm.min-saude.pt

Eduarda Barros | Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

@ – eduarda.barros@ulsm.min-saude.pt

Sónia Mendes | Enfermeira

@ – sonia.mendes@ulsm.min-saude.pt

Carmen Vieira | Enfermeira Especialista em Enfermagem Comunitária

@ – carmen.vieira@ulsm.min-saude.pt

Catarina Afonso | Enfermeira Especialista em Enfermagem Comunitária

@- catarina.afonso@ulsm.min-saude.pt

Marina Martins | Fisioterapeuta

@ – marina.borregomartins@ulsm.min-saude.pt

 


ECCI – Equipa de Cuidados Continuados Integrados

O que é a Equipa de Cuidados Continuados Integrados (ECCI)

É uma equipa multidisciplinar da responsabilidade dos Cuidados de Saúde Primários e das entidades de apoio social para a prestação de serviços domiciliários, decorrentes da avaliação integral, de cuidados médicos, de enfermagem, de reabilitação e de apoio social, ou outros, a pessoas em situação de dependência funcional, doença terminal ou em processo de convalescença, com rede de suporte social, cuja situação não requer internamento mas que não podem deslocar-se de forma autónoma. De acordo com o Decreto-Lei nº101/2006 – Artigo 27º.

A ECCI é uma equipa domiciliária que se insere na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI). O objetivo desta equipa é promover e/ou recuperar a saúde dos utentes com necessidade de cuidados continuados, em situação de dependência ou em risco de perda de autonomia até aos cuidados terminais e paliativos, mantendo a sua autonomia no seu ambiente habitual de vida. O internamento em ECCI não tem qualquer custo para os utentes.

Qual a população alvo

A população alvo, com critérios de admissão, são todas as pessoas, independentemente da idade, com perda de autonomia, portadoras de diversos tipos e níveis de dependência, que necessitem de intervenções sequenciais de saúde e apoio social.

Quais os critérios de referenciação

A pessoa em situação de dependência com necessidade de cuidados de saúde, que possua um contexto social ou familiar e uma situação de saúde cuja intensidade e complexidade dos cuidados permita a sua prestação no domicílio, de forma temporária ou permanente. Desde que:

  • Avaliação objetiva, de deterioração significativa na realização das Atividades Básicas da Vida Diária;
  • Alta recente de unidade de internamento (hospitalar ou cuidados continuados integrados);
  • Incapacidade de gestão do regime terapêutico;
  • Necessidade de cuidados paliativos, incluindo compensação sintomática possível de realizar no domicilio;
  • Necessidade de cuidados que requeiram um grau de diferenciação que exceda a equipa básica, por ex. Fisioterapia, Psicologia, Terapia Ocupacional, etc.

A referenciação é efetuada pela Equipa de Gestão Altas e pelas equipas das unidades funcionais do ACES – Unidades de Saúde Familiar/Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados, mas precisa sempre da validação por parte de uma Equipa Coordenadora Local (ECL). (Decreto-Lei nº 101/2006, de 6 de Junho.)

Quais são os critérios de exclusão

Para efeito de exclusão devem considerar-se os seguintes critérios:

  • Episódio de doença em fase aguda que requeira internamento em hospital;
  • Necessidade exclusiva de apoio social;
  • Necessidade de internamento para estudo diagnóstico;
  • Inexistência de cuidador informal, no caso de pessoas com elevado grau de dependência.
O que assegura a ECCI
  • Cuidados domiciliários de enfermagem e médicos de natureza preventiva, curativa, reabilitadora e ações paliativas, devendo as visitas dos clínicos ser programadas, regulares e ter por base as necessidades detetadas
  • Cuidados de reabilitação envolvendo enfermeiros de reabilitação e fisioterapeuta
  • Apoio psicossocial e ocupacional envolvendo os familiares e outros prestadores de cuidados (enfermeiro de saúde mental, psicólogo)
  • Intervenção no sentido de capacitar os doentes, familiares e cuidadores de competências e habilidades para responder às necessidades em saúde detetadas
  • Coordenação e gestão de casos com outros recursos de saúde e sociais.
Qual a capacidade da ECCI
  •  Matosinhos – 20 vagas

Ultrapassada a capacidade, os utentes ficam em lista de espera continuando com os cuidados da equipa de saúde familiar.

  • Qual o horário da ECCI
  • Dias úteis – 08h00 às 20h00
  • Fim-de-semana e feriados – 09h00 às 17h00

Em situações programadas o horário poderá ser alargado.

Contactos

Telemóvel: 914460403

@ – ecci.uccm@ulsm-saude.pt 


Reabilitação

  • Cuidados Domiciliários de Enfermagem de Reabilitação (CDER)

Objetivo: Aumentar a acessibilidade aos utentes com necessidades de reabilitação no domicílio pela Equipa de Cuidados Continuados Integrados.

A quem se dirige: Utentes dependentes, referenciadas pelos profissionais de saúde, com perda de autonomia que não podem ausentar-se do domicílio.

Atividades Realizadas: Através de uma consultadoria solicitada pela Unidade de Saúde é realizada visita domiciliária e avaliação do doente, a fim de se agilizar o processo de referenciação à ECCI e eliminar referenciações desajustadas ou sem critérios de inclusão.

  •  Programa do Doente Respiratório Crónico

Objetivos

  • Prevenir exacerbações da doença respiratória
  • Diminuir os sintomas associados à doença respiratória e melhorar a sua saúde física e emocional
  • Promover a adoção de comportamentos e estilos de vida saudáveis, melhorando a sua qualidade de vida

Atividades Realizadas

  • Reabilitação respiratória:
    • Sessões de Grupo (podem estar restringidas)
    • Domicilio
    • Unidade de Saúde
  • Consulta de enfermagem de reabilitação
  • Gestão das agudizações
  • Otimização da terapêutica inalatória através da revisão da técnica inalatória a adultos e crianças em colaboração com o médico assistente
  • Reuniões Multidisciplinares

Como aceder

A reabilitação respiratória é uma aliada na sua vida, ajuda a respirar e a viver melhor, por isso tome nota do profissional que o/a pode ajudar:

liliana.silva@ulsm.min-saúde.pt

Liliana Silva | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação | Formação avançada em reabilitação respiratória e em terapêutica inalatória | Curso intermédio de Cuidados Paliativos |

Curso de tratamento e prevenção do tabagismo


Equipa UCC Matosinhos

Coordenadora:  Manuela Pereira | Enfermeira especialista em Enfermagem de Reabilitação |Pós graduação em enfermagem avançada | Pós graduação gestão de unidades de saúde

  • Gestão da UCC de Matosinhos
  • Cuidados na área da reabilitação
  • ECCI

@ – manuela.pereira@ulsm.min-saude.pt 

Daniela Machado | Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

  • Atividade dirigida à Literacia e Promoção de Saúde Mental;
  • Colaboradora no Programa de Promoção de Saúde Mental Positiva aos colaboradores da ULSM;
  • ECCI

@ –  daniela.machado@ulsm.min-saude.pt 

Eliana Frias | Enfermeira com Curso conducente ao grau de Mestre em Cuidados | Integra a Equipa de Cuidados Paliativos  da ULSM desde 2010, na área dos cuidados paliativos domiciliários | Formadora na área dos Cuidados Paliativos

  • Cuidados Paliativos

@ – eliana.frias@ulsm.min-saude.pt 

Artur Correia | Enfermeiro Especialista em Enfermagem de reabilitação

  • Cuidados na área da reabilitação
  • ECCI

@ – artur.correia@ulsm.min-saude.pt 

Paulo Maia | Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Reabilitação

  • Cuidados na área da reabilitação
  • ECCI

@ – paulo.maia@ulsm.min-saude.pt 

Juliana Mota | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação | Responsável da ECCI

  • Cuidados na área da reabilitação
  • ECCI

@ – juliana.mota@ulsm.min-saude.pt 

Liliana Silva | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Reabilitação | Formação avançada em reabilitação respiratória e em terapêutica inalatória | Curso intermédio de Cuidados Paliativos |

Curso de tratamento e prevenção do tabagismo

  • Doente Respiratório Crónico

@ –  liliana.silva@ulsm.min-saude.pt 

Helena Festas | Enfermeira Especialista em Enfermagem de Saúde Comunitária | Mestre em Saúde Comunitária | Pós graduação em Gestão de Serviços de Saúde | Pós graduação em Controlo de Infeção

  • Gestão de Risco
  • Elo da Qualidade
  • Responsável pela consulta da Doença Cardiocérebrovascular – Hipocoagulados
  • Auditora Interna da Qualidade

@ – helena.festas@ulsm.min-saude.pt

Cristina Vilarinho | Enfermeira especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

  • Saúde Mental
  • Viver com  Demência
  • Promoção de Saúde Mental do Idoso
  • Intervenção na Pessoa com Perturbação Mental
  • Cuidar o cuidador

@ – cristina.vilarinho@ulsm.min-saude.pt

Pedro Monteiro | Enfermeiro | Licenciatura em Ciências da Nutrição | Técnico Superior de Higiene e Segurança no Trabalho

  • Diabetes tipo II (PREGERET)
  • Hipocoagulação
  • Membro do Conselho Técnico
  • Interlocutor da Gestão de Risco

@ – pedro.monteiro@ulsm.min-saude.pt 

Paula Santos | Enfermeira Especialista em Saúde Comunitária e Saúde Publica | Mestranda de Gestão de Organizações – Ramo da saúde | Pós graduação em Saúde Familiar

  • Saúde Escolar
  • Necessidade de Saúde Especiais
  • Centro de atendimento a Jovens
  • Auditorias Clínicas

@ – paula.santos@ulsm.min-saude.pt 

Marta Marques Valadar | Enfermeira especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica | Mestre em Saúde Mental e Psiquiátrica | Pós graduação em Supervisão Clínica e em Educação de Adultos

  • Saúde Escolar
  • Necessidade de Saúde Especiais
  • Centro de atendimento a Jovens
  • Saúde Mental

@ – marta.valadar@ulsm.min-saude.pt 

Sandra Santos | Enfermeira Especialista Saúde Comunitária e Saúde Pública

  • Intervenção Comunitária e Saúde Escolar
  • Necessidades de Saúde Especiais UCC Matosinhos

@ – sandra.santos@ulsm.min-saude.pt

Silvia Santos | Enfermeira, Enfermeira especialista em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica | Consultora de lactação (IBC LC)

  • Preparação para o parto e Parentalidade
  • Aconselhamento em aleitamento materno
  • Recuperação Pós-parto

@ – silvia.santos@ulsm.min-saude.pt 

Conceição Santa Martha | Enfermeira, Enfermeira Especialista em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica | Instrutora de preparação para o parto em meio aquático | Consultora de lactação (IBC LC)

  • Preparação para o parto e Parentalidade
  • Aconselhamento em aleitamento materno

@ – conceicao.santamartha@ulsm.min-saude.pt 

Fiama Marques | Enfermeira, Enfermeira Especialista em Saúde Infantil  e Pediatria | Formação na área da massagem infantil | Formação específica na dinamização de grupos parentais

  • Gestão de grupos de parentais no projeto bem-me-quer
  • Instrutora de massagem infantil

@ – fiama.marques@ulsm.min-saude.pt 

Teresa Ruano | Fisioterapeuta | Experiencia na área de músculo-esqueléticos e medicina desportiva, ortopedia, neurologia adulto, geriatria e saúde comunitária | Educador Clínico da  Escola Superior de  Saúde do Porto | Formação em Pilates Clínico no  Australian Physiotherapy and Pilates Institute (APPI)

  • Fisioterapia
  • ECCI
  • Diabetes tipo II (PREGERET)

@ –  teresa.ruano@ulsm.min-saude.pt 

Sandra Rodrigues | Assistente Social do Centro de Saúde de Matosinhos

@ – sandra.rodrigues@ulsm.min-saude.pt 

Ana Rita Moura | Nutricionista 

@ – anarita.moura@ulsm.min-saude.pt 

 


Atividades Adicionais

Consulta de Hipocoagulação no ACES

  • É uma consulta realizada por enfermeiros da UCC, no centro de saúde ou no domicilio, em articulação com médicos do Serviço de Hemoterapia, através de software informático de gestão e monitorização da terapêutica (GOTA), permitindo assim uma melhor acessibilidade e comodidade aos utentes.
  • Nesta consulta realiza-se a avaliação do INR, controlo de terapêutica anticoagulante oral, essencialmente os anticoagulantes orais antagonistas da vitamina K, ensinos sobre a gestão do regime terapêutico e prevenção de complicações.

Rastreios de Saúde Visual Infantil (RSVI)

O rastreio de saúde visual infantil consiste na realização de um exame de foto rastreio aos olhos da criança de uma forma rápida, segura e gratuita.

Este exame permite detetar:

  • ambliopia
  • estrabismo
  • miopia
  • hipermetropia
  • astigmatismo
  • catarata congénita/infantil

Serão convocadas para este rastreio, por carta e sms, as crianças que naquele ano civil completem 2 ou 4 anos de idade. Para garantir o acesso a esta convocatória por favor certifique-se que os seus contactos estão atualizados junto da sua Unidade de saúde.

Para qualquer informação adicional contactar: rsvi@ulsm.min-saude.pt

Novas Metas

A quem se dirige

Intervenção na área da redução de riscos e minimização de danos na população consumidora de substâncias psicoativas (pareceria com a ADEIMA e SICAD)

Objetivos

Diminuir comportamentos de risco associados ao consumo de substâncias psicoativas lícitas e ilícitas.

Melhorar as condições de saúde dos indivíduos e as suas condições psicossociais e económicas.

Atividades realizadas

Atividades no âmbito da administração de terapêutica, prestação de cuidados de saúde, troca de seringas, apoio psicossocial e orientação para serviços de rede.

Centro de Apoio a Jovens (CAJ)

Enfermeiros da UCC com apoio da Casa da Juventude

Em articulação com:

  • Equipa de Saúde Familiar
  • Nutricionista
  • Psicóloga da Casa da Juventude

A quem se dirige

  • Jovens com idade entre 10-24 anos.

Objetivos

  • Criar um espaço de atendimento e aconselhamento ao jovem, que lhe permita a livre expressão de sentimentos e problemas, através de uma relação empática e sigilosa;
  • Orientar os jovens para a tomada de decisões conscientes e responsáveis;

Atividades Realizadas

  • Atendimento anónimo, gratuito e personalizado;
  • Informação ampla e isenta sobre contraceção;
  • Prevenção da doença/infeção e promoção da saúde;
  • Orientação de problemas afetivos, relacionais, escolares e familiares;
  • Fornecimento de folhetos informativos sobre saúde
  • Conversas de afetos – Educações para saúde no âmbito de comportamentos saudáveis

Associação Planeamento Familiar Biquinha

 


Atividades Adicionais

Consulta de Hipocoagulação no ACES

  • É uma consulta realizada por enfermeiros da UCC, no centro de saúde ou no domicilio, em articulação com médicos do Serviço de Hemoterapia, através de software informático de gestão e monitorização da terapêutica (GOTA), permitindo assim uma melhor acessibilidade e comodidade aos utentes.
  • Nesta consulta realiza-se a avaliação do INR, controlo de terapêutica anticoagulante oral, essencialmente os anticoagulantes orais antagonistas da vitamina K, ensinos sobre a gestão do regime terapêutico e prevenção de complicações.

 

Quem somos

Elisabete Moura | Enfermeira Especialista Saúde Infantil e Pediátrica

@ – elisabete.moura@ulsm.min-saude.pt

 

Rastreios de Saúde Visual Infantil (RSVI)

O rastreio de saúde visual infantil consiste na realização de um exame de foto rastreio aos olhos da criança de uma forma rápida, segura e gratuita.

Este exame permite detetar:

  • ambliopia
  • estrabismo
  • miopia
  • hipermetropia
  • astigmatismo
  • catarata congénita/infantil

Serão convocadas para este rastreio, por carta e sms, as crianças que naquele ano civil completem 2 ou 4 anos de idade. Para garantir o acesso a esta convocatória por favor certifique-se que os seus contactos estão atualizados junto da sua Unidade de saúde.

Para qualquer informação adicional contactar: rsvi@ulsm.min-saude.pt

 

Conversas de afetos

Projeto em articulação com a Câmara Municipal de Matosinhos, em parceria com a Casa da Juventude de S. Mamede de Infesta, com a finalidade de promover a equidade no acesso aos cuidados de Saúde Escolar dos alunos das escolas profissionais da área de SMI.

Projeto implementado desde 2016, no qual são trabalhadas com os jovens, com recurso a estratégias predominantemente ativas, com objetivo de trabalhar as competências socio emocionais dos jovens.

As áreas temáticas trabalhadas são:

  • Educação para os afetos e sexualidade
  • Relações Saudáveis vs Relações tóxicas
  • Prevenção de comportamentos aditivos com e sem substância
  • Suporte Básico de Vida

 

Quem somos

Sílvia Silva |Enfermeira Especialista em Saúde Comunitária

@ – silvia.silva@ulsm.min-saude.pt


Rede Social

A REDE SOCIAL é um programa de intervenção comunitária no Concelho de Matosinhos, cuja finalidade se situa na promoção do desenvolvimento social das populações.

  • Os objetivos incidem na erradicação da pobreza e da exclusão social, na conceção e avaliação das políticas sociais, inovação e renovação de estratégias de intervenção no contexto das dinâmicas existentes e o planeamento estratégico.
  • A sua envolvência incide na comunidade territorial onde se circunscreve, participando na construção e implementação de ações ou atividades que concorrem para a coesão social, bem como participam na elaboração do Diagnóstico Social e do Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Matosinhos, no qual se delimitou áreas prioritárias de intervenção configuradas em torno de sete eixos, respetivamente, Educação, Emprego, Habitação, Situações de Risco, Saúde, Equipamentos e Respostas Sociais e Envelhecimento.

A ULSM integra a Rede Social como entidade parceira ao nível do Núcleo Executivo e das Comissões Sociais de Freguesia.

  • As Comissões Sociais de Freguesia são um espaço de reflexão e de tomada de decisões estratégicas, para sugerir e implementar ações de irradicação ou atenuação da pobreza e exclusão social, onde estão representadas todas as instituições que coexistem e intervêm no espaço territorial das respetivas freguesias.
  • Como estrutura local de acompanhamento participa na operacionalização dos Planos de Desenvolvimento Social, sendo a sua dinamização da responsabilidade das Uniões/Juntas de Freguesia respetivas, na qual se estabelece a cooperação e a articulação nas diferentes parcerias com o objetivo de rentabilizar os recursos e a otimização das respostas sociais no plano local.

 

Quem somos

Cristina Cravo | Assistente Social

@ – cristina.cravo@ulsm.min-saude.pt

Hélder Correia | Enfermeiro Especialista em Comunitária

@ – helder.filipe@ulsm.min-saude.pt


ECCI – Equipa de Cuidados Continuados Integrados

O que é a Equipa de Cuidados Continuados Integrados (ECCI)

É uma equipa multidisciplinar da responsabilidade dos Cuidados de Saúde Primários e das entidades de apoio social para a prestação de serviços domiciliários, decorrentes da avaliação integral, de cuidados médicos, de enfermagem, de reabilitação e de apoio social, ou outros, a pessoas em situação de dependência funcional, doença terminal ou em processo de convalescença, com rede de suporte social, cuja situação não requer internamento mas que não podem deslocar-se de forma autónoma. De acordo com o Decreto-Lei nº101/2006 – Artigo 27º.

A ECCI é uma equipa domiciliária que se insere na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI). O objetivo desta equipa é promover e/ou recuperar a saúde dos utentes com necessidade de cuidados continuados, em situação de dependência ou em risco de perda de autonomia até aos cuidados terminais e paliativos, mantendo a sua autonomia no seu ambiente habitual de vida. O internamento em ECCI não tem qualquer custo para os utentes.

Qual a população alvo

A população alvo, com critérios de admissão, são todas as pessoas, independentemente da idade, com perda de autonomia, portadoras de diversos tipos e níveis de dependência, que necessitem de intervenções sequenciais de saúde e apoio social.

Quais os critérios de referenciação

A pessoa em situação de dependência com necessidade de cuidados de saúde, que possua um contexto social ou familiar e uma situação de saúde cuja intensidade e complexidade dos cuidados permita a sua prestação no domicílio, de forma temporária ou permanente. Desde que:

  • Avaliação objetiva, de deterioração significativa na realização das Atividades Básicas da Vida Diária;
  • Alta recente de unidade de internamento (hospitalar ou cuidados continuados integrados);
  • Incapacidade de gestão do regime terapêutico;
  • Necessidade de cuidados paliativos, incluindo compensação sintomática possível de realizar no domicilio;
  • Necessidade de cuidados que requeiram um grau de diferenciação que exceda a equipa básica, por ex. Fisioterapia, Psicologia, Terapia Ocupacional, etc.

A referenciação é efetuada pela Equipa de Gestão Altas e pelas equipas das unidades funcionais do ACES – Unidades de Saúde Familiar/Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados, mas precisa sempre da validação por parte de uma Equipa Coordenadora Local (ECL). (Decreto-Lei nº 101/2006, de 6 de Junho.)

Quais são os critérios de exclusão

Para efeito de exclusão devem considerar-se os seguintes critérios:

  • Episódio de doença em fase aguda que requeira internamento em hospital;
  • Necessidade exclusiva de apoio social;
  • Necessidade de internamento para estudo diagnóstico;
  • Inexistência de cuidador informal, no caso de pessoas com elevado grau de dependência.
O que assegura a ECCI
  • Cuidados domiciliários de enfermagem e médicos de natureza preventiva, curativa, reabilitadora e ações paliativas, devendo as visitas dos clínicos ser programadas, regulares e ter por base as necessidades detetadas
  • Cuidados de reabilitação envolvendo enfermeiros de reabilitação e fisioterapeuta
  • Apoio psicossocial e ocupacional envolvendo os familiares e outros prestadores de cuidados (enfermeiro de saúde mental, psicólogo)
  • Intervenção no sentido de capacitar os doentes, familiares e cuidadores de competências e habilidades para responder às necessidades em saúde detetadas
  • Coordenação e gestão de casos com outros recursos de saúde e sociais.
Qual a capacidade da ECCI
  • São Mamede Infesta  – 20 vagas

Ultrapassada a capacidade, os utentes ficam em lista de espera continuando com os cuidados da equipa de saúde familiar.

Qual o horário da ECCI
  • Dias úteis – 08h00 às 20h00
  • Fim-de-semana e feriados – 09h00 às 17h00

Em situações programadas o horário poderá ser alargado.

Contactos

Telemóvel: 914461717

@ – ecci.uccsmi@ulsm.min-saude.pt

 


Cuidados Paliativos

O que são Cuidados Paliativos

Os Cuidados Paliativos são cuidados que melhoram a qualidade de vida dos doentes e suas famílias, abordando os problemas associados às doenças incuráveis ou graves, em fase avançada e progressiva, prevenindo e aliviando o sofrimento, através da identificação precoce e avaliação minuciosa da dor e outros problemas físicos, psicológicos, sociais e espirituais.

  • Quem beneficia destes cuidados

Os doentes com necessidades complexas resultado de uma doença incurável, potencialmente fatal ou de prognóstico incerto e suas famílias.

  • Que tipo de cuidados prestamos e como podem ter acesso a Cuidados Paliativos

Somos uma equipa interdisciplinar que inclui médicos, enfermeiros, psicólogo, assistente social e nutricionista.

Os doentes com necessidade de Cuidados Paliativos em casa são habitualmente doentes que apresentam limitação da autonomia e dependência crescente que decorre da doença incurável ou grave em fase avançada ou em progressão.

Os doentes podem ser referenciados pela Equipa de Saúde Familiar, consulta externa de especialidades médicas ou diretamente de internamento hospitalar.

Após uma 1ª visita domiciliária em equipa é definido um plano de cuidados e são acompanhados em função da complexidade qua a sua situação exige. A intervenção desta equipa atende às necessidades físicas (dor, vómitos, falta de ar, etc), psicológicas, sociais e espirituais do doente e família e pode prolongar-se até ao fim-de-vida.

Quem somos

Elsa Rodrigues | Enfermeira Pós-graduada em Cuidados Paliativos

@ – elsa.rodrigues@ulsm.min-saude.pt

 


Saúde Mental

  • Viver com Demência

À semelhança do que acontece noutros países, em Portugal as pessoas com demência são cada vez em maior número, e as estimativas nacionais e internacionais, perspetivam um aumento muito significativo nos próximos anos. Esta condição de saúde constituiu uma doença progressiva que afeta a pessoa, o cuidador e a sua família nas suas dinâmicas quotidianas. O Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica irá apoiar na gestão da doença, na adaptação às dificuldades, na educação para a saúde, no suporte emocional e na estimulação das funções cognitivas, favorecendo uma melhoria na qualidade de vida. A sua intervenção desenvolve-se em contexto de proximidade, nomeadamente no domicílio, na unidade saúde ou em estruturas da comunidade, individualmente e/ou em grupo.

Objetivos do projeto:

  • Capacitar os utentes e/ou cuidadores para a gestão das alterações cognitivas, comportamentais e emocionais inerentes a um processo demencial, e suas implicações nas
    atividades de vida diária
  • Melhorar a qualidade de vida da pessoa com demência/Défice Cognitivo Ligeiro e seus cuidadores

A quem se dirige:

  • Pessoas com diagnóstico de demência ou défice cognitivo ligeiro e seus cuidadores

Atividades Realizadas:

  • Acompanhamento preferencial em contexto domiciliário, permitindo-nos perceber e enquadrar todo o contexto da pessoa com demência e seus cuidadores e adequar estratégias de uma forma individual e personalizada
  • Estimulação Cognitiva individual e em grupo
  • Grupos de psicoeducação para os cuidadores

 

  • Promoção de Saúde Mental do Idoso

Uma boa saúde mental facilita a resistência (resiliência) à doença, minimiza e retarda o surgimento de alterações e promove uma recuperação mais rápida da doença (WHO, 2002). Este programa é dirigido a pessoas com idade igual ou superior a 65 anos com risco de alterações a nível da saúde mental: imagem corporal; bem-estar (físico, psicológico, emocional e espiritual), emoção (ansiedade, medo, angústia, solidão, tristeza). É composto por atividades individuais do âmbito psicoterapêutico como aconselhamento, psicoeducação, promoção da literacia em saúde mental, da autoestima, socialização e estratégias de coping, assim como redução da ansiedade e relaxamento.

Objetivos:

  • Promover a Saúde Mental dos Idosos da área de abrangência.

A quem se dirige:

  • Utentes com idade igual ou superior a 65 anos com alteração a nível da saúde mental: imagem corporal; bem-estar (físico, psicológico, emocional e espiritual), emoção (ansiedade, medo,
    angústia, solidão, tristeza)

Atividades Realizadas:

  • Acompanhamento preferencialmente em contexto domiciliário
  • Acompanhamento individual de âmbito psicoterapêutico

 

  • Cuidar o Cuidador

Cuidar de uma pessoa com perturbação mental e/ou dependência torna-se um processo difícil, desafiante e exigente, pois requer um conjunto de conhecimentos, capacidades e competências que inicialmente este não possui.

Neste sentido o “Cuidar o cuidador” tem como principal objetivo promover a saúde mental e reduzir a sobrecarga do prestador de cuidados. O trabalho do Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica centra-se no aconselhamento e psicoeducação individual e familiar, quer em contexto domiciliar, quer na unidade de saúde, com o objetivo de os dotar de conhecimentos e capacidades (sobre a doença, a sua evolução, possíveis complicações, gestão do regime terapêutico, gestão de expectativas, estratégias de coping e de promoção da saúde mental) para melhor cuidarem de si e dos seus familiares.

 

  • Intervenção na População com Perturbação Mental

A doença mental representa a principal causa de incapacidade na sociedade, sendo que mais de 1/5 dos portugueses tem, teve ou terá ao longo da vida uma perturbação mental (ansiedade, depressão, problemas ligados ao álcool, esquizofrenia, doença bipolar, entre outras).

Quando uma perturbação mental surge, afeta indivíduo, família e sociedade, com repercussão a vários níveis: físico, emocional, laboral, relacional, económico, etc. A intervenção do Enfermeiro Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica da UCC assenta na aproximação do utente à sua comunidade e rotinas, com intervenção em contexto domiciliário, de unidade saúde ou em estruturas da comunidade. O utente e família são considerados parceiros na tomada de decisão onde se pretende ajudar na gestão da doença, na reintegração social, na adesão e gestão do regime terapêutico, na educação sobre a doença, no suporte emocional e na redução do estigma e discriminação.

Objetivos:

  • Capacitar utentes e cuidadores/familiares para a gestão da doença
  • Promover a reintegração social, adesão e gestão do regime terapêutico, psicoeducação e suporte emocional à família

A quem se dirige:

  • Utentes com diagnóstico de doença mental e seus cuidadores/família

Atividades Realizadas:

  • Acompanhamento individual de âmbito psicoterapêutico
  • Psicoeducação individual aos cuidadores/família
  • Administração dos Antipsicóticos de Longa Duração (em articulação com o Departamento de Saúde Mental do Hospital Pedro Hispano).

 

Quem somos 

Helena Magalhães Eiras |Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

@ – helena.magalhaes@ulsm.min-saude.pt

Sofia Figueiredo | Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

@  sofia.figueiredo@ulsm.min-saude.pt

Sofia Canedo Garrido | Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

@ – sofia.canedo@ulsm.min-saude.pt

Sandra Moreira | Mestre em Saúde Mental e Psiquiátrica; Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

@ – sandra.moreira@ulsm.min-saude.pt


Reabilitação

 

  • Cuidados Domiciliários de Enfermagem de Reabilitação (CDER)

Objetivo: Aumentar a acessibilidade aos utentes com necessidades de reabilitação no domicílio pela Equipa de Cuidados Continuados Integrados.

A quem se dirige: Utentes dependentes, referenciadas pelos profissionais de saúde, com perda de autonomia que não podem ausentar-se do domicílio.

Atividades Realizadas: Através de uma consultadoria solicitada pela Unidade de Saúde é realizada visita domiciliária e avaliação do doente, a fim de se agilizar o processo de referenciação à ECCI e eliminar referenciações desajustadas ou sem critérios de inclusão.

Quem somos 

Catarina Soeiro | Enfermeira Especialista em Reabilitação

@ – catarina.soeiro@ulsm.min-saude.pt

Elisabete Rodrigues | Enfermeira Especialista em Reabilitação

@ – elisabete.rodrigues@ulsm.min-saude.pt

João Costa | Enfermeiro Especialista em Reabilitação

@ –  joaomiguel.costa@ulsm.min-saude.pt

Margarida Esteves | Enfermeira Especialista em Reabilitação

@ –  margarida.oliveira@ulsm.min-saude.pt

 

  • Programa do Doente Respiratório Crónico

A quem se dirige: pessoas com doença respiratória crónica

Objetivos

  • Prevenir exacerbações da doença respiratória
  • Diminuir os sintomas associados à doença respiratória e melhorar a sua saúde física e emocional
  • Promover a adoção de comportamentos e estilos de vida saudáveis, melhorando a sua qualidade de vida

Atividades Realizadas

  • Reabilitação respiratória:
    • Sessões de Grupo (podem estar restringidas)
    • Domicilio
    • Unidade de Saúde
  • Consulta de enfermagem de reabilitação
  • Gestão das agudizações
  • Otimização da terapêutica inalatória através da revisão da técnica inalatória a adultos e crianças em colaboração com o médico assistente
  • Reuniões Multidisciplinares

Como aceder:

A reabilitação respiratória é uma aliada na sua vida, ajuda a respirar e a viver melhor, por isso tome nota do profissional que o/a pode ajudar:

Lara Ramos| Enfermeira Especialista em Reabilitação

@ – laravanessa.ramos@ulsm.min-saúde.pt

 

  • Prevenção de Quedas 

Capacitar as pessoas com episódios de queda ou em risco, para a prevenção de quedas e gestão da sua condição, através de estratégias educativas e de exercício físico centrado na melhoria das qualidades físicas, força e equilíbrio.

O Projeto de Prevenção de Quedas inclui:

  • Avaliação Multidisciplinar do Risco de Queda relativamente a variáveis de individuais, sociais e funcionais e de saúde (considera-se um mínimo de 20 e um máximo de 30 utentes).
  • Intervenção Individual Domiciliária de Prevenção de Quedas para os indivíduos de elevado risco que não reúnem capacidade física para uma intervenção comunitária – 5 sessões distribuídas por 5 semanas + 1 sessão follow-up após 8 semanas.
  • Intervenção Comunitária de Prevenção de Quedas – 3 sessões de Educação para Saúde + 24 sessões de Exercício Físico para Prevenção de Quedas durante 12 semanas.

Quem somos

Margarida Esteves | Enfermeira Especialista em Reabilitação

@ –  margarida.oliveira@ulsm.min-saude.pt

Pedro Maciel Barbosa | Fisioterapeuta – Técnico Superior Diagnóstico e Terapêutica Especialista

@  – pedro.macielbarbosa@ulsm.min-saude.pt

 

  • Fisioterapia nos Cuidados Saúde Primários 

Através de uma abordagem de promoção de saúde e de facilitação da capacidade e participação nas atividades inseridas no contexto da pessoa, pretende-se com este projeto facilitar a melhoria da mobilidade e funcionalidade dos utentes referenciados.

Indivíduos com patologias do foro músculo-esqueléticas, neurológicas ou cardiorrespiratórias com necessidade de cuidados de Fisioterapia fora do âmbito de ECCI – Cuidados Continuados.

Quem Somos

Pedro Maciel Barbosa | Fisioterapeuta – Técnico Superior Diagnóstico e Terapêutica Especialista

@  – pedro.macielbarbosa@ulsm.min-saude.pt

 


Gestão da Diabetes - PrEGeret

A diabetes é hoje considerada uma doença em expansão endémica, que se tornou num grave problema mundial de Saúde Pública, quer pelo número de pessoas afetadas, quer pela elevada mortalidade e morbilidade, quer pelos custos sociais e económicos elevados que envolve. Em Portugal estima-se que a DM afete 13,3% da população com idades entre os 20-79 anos, ou seja, mais de 1 milhão de portugueses neste grupo etário tem diabetes. (Observatório Nacional da Diabetes, 2015). O relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) sobre a Saúde indicou Portugal como o País da Europa com a mais alta taxa de prevalência da doença. O tratamento da doença e das suas complicações representam cerca de 10% da despesa em saúde o que corresponde a cerca de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional.

No concelho de Matosinhos, a Diabetes Mellitus apresenta-se como o 6.º problema de saúde mais prevalente e a 6.ª causa de morte, sendo bem conhecido o seu impacto em termos de morbilidade enquanto doença crónica, nomeadamente as complicações que resultam numa diminuição de anos de vida saudável, bem como o impacto financeiro no sistema de saúde.

A diabetes é uma doença crónica e progressiva, mas as pessoas com diabetes podem ter uma vida longa e com qualidade de vida mediante um bom controlo glicémico. Estes dados per si sustentam a relevância do acompanhamento regular e contínuo da pessoa com diabetes e justificam a necessidade de existência de uma consulta que envolva uma equipa profissional multidisciplinar, com experiência nas diferentes áreas importantes para a pessoa com diabetes e que atue de uma forma integrada em função das especificidades de cada doente.

Na tentativa de resposta a esta situação, surge na Unidade Local de Saúde de Matosinhos e mais especificamente nas Unidades de Cuidados da Comunidade, o PrEGeReT (Projeto da Equipa de Gestão do Regime Terapêutico) direcionado á Diabetes tipo II, que representa cerca de 90% do total de utentes com diabetes.

É um projeto idealizado por Enfermeiros pelo facto de os Enfermeiros serem elementos centrais no desenvolvimento de estratégias de suporte à autovigilância e à gestão dos diferentes regimes terapêutico, tendo em atenção o potencial do utente para melhorar o seu conhecimento e as capacidades para lidar com a sua condição de doença crónica.

Centrado nas necessidades individuais de cada utente e em estreita colaboração com os diferentes elementos da equipa multidisciplinar, o projeto visa empoderar o utente/ prestador de cuidados, fornecendo-lhes os “instrumentos necessários” para melhorar a gestão do regime terapêutico nas suas diversas componentes: alimentação, atividade física, regime medicamentoso e autovigilância.

Desta forma, os utentes com critérios para integrar a Equipa do PrEGeReT são referenciados pela equipa de saúde familiar ou pela Consulta de Endocrinologia da ULSM, sendo posteriormente marcada consulta de Enfermagem em contexto de Centro de Saúde ou domiciliar, de acordo com as necessidades do utente.

O Nutricionista e o Fisioterapeuta serão responsáveis, respetivamente pela definição e implementação do programa alimentar e de atividade Física.

O acompanhamento pelo Fisioterapeuta pode ter carater individual ou em grupo, de acordo com as condições e necessidades de cada utente, sendo que o objetivo será tornar o utente autónomo na prática de atividade física.

Os utentes terão alta ao fim de um ano ou quando atingirem os objetivos inicialmente definidos.

 

Quem somos na UCC de S. Mamede de Infesta

 

Hélder Correia | Enfermeiro Especialista em Comunitária

  • Consulta de Enfermagem ao Utente Diabético

@ – helder.filipe@ulsm.min-saude.pt

Pedro Maciel Barbosa | Fisioterapeuta – Técnico Superior Diagnóstico e Terapêutica Especialista | Doutorando em Saúde Pública – Instituto Saúde Pública Universidade do Porto |
Professor Adjunto-convidado – Escola Superior de Saúde do Porto | Conselho Diretivo Fundação para a Saúde – SNS

  • Cuidados de Fisioterapia
  • Atividade Física e Exercício no Envelhecimento e Diabetes
  • Saúde Escolar
  • Equipa de Cuidados Continuados Integrados

@  – pedro.macielbarbosa@ulsm.min-saude.pt

 


Saúde Escolar

A intervenção da Saúde Escolar visa contribuir para a obtenção de ganhos em saúde através da promoção de contextos escolares favoráveis à saúde. Assenta nos princípios das Escolas Promotoras de Saúde e numa metodologia de trabalho por projeto, tendo como ponto de partida as necessidades reais da população escolar, contribuindo para elevar o nível de literacia para a saúde e melhorar o estilo de vida da comunidade educativa. Norma nº 015/2015 de 12/08/2015

  • Sorrisos

Através do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral pretende-se:

  • Contribuir para a melhoria da saúde oral da comunidade educativa
  • Melhorar conhecimentos e comportamentos sobre a alimentação e higiene oral
  • Aumentar a percentagem de crianças livres de cárie.

A população alvo são as crianças a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC.

Intervenção:

  • Realização de um rastreio de saúde oral às crianças com 5 anos e respetivo encaminhamento para os serviços de saúde, em parceria com a autarquia
  • Sessões de Educação para a Saúde no jardim-de-infância e 1º ciclo sobre Higiene oral, treino de escovagem para desenvolvimento de habilidades, Alimentação saudável promovendo a diminuição do consumo de alimentos cariogénicos (em especial os ingeridos no intervalo das refeições, ex: alimentos açucarados)
  • Implementação da escovagem (JI e 1º ciclo); bochecho fluoretado (1º ciclo)
  • Emissão de cheques-dentista aos 7, 10 e 13 anos.
  • DeciDIR

Promove as competências comunicacionais, habilidades interpessoais, estratégias de copping, habilidades de autogestão, tomada de decisão e habilidades de pensamento crítico, num trabalho sistemático, organizado e consistente.

A população alvo são as crianças a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC, desde o 3º ano, do 1º ciclo, até ao 3º ciclo.

Intervenção:

Sessões de Educação para a Saúde com vista ao desenvolvimento de competências socioemocionais, nas áreas:

  • Educação para os afetos e sexualidade
  • Alimentação saudável e atividade física
  • Higiene corporal e saúde oral
  • Hábitos de sono e repouso
  • Prevenção de consumo de tabaco, bebidas alcoólicas e substâncias psicoactivas, comportamentos aditivos sem substância
  • Prevenção dos acidentes e primeiros socorros.
  • Inclusão

Necessidades de Saúde Especiais (NSE) – resultam dos problemas de saúde física e mental que tenham impacto na funcionalidade, produzam limitações acentuadas em qualquer órgão ou sistema, impliquem irregularidade na frequência escolar e possam comprometer o processo de aprendizagem.
Objetivos:

  • Colaborar ativamente no processo de inclusão das crianças e jovens com características particulares resultantes do seu contexto pessoal, familiar e sociocultural, potencialmente geradoras de estigmatização
  • Garantir o acompanhamento das crianças e jovens com NSE.

População alvo:

Todas as crianças e jovens com Necessidades de Saúde Especiais a frequentar as escolas dos agrupamentos da área da abrangência da UCC.

Intervenção:

  • Favorecer a articulação entre a Escola e os recursos de Saúde disponíveis
  • Capacitar a comunidade educativa na aquisição de competências adequadas ao acompanhamento das crianças e jovens com NSE.
  • Saúde em Movimento

Este projeto tem como objetivo a capacitação das crianças do Jardim de Infância e 1º ciclo para a adoção da variabilidade postural dentro do alinhamento nas diversas atividades que realizam, não só no contexto escolar, mas também durante todo o seu dia, de modo a promover a saúde músculo-esquelética e a prevenir futuras repercussões negativas que posturas mantidas podem ter nesta.

Para além disso, este projeto pretende, a longo prazo, ter contributo na promoção de atividade física nas crianças.

Quem somos

Joana Vieira | Enfermeira Especialista em Saúde Infantil e Pediátrica

@ –  joana.vieira@ulsm.min-saude.pt

Sílvia Silva |Enfermeira Especialista em Saúde Comunitária

@ – silvia.silva@ulsm.min-saude.pt

Margarida Esteves | Enfermeira Especialista em Reabilitação

@ – margarida.oliveira@ulsm.min-saude.pt

Pedro Maciel Barbosa | Fisioterapeuta – Técnico Superior de Diagnóstico e Terapêutica Especialista

@ – pedro.macielbarbosa@ulsm.min-saude.pt

 

A PNAE é um modelo de atuação que assenta em dois eixos de intervenção, gerido por uma equipa de coordenação multidisciplinar e que se traduz por um Plano Estratégico de Intervenção Anual para cada Agrupamento Escolar. A sua finalidade é capacitar a comunidade escolar para melhorar os hábitos alimentares, através da criação de ambientes alimentares saudáveis nas escolas.

(1) Eixo do ambiente alimentar escolar

Objetivo geral:

  • Melhorar qualitativamente e quantitativamente a oferta alimentar dos refeitórios, bufetes, máquinas de venda automática de alimentos e bebidas e de momentos que envolvam o consumo alimentar.

Âmbito de atuação:

    • Considera a legislação em vigor
    • Aproveita Programas alimentares em curso (Regime de Fruta Escolar e Programa de Leite Escolar)
    • Promove marketing de alimentos e bebidas
    • Regulamenta a oferta alimentar para ocasiões especiais.

(2) Eixo da comunidade escolar:

Objetivos gerais:

  • Promover a literacia alimentar e nutricional
  • Capacitar para escolhas alimentares saudáveis
  • Colaborar com necessidades alimentares especiais dos alunos.

Âmbito de atuação:

  • Articula com organizações governamentais, empresas de restauração coletiva e/ou outra entidades colaboradoras
  • Abrange a Educação alimentar a toda a comunidade escolar
  • Integra projetos de promoção da alimentação saudável já em curso: “Aprende a Comer com a Fada Dentinho” e o “PASSE – Programa de Alimentação Saudável em Saúde Escolar”
  • Dá origem a novos projetos de intervenção: “Movimento de lanches Saudáveis”; “O que dizem os teus rótulos”.

Quem somos

Mafalda Faria | Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica

@ –  mafalda.faria@ulsm.min-saude.pt

Marta Lima | Nutricionista

@ –  marta.lima@ulsm.min-saude.pt


Preparação Para o Parto e Parentalidade

Tornar-se mãe e pai é um fenómeno complexo, que implica uma mudança no ciclo de vida das pessoas/famílias e que pode ser afetado por certas condições como o significado do acontecimento, as expetativas, o nível de conhecimentos /competências, o ambiente, o nível de planeamento e ainda o bem-estar físico e emocional.

Torna-se assim essencial a promoção de uma transição saudável para parentalidade, através do empoderamento na gravidez, da consciencialização, da tomada de decisão informada e ainda a mobilização dos recursos pessoais e externos, permitindo a vivência plena, positiva e enriquecedora da gravidez, do parto e da transição para a parentalidade.

É neste contexto que o Bem-Me-Quer desenvolve a sua atividade assistencial, no âmbito da prestação de cuidados de Enfermagem especializados na área de Saúde Materna e Obstétrica e Saúde Infantil e Pediátrica, integrados, com a finalidade de promover a vivência saudável da gravidez, do parto e da parentalidade, assim como a saúde do bebé nos primeiros 12 meses de vida, nas seguintes valências:

  1. Preparação para o Parto e Parentalidade
  2. Preparação Aquática para o Parto (atividade temporariamente suspensa)
  3. Apoio à Amamentação
  4. Massagem Infantil
  5. Educação Parental
  6. Recuperação Pós-Parto

A referenciação para o Bem-Me-Quer, em qualquer uma das suas valências, pode ser feita através da sua equipa de saúde familiar ou diretamente para o secretariado da Unidade de Cuidados na Comunidade.

1.Preparação para o Parto e Parentalidade

Tem início a partir das 24 semanas de gestação e inclui consultas individuais e intervenções em grupo. As práticas assistenciais implementadas, assentam na evidência científica e incluem sessões teóricas de preparação para a parentalidade e promoção da adaptação ao papel parental. As intervenções teóricas e práticas de preparação para o parto promovem a experienciação de diferentes estratégias de relaxamento e respiração; desenvolvem a consciencialização da postura corporal da mobilidade da bacia e fomentam a perceção sensorial. Os conhecimentos sobre o trabalho de parto, a dor de trabalho de parto e estratégias facilitadoras para lidar com a dor fomentam a promoção do empowerment da grávida/casal grávido para a vivência de uma experiência de parto positiva.

2.Preparação Aquática para o Parto

Intervenções em grupo de Preparação Aquática para o Parto que promovem a consciencialização corporal e da respiração, melhoram a postura corporal, promovem a libertação mental e a descontração muscular, permitindo assim, o relaxamento, o aumento da sensação de segurança, proteção e intimidade, e também o envolvimento do casal e a ligação mãe/pai/bebé.

3. Apoio à Amamentação

Consultas individualizadas, dirigidas a cada família, no sentido de promover e apoiar a amamentação e ajudar na resolução de desafios que possam surgir no decorrer desse processo. São dinamizadas por enfermeiras especialistas, com formação específica em amamentação (Conselheiras em Aleitamento Materno).

4. Curso de Massagem Infantil

O curso de massagem infantil é realizado por instrutoras certificadas pela Associação Portuguesa de Massagem Infantil.

Tem como objetivos:

  • Promover o contacto pais/bebé, facilitando assim o seu crescimento de uma forma saudável e harmoniosa
  • Promover a ligação pais-filho(a)
  • Estimular o desenvolvimento infantil
  • Relaxamento/alívio de cólicas/promoção sono/promoção da amamentação

Podem integrar o curso pais com bebés entre o 1º mês de vida até aos 12 meses.

É realizada 1 sessão semanal em grupo. Atualmente, em regime online através da aplicação Teams.

Para inscrição neste curso pode utilizar email da Enfª responsável ou contactar a sua equipa de saúde familiar.

5. Curso de Educação Parental

O Curso de Educação Parental é realizado por uma Enfermeira Especialista em Saúde Infantil e Pediatria.

Tem como objetivo partilhar com os pais/familiares conhecimentos e competências de modo a potenciar o exercício de uma parentalidade saudável e responsável

São trabalhadas diferentes áreas relacionadas com o desenvolvimento infantil no 1º ano de vida tais como o sono, a introdução de alimentos e amamentação.

Podem integrar este curso pais e familiares de bebés entre o 1º e os 12 meses de vida.

É realizada 1 sessão semanal em grupo. Atualmente, em regime online através da aplicação Teams.

Para inscrição neste curso pode utilizar email da Enfª responsável ou contactar a sua equipa de saúde familiar.

 

Quem somos 

Carla Carvalho | Enfermeira Especialista em Saúde Infantil e Pediátrica |Enfermeira Especialista em Saúde Comunitária

@ –  carla.carvalho@ulsm.min-saude.pt

Clara Aires | Enfermeira Especialista em Saúde Materna e Obstetrícia | Pós-Graduação em Anatomia e Preparação para o Parto | Conselheira em Aleitamento Materno (OMS/UNICEF) |
Instrutora de Massagem Infantil (APMI/IAIM)

@ – clara.aires@ulsm.min-saude.pt



Plano de Contingência - Módulo Inverno 2021-2022

O Plano de Contingência, Módulo Inverno, pretende prevenir e minimizar os efeitos negativos do frio extremo e das infeções respiratórias, nomeadamente da gripe sazonal e da COVID-19, na saúde da população em geral e dos grupos de risco em particular.
Implementar medidas durante o período de outono/inverno visando a otimização dos recursos existentes e sua organização, de modo a dar resposta ao aumento da procura dos serviços de saúde nesta época, prestando os cuidados adequados.
Minimizar a ocorrência de outros acontecimentos com impacte na saúde, nomeadamente intoxicações domésticas por monóxido de carbono e acidentes.

Consulte o nosso plano para este inverno.

 


Equipa UCC S. Mamede de de Infesta

(em construção)…

Coordenadora: Sílvia Silva |Enfermeira Especialista em Saúde Comunitária

  • Saúde Escolar

@ – silvia.silva@ulsm.min-saude.pt

 

Sandra Moreira | Mestre em Saúde Mental e Psiquiátrica; Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica | Pós-graduação em Enfermagem Avançada |
Curso de Supervisão Clínica em Enfermagem.

  • Gestão da UCCSMI
  • Coordena a Equipa de Cuidados Continuados da UCCSMI
  • Coordena o Grupo de Enfermagem dos Sistemas de Informação na ACESM
  • Integra o Núcleo de Enfermeiros Especialista em Saúde Mental

@ – sandra.moreira@ulsm.min-saude.pt

 

Carla Carvalho | Enfermeira Especialista em Saúde Infantil e Pediátrica |Enfermeira Especialista em Saúde Comunitária

  • Preparação para a Parentalidade
  • Acompanhamento do prematuro
  • Massagem Infantil
  • Rastreios de Saúde Visual Infantil

@ –  carla.carvalho@ulsm.min-saude.pt

 

Catarina Soeiro | Enfermeira Especialista em Reabilitação

  • Cuidados Especializados de Enfermagem de Reabilitação à pessoa em situação aguda, após internamentos/alectoamentos prolongados e capacitação do cuidador à pessoa dependente
  • Equipa de Cuidados Continuados Integrados

@ – catarina.soeiro@ulsm.min-saude.pt

 

Clara Aires | Enfermeira Especialista em Saúde Materna e Obstetrícia | Pós-Graduação em Anatomia e Preparação para o Parto | Conselheira em Aleitamento Materno (OMS/UNICEF) |
Instrutora de Massagem Infantil (APMI/IAIM)

  • Adaptação à gravidez
  • Preparação para o Parto
  • Preparação Aquática para o Parto
  • Preparação para a Parentalidade
  • Apoio na Amamentação
  • Recuperação pós-parto

@ – clara.aires@ulsm.min-saude.pt

 

Cristina Cravo | Assistente Social

  • Assistente Social no âmbito dos serviços de apoio assistencial
  • Equipa de Prevenção Violência em Adultos (EPVA)
  • Equipa de Cuidados Continuados Integrados

@ – cristina.cravo@ulsm.min-saude.pt

 

Elisabete Moura | Enfermeira Especialista em Reabilitação

  • Consulta de Enfermagem ao Utente Hipocoagulado

@ – elisabete.moura@ulsm.min-saude.pt

 

Elisabete Rodrigues | Enfermeira Especialista em Reabilitação

  • Cuidados Especializados de Enfermagem de Reabilitação à pessoa em situação aguda, após internamentos/alectoamentos prolongados e capacitação do cuidador à pessoa dependente
  • Equipa de Cuidados Continuados Integrados

@ – elisabete.rodrigues@ulsm.min-saude.pt

 

Elsa Rodrigues| Enfermeira Pós-graduada em Cuidados Paliativos

  • Cuidados Enfermagem ao utente em Cuidados Paliativos
  • Equipa de Cuidados Continuados Integrados

@ – elsa.rodrigues@ulsm.min-saude.pt

 

Fernando Malvar | Médico Especialista em Medicina Geral e Familiar
Pós-Graduação em Geriatria – em processo para Competência

  • Apoio médico aos utentes da Equipa de Cuidados Continuados Integrado

@ – fernando.malvar@ulsm.min-saude.pt

 

Hélder Correia | Enfermeiro Especialista em Comunitária

  • Consulta de Enfermagem ao Utente Diabético

@ – helder.filipe@ulsm.min-saude.pt

 

Helena Magalhães Eiras |Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

  • Cuidados de Enfermagem Especializados na Promoção da Saúde Mental do Idoso, no Viver com a Demência e no Cuidar do Cuidador

@ – helena.magalhaes@ulsm.min-saude.pt

 

Iva Martins | Psicóloga

  • Psicóloga no âmbito dos serviços de apoio assistencial
  • Equipa de Prevenção Violência em Adultos (EPVA)

@ –  iva.martins@ulsm.min-saude.pt

 

Joana Vieira | Enfermeira Especialista em Saúde Infantil e Pediátrica

  • Saúde Escolar

@ –  joana.vieira@ulsm.min-saude.pt

 

João Costa | Enfermeiro Especialista em Reabilitação

  • Cuidados Especializados de Enfermagem de Reabilitação à pessoa em situação aguda, após internamentos/alectoamentos prolongados e capacitação do cuidador à pessoa dependente
  • Equipa de Cuidados Continuados Integrados

@ –  joaomiguel.costa@ulsm.min-saude.pt

 

Lara Lemos | Enfermeira Especialista em Reabilitação

  • Cuidados Especializados de Enfermagem de Reabilitação à pessoa com patologia respiratória

@ –  laravanessa.ramos@ulsm.min-saude.pt

 

Mafalda Faria | Nutricionista Especialista em Nutrição Clínica

  • Nutricionista no âmbito dos serviços de apoio assistencial

@ –  mafalda.faria@ulsm.min-saude.pt

 

Margarida Esteves | Enfermeira Especialista em Reabilitação

  • Cuidados Especializados de Enfermagem de Reabilitação à pessoa em situação aguda, após internamentos/alectoamentos prolongados e capacitação do cuidador à pessoa dependente
  • Equipa de Cuidados Continuados Integrados
  • Atividade Física e Saúde
  • Saúde Escolar

@ –  margarida.oliveira@ulsm.min-saude.pt

 

Marta Lima | Nutricionista

  • Nutricionista no âmbito dos serviços de apoio assistencial
  • Equipa de Cuidados Continuados Integrados

@ –  marta.lima@ulsm.min-saude.pt

 

Miguel Taveira | Assistente Técnico

  • Apoio nas atividades administrativas

@ – miguel.taveira@ulsm.min-saude.pt

 

Pedro Maciel Barbosa | Fisioterapeuta – Técnico Superior Diagnóstico e Terapêutica Especialista | Doutorando em Saúde Pública – Instituto Saúde Pública Universidade do Porto |
Professor Adjunto-convidado – Escola Superior de Saúde do Porto | Conselho Diretivo Fundação para a Saúde – SNS

  • Cuidados de Fisioterapia
  • Atividade Física e Exercício no Envelhecimento e Diabetes
  • Saúde Escolar
  • Equipa de Cuidados Continuados Integrados

@  – pedro.macielbarbosa@ulsm.min-saude.pt

 

Sílvia Silva |Enfermeira Especialista em Saúde Comunitária

  • Saúde Escolar

@ – silvia.silva@ulsm.min-saude.pt

 

Sofia Figueiredo | Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

  • Cuidados de Enfermagem Especializados na Promoção da Saúde Mental do Idoso, no Viver com a Demência, no Cuidar do Cuidador e intervenção na população com perturbação mental

sofia.figueiredo@ulsm.min-saude.pt

 

Sofia Canedo Garrido | Enfermeira Especialista em Saúde Mental e Psiquiátrica

  • Cuidados de Enfermagem Especializados na Promoção da Saúde Mental do Idoso, no Viver com a Demência e no Cuidar do Cuidador
  • Equipa de Prevenção Violência em Adultos (EPVA)

@ – sofia.canedo@ulsm.min-saude.pt

 


Chegam 78 internos à ULSM

O início do ano arranca sempre com a entrada de novos internos que chegam às instituições de saúde. À Unidade Local de Saúde chegaram hoje 78 novos internos, sendo 38 de Formação Especifica e 40 de Formação Geral. 


Sayuri, a nossa bebé de 2022

Sayuri Renata foi a primeira bebé a nascer no Hospital Pedro Hispano no dia 1 de Janeiro de 2022. Nasceu pelas 8h45m de parto normal, com 3,236 Kg e 48,5 cm.


Concurso de fotografia já tem vencedor

Inauguramos , no átrio do Hospital Pedro Hispano, a exposição “Famílias”, que resulta do concurso de fotografia 2021, cujo mote de partida era a família, numa organização do Serviço de Gestão do Conhecimento da Unidade Local de Saúde de Matosinhos.


Prescrição Musical, a receita tocada por profissionais de saúde para os curar (e a quem os ouve)

“Uma orquestra formada por profissionais de saúde ensaia, todas as quartas-feiras, no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos. Nasceu em plena pandemia — por acaso e como uma terapia — e já deu e tem concertos marcados. “É uma receita para o bem-estar e a felicidade daqueles que tocam, os profissionais de saúde, e dos que os ouvem.”


ULSM assinala Dia Internacional das Pessoas com Deficiência com apresentação do Projeto Gioconda

A 3 de Dezembro, dia em que se assinala o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, a USF Porta do Sol dá a conhecer a toda a comunidade ULSM, o projeto Gioconda .


2º prémio da “Bolsa Psiquiatria em era COVID-19”

O projeto A Seu Lado, desenvolvido pelo nosso Departamento de Saúde Mental, obteve o 2º prémio da “Bolsa Psiquiatria em era COVID-19”, instituída pela Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental (SPPSM), em parceria com a Alter Médica.


Inauguração da Unidade de Saúde Infantojuvenil

A Ministra da Saúde, Marta Temido, inaugurou oficialmente a Unidade de Saúde Infantojuvenil, uma obra realizada em plena pandemia que permitiu reunir num mesmo espaço toda a atividade assistencial de Pediatria em ambulatório.


ULSM recebe certificação pelo sistema de conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal

A Ministra da Saúde, Marta Temido, associou-se à cerimónia de certificação da Unidade Local de Saúde de Matosinhos, pela Norma ISO 4552.


Ministra da Saúde preside à cerimónia de certificação da ULSM
  • Ministra da Saúde preside à cerimónia de certificação da ULSM
  • Inauguração oficial da Unidade de Saúde Infantojuvenil 
  • 12 Novembro | 11h00
  • Auditório do Hospital Pedro Hispano, Matosinhos 

  

ULSM recebe certificação pelo sistema de conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal 

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos acaba de receber a certificação pela norma ISO 4552, a norma de conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal, tornando-se na primeira instituição pública de Saúde com esta distinção na sua estratégia organizacional.

A cerimónia de certificação da ULSM realiza-se amanhã, 12 de novembro, pelas 11h00, no Auditório do Hospital Pedro Hispano, e será presidida pela ministra da Saúde, Marta Temido.

Através do cumprimento desta norma, a instituição demonstra respeito pelos princípios e valores que visam melhorar o bem-estar, qualidade de vida e satisfação dos seus profissionais e colaboradores.

Ao mesmo tempo, a ULSM (Hospital Pedro Hispano e Aces Matosinhos) viu renovada a sua certificação de qualidade pela ISO 9001:2015, atribuída pela SGS, reconhecendo que a instituição, em todas as suas unidades e serviços, tem condições para satisfazer as necessidades dos seus utentes, prestando cuidados de saúde de qualidade, num processo de melhoria contínua que se reflete em vertentes tão distintas como a monitorização dos tempos de espera para consultas, cirurgias e atendimento no Serviço de Urgência, garantindo que são cumpridos, a segurança dos utentes, e a humanização dos cuidados.

Unidade de Saúde Infantojuvenil

Na sua deslocação ao Hospital Pedro Hispano, a ministra da Saúde vai ainda inaugurar oficialmente a Unidade de Saúde Infantojuvenil, uma obra de realizada em plena pandemia que permitiu reunir num mesmo espaço toda a atividade assistencial de Pediatria em ambulatório.

No contexto das mudanças exigidas pela resposta à pandemia, a nova unidade foi construída num espaço com acesso direto ao exterior (incluindo espaço de estacionamento para os pais e situações de mobilidade reduzida), onde funcionam o Atendimento Pediátrico Referenciado (APR), o Hospital de Dia Pediátrico e a Consulta Externa de Pediatria, nas suas diversas especialidades médicas e de enfermagem, além de um Cantinho de Amamentação.

Esta construção exigiu um investimento próximo dos 200 mil euros, ficando também equipado com uma área dedicada ao atendimento de casos suspeitos de infeção pela Covid-19, em resposta à necessidade de se criarem circuitos independentes que não interfiram com a atividade assistencial habitual.

 

Matosinhos, 11 novembro de 2021

 


Dia Mundial da Qualidade

O Dia Mundial da Qualidade é uma data que foi instituída em 1990 pela ONU e comemora-se atualmente na segunda quinta-feira de novembro.


Menção honrosa para gases anestésicos

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos recebeu uma menção honrosa na edição deste ano dos Prêmios Saúde Sustentável, com o projeto “Economia Circular no Bloco Operatório – projeto-piloto de captura de gases anestésicos”.


Menção Honrosa para programa "Prevenção de Quedas"

O programa “Prevenção de Quedas”, da Unidade de Cuidados na Comunidade  (UCC) de S. Mamede de Infesta, recebeu ontem uma segunda menção honrosa nos prémios HEALTHCARE EXCELLENCE 2021, promovidos pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares e pela Biofarmacêutica AbbVie.


Manual de Identidade

A utilização do logotipo da ULSM deve ser solicitada ao Gabinete de Comunicação através do e-mail comunicar@ulsm.min-saude.pt

Manual Identidade_2021



Hospital Pedro Hispano retoma visitas diárias a doentes internados

A partir da próxima segunda-feira, dia 11 de outubro, as visitas diárias a doentes internados no Hospital Pedro Hispano voltam a ser permitidas, no contexto de regresso à normalidade nas instituições de saúde.


Médicos noruegueses visitam a ULSM

Hoje recebemos a visita de um grupo de médicos de Medicina Geral e Familiar e secretários clínicos de Ranheim, (Trondheim, Noruega), interessados em conhecer o modelo de prestação de cuidados da nossa ULS,  no contexto do SNS.


Dia Mundial da Segurança do Doente

Hoje, dia 17 de setembro, assinala-se o Dia Mundial da Segurança do Doente, este ano dedicado à priorização da segurança nos cuidados maternais e neonatais, particularmente na altura do parto, uma fase delicada da gravidez.


Hospital Pedro Hispano recebe novos padres

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos dá as boas vindas aos novos padres que foram designados para substituir o padre-capelão José Avelino.


Retomadas visitas de grávidas

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos retomou as visitas de grávidas, e acompanhante, aos serviços dedicados à maternidade no Hospital Pedro Hispano


COVID-19 | Farmácia de Ambulatório

Os Serviços Farmacêuticos da ULSM continuam a funcionar e a manter a dispensa de medicação crónica.


Serviço de Urgência do Hospital Pedro Hispano equipado com “Alta segura”

O Serviço de Urgência do Hospital Pedro Hispano/Unidade Local de Saúde de Matosinhos tem a funcionar um sistema de leitura eletrónica da pulseira de identificação do utente que evita a sua saída sem que estejam finalizados todos os procedimentos médicos e de enfermagem.


Tudo o que precisa de saber sobre o cancro “agressivo” que mais mata em Portugal

Sabe qual é? Quanto mais precoce for o diagnóstico, mais eficazes e mais bem tolerados são os tratamentos. Esteja atento aos sintomas! Fernanda Estevinho, médica oncologista, explica o que há para saber sobre esta doença que é a principal causa de mortalidade por cancro no mundo.


1 de Agosto - Dia do Cancro do Pulmão

Assinalamos hoje o Dia Mundial do Cancro do Pulmão. É a primeira causa de morte por cancro em Portugal.


"Os Maestros das Emoções"

“Os estudos científicos têm demonstrado que as emoções positivas fortalecem o sistema imunitário e têm um papel importante na resposta a doenças como o cancro.


ADR

05.04.2022

A Área Dedicada ao Doente Respiratório (ADR) encerra hoje a sua atividade.

Em caso de necessidade deve, em primeiro lugar, ligar para a Linha SNS 808242424 que orientará de acordo com as queixas.

Só em caso de emergência se deve dirigir ao Serviço de Urgência do Hospital Pedro Hispano.

 

 


ULSM recebe duas bolsas Mais Valor em Saúde

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos recebeu ontem, em Lisboa, duas bolsas do Projeto “Mais Valor em Saúde, Vidas que valem”. As bolsas foram atribuídas pelo consórcio constituído pela Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares (APAH), a Exigo, a Gilead Sciences e a IASIST.


“Moving forward: à descoberta de um novo mundo”

A 3ª edição da conferência internacional Connecting Healthcare realiza-se no próximo dia 15 de junho, terça-feira, a partir das 14h30, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, e conta com a participação de figuras de referência mundial.


Feliz Dia Mundial da Criança

Hoje assinalamos o Dia Mundial da Criança


ULSM vence “Bolsa Capital Humano em Saúde”

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos recebeu o prémio “Bolsa Capital Humano em Saúde” pelo projeto “Impacto da comunicação na motivação e na satisfação como fator crítico de sucesso no desempenho dos profissionais” que está a implementar na instituição.


Hoje é Dia Internacional do Enfermeiro

Assinalamos hoje o Dia Internacional do Enfermeiro.


Semana Europeia da Vacinação 2021

A Semana Europeia da Vacinação é comemorada anualmente na última semana de Abril e tem como principal objetivo aumentar a consciência individual e coletiva sobre a importância da vacinação para a saúde das pessoas.

Este ano, a OMS elegeu como lema da Semana Europeia da Vacinação 2021, que decorre entre 26 de abril e 2 de maio, “ Vaccines bring us closer” – “As vacinas aproximam-nos”.

No último ano, a pandemia COVID-19 colocou as pessoas e as comunidades à prova obrigando os países a tomar medidas sem precedentes para proteger e salvar vidas. A COVID-19 causou enormes perdas em vidas humanas, causou sofrimento e mudou a maneira de viver, com profundo impacto social e económico.

No que diz respeito ao combate à COVID 19 as vacinas representam uma nova e importante ferramenta. Em todo o mundo já foram administradas milhões de doses de vacinas contra a COVID-19, constituindo um enorme passo na proteção de grupos vulneráveis e dos trabalhadores da linha da frente.

A inovação científica em progresso proporcionando testes, tratamentos e vacinas, irão permitir em conjunto salvar vidas e eliminar a pandemia.

A vacinação contra a COVID-19 deverá constituir uma prioridade para proteger toda a população porque ninguém está seguro até que todos estejam seguros. As vacinas ajudar-nos-ão a progredir no caminho para um mundo onde possamos estar juntos novamente.

A Semana Europeia da Vacinação é também uma oportunidade para recordar a grande importância da vacinação de rotina. Embora o destaque esteja agora na vacinação COVID-19 é essencial manter os esforços para garantir que nenhuma criança seja deixada para trás na vacinação de rotina. Desde há várias décadas, as vacinas protegem-nos contra doenças que ameaçam vidas. Com a ajuda das vacinas é possível hoje viver sem doenças como a varíola, que custou à humanidade centenas de milhões de vidas, e aproximamo-nos de um mundo livre de doenças como a poliomielite, o sarampo, o tétano e o cancro cervical.

As vacinas representam um enorme impacto em saúde pública, com a redução da morbilidade e da mortalidade causada por doenças infeciosas evitáveis pela vacinação, traduzindo assim na obtenção de importantes ganhos em saúde.

As vacinas funcionam e são seguras! As vacinas salvam vidas!

Juntos podemos acabar com a pandemia COVID-19 e alcançar um mundo mais saudável para todos.

Portugese Twitter tiles

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Carta da Criança nos Cuidados de Saúde Primários

A Direção-Geral da Saúde, através do Programa Nacional de Prevenção da Violência do Ciclo de Vida e do Programa Nacional de Saúde Infantil e Juvenil, associa-se ao Instituto de Apoio à Criança na Promoção dos Direitos das Crianças, nos Cuidados de Saúde Primários, com o lançamento da “Carta da Criança nos CSP”.

Depois de anos percorridos em pediatrias dos hospitais proclamando os direitos das crianças nestes contextos, emergiu a vontade de sensibilizar pro¬fissionais, famílias e as próprias crianças sobre os seus direitos, no contexto dos cuidados de saúde primários, que têm sido a prioridade em detrimento de internamentos e tratamentos em meio hospitalar. Assim, 2021 ficará marcado como o ano de lançamento da “Carta da Criança nos Cuidados de Saúde Primários”.

Carta da Crianca nos Cuidados de Saude Primarios

 

 


ULSM envia SMS para vacinação Covid

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos inicia hoje o envio de mensagens (SMS) aos seus utentes para agendamento da vacinação contra a COVID-19, em alternativa aos contactos telefónicos realizados até ao momento.


Guias Informativos do DMCJ

Aqui encontra alguns dos guias/informações em vigor no Departamento da Mulher, Criança e Jovem e que os podem ajudar na resposta a algumas dúvidas.

 

Consulte o guia do enxoval que deve trazer para o hospital .

Não esqueça: as Grávidas devem ter sempre consigo o Boletim de Saúde de Grávida

 

Primeiros Cuidados ao Bebé

Um guia preparado para o ajudar nas primeiras dúvidas na chegada do seu bebé.

 

Imagem do Guia da Alimentação Infantil

O que vem primeiro, a sopa ou a papa? Leite materno ou de fórmula? Aqui reunimos algumas das dúvidas mais frequentes e damos algumas respostas para ajudar.

 

 


Abril é o Mês da Prevenção dos Maus-Tratos na Infância

Os Núcleos de Apoio a Crianças e Jovens em Risco do Hospital Pedro Hispano e do Aces de Matosinhos preparam um conjunto de iniciativas que visam alertar toda a comunidade ULSM e a população de Matosinhos para a importância de agir, sinalizar, alertar sempre que uma criança ou jovem necessite de ajuda.

 

 


Hospital Pedro Hispano inova na cirurgia da obesidade em Portugal

O Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, realizou as primeiras cirurgias sleeve para tratamento de obesidade em Ambulatório. Uma inovação na abordagem cirúrgica desta doença que permite o regresso a casa no próprio dia, dispensando o internamento dos doentes.  



Serviço de Neurorradiologia

Diretora: Prof. Doutora Ana Mafalda Reis

Técnico Coordenador: João Pires

 

O Serviço Neurorradiologia da ULSM conta com 6 médicos especialistas de Neurrorradiologia.
Ao serviço prestam apoio 27 técnicos de Radiologia, 5 enfermeiras, 6 assistentes técnicas e 14 assistentes operacionais.

A atividade do serviço é efetuada em três locais físicos distintos:

  • Hospital Pedro Hispano, Serviço de Imagiologia no Piso 1, com três salas de ecografia, quatro salas de radiologia convencional digital, uma sala de mamografia digital, uma sala de osteodensitometria, uma sala de angiografia digital com sala contígua de recobro, dois TAC multicorte e uma sala de Ressonância Magnética 1,5 T.
  • Hospital Pedro Hispano, Serviço de Urgência (SU) no Piso -1, com uma sala de Rx Convencional e uma sala de TAC.
  • Centro de Saúde de Matosinhos, no Centro de Diagnóstico Pneumológico (CDP), com uma sala de Rx Convencional.

O acesso ao Serviço de Imagiologia no Hospital Pedro Hispano é efetuado através do átrio, subindo no elevador existente neste local para o piso 1.
O acesso para doentes dependentes (acamados ou em cadeira de rodas) ou deficientes poderá ser realizado a partir do parque de estacionamento dos Utentes, pela entrada do Serviço de Medicina Física e Reabilitação (piso -1), utilizando o elevador existente neste local para subir ao piso 1.

Horário de funcionamento

O serviço de Imagiologia tem horários diferenciados, de acordo com as necessidades de cobertura assistencial:

  • Serviço de Urgência – 24 horas por dia, sete dias por semana
  • Centro de Diagnóstico Pneumológico: 9h00-17h00 em dias úteis
  • Rx Piso 1: 8h00-20h00 nos dias úteis
  • Ecografia: 8h00-24h00, sete dias por semana
  • Mamografia: 8h00-20h00 em dias úteis
  • TAC: 24 horas por dia, sete dias por semana
  • Ressonância Magnética: 8h00-20h00 em dias úteis e sábados

Contactos

Telefone: 229391000 / 229391815

Fax: 229391641

Email: imagiologia@ulsm.min-saude.pt


Serviço de Radiologia

Diretor: Dr. Jorge Machado

Técnico Coordenador: João Pires

O Serviço de Radiologia conta com 9 médicos especialistas de Radiologia.
Prestam ainda apoio ao serviço um corpo de 27 técnicos de Radiologia, 5 enfermeiras, 6 assistentes técnicas e 14 assistentes operacionais.

A atividade do serviço é efetuada em três locais físicos distintos:

  • Hospital Pedro Hispano, Serviço de Imagiologia no Piso 1, com três salas de ecografia, quatro salas de radiologia convencional digital, uma sala de mamografia digital, uma sala de osteodensitometria, uma sala de angiografia digital com sala contígua de recobro, dois TAC multicorte e uma sala de Ressonância Magnética 1,5 T.
  • Hospital Pedro Hispano, Serviço de Urgência (SU) no Piso -1, com uma sala de Rx Convencional.
  • Centro de Saúde de Matosinhos, no Centro de Diagnóstico Pneumológico (CDP), com uma sala de Rx Convencional.

O acesso ao Serviço de Imagiologia no Hospital Pedro Hispano é efetuado através do átrio, subindo no elevador existente neste local para o piso 1.
O acesso para doentes dependentes (acamados ou em cadeira de rodas) ou deficientes poderá ser realizado a partir do parque de estacionamento dos Utentes, pela entrada do Serviço de Medicina Física e Reabilitação (piso -1), utilizando o elevador existente neste local para subir ao piso 1.

Horário de funcionamento

O serviço de Imagiologia tem horários diferenciados, de acordo com as necessidades de cobertura assistencial:

  • Serviço de Urgência – 24 horas por dia, sete dias por semana
  • Centro de Diagnóstico Pneumológico: 9h00-17h00 em dias úteis
  • Rx Piso 1: 8h00-20h00 nos dias úteis
  • Ecografia: 8h00-24h00, sete dias por semana
  • Mamografia: 8h00-20h00 em dias úteis
  • TAC: 24 horas por dia, sete dias por semana
  • Ressonância Magnética: 8h00-20h00 em dias úteis e sábados

Contactos

Telefone: 229391000 / 229391815

Fax: 229391641

Email: imagiologia@ulsm.min-saude.pt


Gabinete de Assistência Espiritual e Religiosa
A NECESSIDADE DO SILÊNCIO
 AJUDA-NOS A MERGULHAR NUMA EXPERIÊNCIA DE ORAÇÃO

 

1. A assistência espiritual e religiosa

Proximidade, encontro e escuta são atitudes essenciais para o acompanhamento humanizador em contexto hospitalar. Este serviço que a ULSM oferece, pretende unir a dimensão interior/espiritual com a situação de fragilidade em que nos possamos encontrar. O acto de cuidar, nas suas vertentes, procura dignificar a dimensão total da pessoa e este serviço quer, em comunhão com todos, ser uma mais valia para uma maior humanização.

Sem cuidado não há humanidade! O cuidado é anterior ao espírito e ao corpo. A vida de cada pessoa humaniza-se e o corpo vivifica-se quando são moldados pelo cuidado. Sem cuidado o ser humano definha e morre. O cuidado é uma relação amorosa com a realidade que envolve a pessoa em situação de fragilidade, por isso, sem cuidado a vida não sobrevive.

Estas serão as linhas de ação que este serviço de Assistência Espiritual e Religiosa pretende implementar.

2. Objectivos

– Centrar-se na totalidade e na humanidade da pessoa fragilizada;

– Estabelecer maior contacto com todos os profissionais;

– Humanizar os ritos;

– Acompanhar através da escuta, do toque, da empatia e do silêncio.

3. Horário

Propomos alguns momentos de paragem e de reflexão para o dia:

– Celebração da eucaristia: 13h (terça a sexta)

– Celebração do terço: 16h (terça a sexta)

Estaremos de segunda a sexta – presencialmente – na ULSM das 10h até às 17h. O contacto da Capelania estará disponível 24h, todos os dias da semana (229 391 000).

4. Assistentes espirituais

Pe. Humberto Martins e Pe. Antonino de Sousa

 

Partilhamos o Manual de Assistência Espiritual e Religiosa Hospitalar do Grupo de Trabalho Religiões Saúde que foi criado como instrumento de trabalho para todos os profissionais de saúde.

Nesta manual consta:

  • As práticas religiosas e textos sagrados;
  • Os ritos do nascimento;
  • A alimentação e a prescrição religiosa;
  • Sentido e práticas na doença e no sofrimento;
  • Os ritos prescritos perante o mistério da morte.

 




Serviço Social

Diretora do Serviço: Dra. Clara Lago

O Serviço Social promove a mudança social, a resolução de problemas nas relações humanas e o reforço da emancipação das pessoas para a promoção do bem-estar. Ao utilizar teorias do comportamento humano e dos sistemas sociais, o Serviço Social intervém nas situações em que as pessoas interagem com o seu meio. Os princípios dos direitos humanos e da justiça social são fundamentais para o Serviço Social.

O Serviço Social visa garantir a prestação de cuidados globais de excelência, saúde e sociais, com elevada qualidade e humanidade na prestação de cuidados de saúde, ao nível dos cuidados de saúde primários, dos cuidados de saúde hospitalares, dos cuidados de saúde continuados.

O Serviço Social visa disponibilizar respostas sociais e recursos na comunidade adaptados às necessidades e condições sociais dos cidadãos.

O Serviço Social visa ser uma referência de boas práticas de prestação de cuidados, com respostas integradas, articuladas, favorecendo a proximidade e a complementaridade de serviços na comunidade.

A consciência ética é uma componente indispensável da prática profissional dos Assistentes Sociais. A sua capacidade de proceder em conformidade com a Ética é um aspeto essencial à qualidade do serviço que é prestado aos cidadãos e ao relacionamento profissional com os cidadãos, com os profissionais de saúde e com outros intervenientes sociais.

O Serviço Social baseia-se no respeito pelo valor da dignidade humana e justiça social e deve promover e defender a integridade e o bem-estar físico, psicológico, emocional e espiritual de cada pessoa.

Os Assistentes Sociais devem agir com solidariedade, empatia e cuidado com aqueles que procuram e utilizam os seus serviços.

Os Assistentes Sociais devem manter a confidencialidade em relação à informação sobre as pessoas que utilizam os seus serviços. As exceções a este princípio só se justificam com base num valor ético de maior dimensão, nomeadamente a preservação da vida.

Os Assistentes Sociais devem estar preparados para fundamentar as suas decisões baseando-se em considerações éticas e, também, ser responsáveis pelas suas escolhas e ações.

 


Serviço de Nutrição e Alimentação

Diretora do Serviço: Dra. Dulce Senra

É da responsabilidade do Serviço de Nutrição e Alimentação a Nutrição Clínica – no ACES, nos Cuidados Hospitalares e nos Cuidados Continuados; a nutrição Comunitária, no ACES, incluindo a Unidade de Saúde Pública; a articulação direta com os Serviços Hoteleiros para avaliação da composição das ementas e monitorização da preparação , confeção e distribuição das refeições.


Serviços Farmacêuticos

Diretora do Serviço: Dra. Cristina Paiva

O Serviço Farmacêutico da ULSM é constituído por Farmacêuticos e Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica.

Cabe ao serviço estabelecer sistemas eficazes e seguros de armazenagem e de distribuição e administração de medicamentos e outros produtos farmacêuticos. Deve desenvolver atividades de farmácia clínica, relacionadas com a terapêutica medicamentosa, elaboração de perfil fármaco-terapêutico do doente, realização de estudos de farmaco-vigilância e elaboração de estudos sobre formulação, qualidade e estabilidade de medicamentos e misturas intravenosas.

 


Bombeiros de Matosinhos recebem vacina contra a Covid-19

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) iniciou hoje, 13 de Fevereiro, a vacinação contra Covid-19 aos bombeiros das corporações do município de Matosinhos.


"COVID-19" - A força da unidade para superar a ameaça pandémica

“Portugal atravessa uma situação gravíssima de disseminação da infeção e, consequentemente, do número de pessoas que se debatem com situações graves e muito graves e dos que, infelizmente, morrem devido direta ou indiretamente à Covid-19. Mais do que nunca, é necessária uma resposta concertada das forças e poderes políticos, da comunidade científica, da comunicação social, dos profissionais de saúde e de toda a população.”

Consulte aqui o documento na íntegra.

 


Vacinação contra a Covid-19 arrancou nos lares de Matosinhos

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) deu início à vacinação contra a Covid-19 nos lares e Estruturas Residenciais para Idosos do concelho de Matosinhos.


ADR Comunidade e SASU Matosinhos mudam de instalações

A partir de hoje, a Área Dedicada ao Doente Respiratório (ADR) Comunidade de Matosinhos passa a funcionar num novo espaço, que após obras de requalificação está pronto a receber também o Serviço de Atendimento a Situações Urgentes (SASU).


SASU - Serviço de Atendimento a Situações Urgentes
  • SASU
    Situado na Avenida D. Afonso Henriques, 1775, 4450-017 Matosinhos
    Horário de funcionamento: Fim de semana e feriados: 9h00 às 18h45 (encerrado nos dias úteis)
  • Telefone: 22 939 14 00
  • sasu.matosinhos@ulsm.min-saude.pt

 


Frio intenso

Lembramos que a exposição ao frio intenso, particularmente durante vários dias consecutivos, pode contribuir para a transmissão de doenças infeciosas do aparelho respiratório e provocar lesões relacionadas com o frio.

Proteja-se, usando sempre a máscara. Agasalhe-se e siga alguns conselhos:


“Vamos continuar, sempre!”

“Vamos continuar, sempre!”

Novembro foi o mês da sensibilização para o cancro do pulmão. Falámos com um dos nossos utentes, fotojornalista, que se deixou fotografar pelo telemóvel da sua médica pneumologista, Fernanda Estevinho. Antes já tinha ele próprio captado os rostos, com máscara, da nossa equipa do Hospital de Dia.


Equipa Coordenadora Local

Coordenador: Enf. Rui Miguel Moreira Silva


Equipa de Gestão de Altas

Coordenador: Enfª. Graça Farelo


Equipa de Suporte ao Doente Crónico Complexo

Coordenador: Dra. Maria do Céu Rocha


Departamento de Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica

Conselho de Gestão

  • Diretor: Dra. Teresina Amaro
  • Gestor: Dra. Georgina Correia
  • Técnico: João Pires

O Departamento de Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica engloba os seguintes serviços:

  • Radiologia | Diretor: Dr. Abel Alves Salgueiro
  • Neurorradiologia | Diretor: Dra. Ana Mafalda Reis
  • Radiologia| Técnico Coordenador: Tecn. João Pires
  • Patologia Clínica | Diretor: Dra. Cacilda Magalhães
  • Medicina Física e Reabilitação | Diretor: Dra.  Raquel Vilela
  • Unidade de Agendamento de MCDT

Visitas Suspensas

Por se verificar uma nova fase ascendente da curva do número de casos de doentes positivos à COVID-19, deliberou o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde de Matosinhos a suspensão das visitas aos doentes internados no Hospital Pedro Hispano a partir do dia 24 de outubro.


Hoje é Dia Mundial da Alimentação

O Serviço de Nutrição da Unidade Local de Saúde de Matosinhos lança hoje, Dia Mundial da Alimentação, um livro de receitas saudáveis que pode seguir, experimentar e deliciar-se.


Voto de Louvor da Assembleia Municipal

É com muito gosto que divulgamos e, desde já agradecemos, o Voto Público de Louvor da Assembleia Municipal de Municipal de Matosinhos aos Profissionais de Saúde pelo trabalho desenvolvido durante a pandemia COVID-19.


Laboratório de Microbiologia da ULSM ultrapassa os 10.000 testes de pesquisa de SARS-CoV-2

Atingimos esta semana os 10.904 testes de pesquisa ao SARS-CoV-2, com tempo médio de resposta de 16horas e 52 minutos.


"COVID-19" - Medidas Gerais de Prevenção e Controlo da COVID-19

A Direção Geral da Saúde lançou o primeiro volume de um manual com “medidas gerais a adoptar por todos”.
Um manual onde estão as características da COVID-19 quais as medidas preventivas da doença, do distanciamento aos equipamentos de protecção, da higiene pessoal à ambiental. São 35 páginas de fácil leitura e úteis.


"COVID-19" - Carta de um médico a si, utente

Sala de espera vazia, sem a azáfama de outrora, levam-nos a pensar e a escrever.

Foi o que fez um médico nosso, enquanto aguardava, no seu gabinete, vazio: “sem o habitual barulho da sala de espera , os sorrisos e cumprimentos de quem chega, o olhar de quem está… senti a necessidade de escrever algo aos “meus” utentes, de uma forma geral:

Neste momento de angústias, ansiedades e desafios, em que o contacto próximo é substituído pelo contacto telefónico, reparamos que somos todos seres humanos frágeis e vulneráveis e que precisamos uns dos outros para vencer cada batalha.

Num mundo pejado de conflitos onde as palavras agressivas pairam com normalidade, também eu me sinto impelida a agradecer a vossa atitude de colaboração e serenidade mas acima de tudo, as palavras de reconhecimento, carinho e preocupação com a nossa saúde, que ouvi em inúmeras teleconsultas, que tornam tudo mais fácil e dão sentido ao que fazemos.

Com os melhores cumprimentos,

Do seu médico”


"COVID-19" - Linha de Apoio à Saúde Mental

O Núcleo de Enfermeiros Especialistas em Saúde Mental da Unidade Local de Saúde de Matosinhos criou uma linha de apoio de Saúde Mental. Pode, a partir de agora, ligar o 910 749 340.

Queremos promover ainda mais a saúde mental da comunidade externa da ULSM nesta fase de pandemia que vivemos. Queremos criar um espaço de partilha e expressão emocional. Queremos ouvir as suas inquietações, escutar e apoiar.
É normal, que numa situação de isolamento social e alterações da sua rotina, sinta maior ansiedade, medo, tristeza, alterações de sono e saudades. Falar connosco vai ajudar. 

Se é utente de um dos nossos centros de saúde, pode ligar o 910 749 340, de 2ª a 6ª feira, das 8h00 às 20h00, e será atendido por um enfermeiro especialista em saúde mental, que até já pode conhecer, e que o irá apoiar na melhoria do seu estado psicológico e emocional.

A confidencialidade está, claro, assegurada. Estamos prontos a ouvi-lo!

 


"COVID-19" - Tabaco e COVID-19

O Programa Nacional de Prevenção e Controlo do Tabagismo desenvolveu uma campanha de alerta para a relação entre o tabaco e o COVID-19.

TABACO E COVID-19 – PERGUNTAS FREQUENTES

As pessoas que fumam ou usam cigarros de aquecimento ou eletrónicos têm maior risco de contrair a COVID-19?

Não existem estudos conclusivos. Contudo, é sabido que fumar diminui a imunidade e aumenta o risco de contrair infeções pulmonares bacterianas e virais, de gripe sazonal e de tuberculose, pelo que é expectável que esse risco aumentado também exista relativamente à COVID-19.

Por outro lado, é possível que as pessoas que fumam ou usam cigarros de aquecimento ou eletrónicos sejam mais vulneráveis ao novo coronavirus (SARS-CoV-2) e à Covid-19, pois, durante o ato de fumar, os dedos, os cigarros ou os bocais eventualmente contaminados podem entrar em contacto com a boca, o que aumenta a possibilidade de transmissão do vírus. O uso de cachimbos de água (shisha), pode envolver a partilha de bocais, o que poderá facilitar, também, a transmissão do novo coronavirus. Para diminuir esse risco lave as mãos antes e depois de fumar, lave os bocais e desinfete os aparelhos de aquecimento ou os cigarros eletrónicos com uma solução à base de álcool após a compra e frequentemente após a utilização. Não partilhe cigarros ou equipamentos. Os bocais dos cachimbos de água nunca devem ser partilhados, devendo ser devidamente higienizados após a sua utilização.

As pessoas que fumam têm maior risco de desenvolver complicações graves se contraírem a COVID-19?

Embora ainda nem tudo seja conhecido acerca da COVID-19, pessoas com idade mais avançada, patologias crónicas cardiovasculares, respiratórias ou diabetes apresentam maior risco de desenvolver complicações graves no caso de serem infetadas pelo novo coronavirus. As pessoas fumadoras têm maior probabilidade de sofrer destas doenças em resultado da exposição ao fumo do tabaco. No caso de serem infetadas pelo novo coronavirus poderão apresentar maior risco de sofrer complicações graves, pois fumar lesa os tecidos pulmonares e aumenta a produção de muco a nível da árvore brônquica, o que contribui para aumentar a dificuldade respiratória. Por outro lado, fumar diminui a imunidade, tornando mais lenta e difícil a luta contra a infeção e a cura da doença.

Parar de fumar diminui o risco de contrair a COVID-19?

Ainda não são conhecidos estudos nesta área. Contudo, deixar de fumar ou usar cigarros de aquecimento ou eletrónicos permite eliminar o manuseamento dos cigarros e o eventual toque dos dedos, eventualmente contaminados, na boca. Por outro lado, é possível que se consigam gerir melhor as condições de doença crónica preexistentes no caso de haver infeção, porque o abandono do tabaco tem um impacto positivo nos níveis de oxigénio no sangue, na redução da sintomatologia respiratória e no sistema cardiovascular, que vão melhorando com o passar do tempo. Gerir melhor as doenças crónicas pré-existentes pode aumentar a capacidade dos pacientes com COVID-19 para responderem melhor à infecção e reduzir o risco de complicações mais graves.

Gostaria de deixar de fumar. Como posso obter apoio?

Se é fumador, deixe de fumar. Neste período de mitigação da COVID-19 as consultas programadas de cessação tabágica foram substituídas, sempre que possível, por contactos telefónicos. Informe-se junto da sua unidade de saúde, ou do seu (sua) médico(a) ou enfermeiro(a) de família, sobre os apoios à cessação tabágica  disponíveis nesta fase. 

Pode também usar o seguinte guia de aconselhamento: 15 passos para deixar de fumar.

https://www.dgs.pt/em-destaque/15-passos-para-deixar-de-fumar.aspx

Existem diversas aplicações informáticas para telemóvel gratuitas que o poderão ajudar a deixar de fumar. Caso sinta muita vontade de fumar, poderá usar substitutos de nicotina (medicamentos de venda livre nas farmácias ou espaços de saúde) com duas finalidades: para deixar de fumar ou para diminuir ou substituir o número diário de cigarros fumados. Em geral, uma pastilha ou uma goma equivalem a um cigarro. Siga atentamente os conselhos do seu médico ou do seu farmacêutico e leia cuidadosamente as instruções de utilização.

Deixei de fumar e estou em risco de recair. O que devo fazer?

Os períodos de stress podem aumentar o consumo de tabaco e a vontade de voltar a fumar em ex-fumadores. Procure gerir o stress sem aumentar o consumo de tabaco. Fumar mais não resolve a ansiedade e prejudica a sua saúde respiratória e cardiovascular.  Se é um ex-fumador, é muito importante que não volte a fumar. Se está a usar cigarros eletrónicos ou de aquecimento para deixar de fumar, não volte a fumar tabaco convencional. Tente deixar de fumar qualquer produto com nicotina. Dessa forma vai melhorar a sua saúde respiratória e resistir melhor a um eventual risco de infeção. Pense na sua saúde e proteja-se dos riscos da COVID-19.

Como evitar o fumo ambiental em casa durante o período de confinamento?

Não fume dentro de casa. Se continuar a fumar cigarros convencionais ou outro tipo de tabaco durante o período de confinamento em casa, é importante que tenha consciência que o fumo ambiental ou as emissões dos cigarros de aquecimento ou eletrónicos são prejudiciais à sua saúde e à saúde de todos aqueles que partilham a sua habitação. “Quando alguém fuma, todos fumam à sua volta”. Se não conseguir deixar de fumar, fume na varanda ou no terraço, mantendo a porta de

acesso ao interior da casa fechada, de modo a evitar que o fumo se espalhe para o seu interior. Se não tiver esta possibilidade, use um quarto com janela, fume para o exterior e mantenha a porta do quarto fechada. Escolha uma janela que não prejudique os moradores das habitações contíguas. Mantenha a casa bem arejada. Se possível, procure usar as pequenas saídas de casa, permitidas por lei, para fumar.

Bibliografia

Alqahtani JS, Oyelade T, Aldhahir AM et al. Prevalence, severity and mortality associated with COPD and smoking in patients with COVID-19: a rapid systematic review and meta-analysis. Medrxiv. 25 march 2020. 20043745.

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Atualizado em 14 de abril de 2020

DGS/ Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo

 

 

 

 

 

 

 


Reabilitação Respiratória

A Comissão de trabalho de Reabilitação Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, com alguns profissionais e utentes do Serviço de Medicina Física e de Reabilitação da Unidade Local de Saúde de Matosinhos, desenvolveu um documento onde reúne diversos temas pertinentes relacionados com a reabilitação respiratória para doentes com patologias crónicas associadas, a realizar em domicílio nesta altura em que estamos confinados.

Trata-se de um documento que compila também diversos vídeos com exercícios que pode praticar.

 


"COVID-19" Nutrição

 

 

 

 

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Livro Receitas ULSM_2020(2)

“A busca de uma alimentação saudável vai conquistar a maioria da população?” esta foi a pergunta lançada à nossa nutricionista, Liliana Sousa, pela jornalista Eduarda Maio da Antena1 no programa “Que vida é a nossa?” 

Não deixe de ouvir.

 

 

 

A nossa Equipa de Nutrição preparou conselhos e receitas para si. Consulte cada uma das imagens.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Receitas Saudáveis

Durante este período foram sendo elaborados conteúdos e algumas receitas que hoje apresentamos aqui em livro.

Clique aqui  e experimente cada uma das receitas aprovadas pelas nossas nutricionistas do nosso Serviço de Nutrição.


COVID-19 | Farmácia de Ambulatório

Os Serviços Farmacêuticos da ULSM continuam a funcionar e a manter a dispensa de medicação crónica.


"COVID-19" Mais de Perto

 

Porque nesta altura estamos afastados fisicamente queremos continuar Mais de Perto consigo.

O Departamento de Saúde Mental da ULSM quer ter consigo uma abordagem de aproximação de modo a que esteja consigo numa vertente  de promoção da sua saúde mental.

Vamos deixando aqui informação importante que deve ler, tomar notas e se tiver dúvidas pode entrar em contacto connosco através do mail saudemental@ulsm.min-saude.pt

Pode começar com um Guia onde pode ler algumas dicas para manter saudável a sua Saúde Mental.

 

 

Apresentamos um Guia que foi pensado para o ajudar a gerir da melhor forma a sua preocupação e ansiedade nestes tempos de incerteza. Clique na legenda.

Pais e crianças em casa

O momento que todos vivemos talvez seja um dos momentos mais desafiantes das nossas vidas. E só quem tem filhos pequenos em casa consegue perceber realmente os desafios que o encerramento das escolas e o isolamento em casa pode colocar!
Os nossos filhos certamente já perceberam que algo se passa e provavelmente não compreendem ao certo o quê. É natural que as crianças, tal como nós, estejam confusas e preocupadas. É importante ajudá-las a atravessar este momento da forma mais tranquila possível e por isso reunimos aqui algumas ideias e materiais que acreditamos que vos possam ser úteis.

Tome a iniciativa e crie momentos de conversa, onde pode dar informação e responder às questões e dúvidas dos seus filhos sobre o covid-19. Esclareça-os de forma adequada para a sua idade, com a verdade, e assumindo uma perspectiva positiva. Pode dizer, por exemplo: “É uma doença que se está a espalhar por todo o mundo e estamos todos a fazer o possível para impedir que se espalhe muito. Por isso, as crianças estão em casa, sem escola – para evitar que a doença se espalhe. Há muitas pessoas a trabalhar para ajudar quem está doente (e que fica com tosse, febre e dificuldade em respirar) e para tornar o nosso mundo mais seguro para todos”. Pode usar o livro “Corona, o Vírus” para o orientar sobre o que pode dizer a uma criança ou mesmo para lerem em conjunto. Evite alarmismos ou informações desnecessárias (por exemplo, as crianças não precisam de saber o número de mortos ou se a vizinha que nem conhecem está internada). Diga-lhe o que a criança pode fazer para ajudar nesta situação, sobretudo para evitar que a doença se espalhe, como por exemplo, ter o cuidado de lavar frequentemente as mãos e ficar em casa…

Dê oportunidade à criança de falar o que pensa e sente. Aceite (não desvalorize nem critique) as suas emoções, e afirme que é natural sentir-se, por exemplo, com medo ou aborrecida.

Se alguma informação que a criança possui for exagerada ou errada, corrija-a e lembre a criança que pode sempre confiar em si para tirar dúvidas.

Com o encerramento das escolas, a maioria das crianças tem ficado aos cuidados dos seus pais ou habituais cuidadores, em casa. Este 3º periodo vai trazer um desafio maior, para os que já estão em idade escolar, que será continuar a estudar a partir de casa. Será importante tomar a iniciativa de contactar o professor do vosso filho para organizar de antemão os próximos dias de aulas não presenciais, como é que os professores pensam articular o seu trabalho com as emissões do #EstudoEmCasa disponibilizada pelo Ministério da Saúde e RTP, e depois inserir tudo isso no vosso dia a dia.

No infantário ou na escola, as crianças têm rotinas muito semelhantes quase todos os dias. Na verdade, a existência de uma rotina diária em casa, vai ajudar as crianças a sentirem-se mais calmas e seguras. Assim, elas sabem à partida com o que podem contar no seu dia e organizam melhor o que podem fazer em cada momento. Também pode ser uma boa ajuda para os pais, pois evita que passem o dia a chamar a atenção do seu filho para o facto de estarem, por exemplo, há demasiado tempo em frente à televisão ou no tablet, bem como ajuda os filhos a passarem mais facilmente de uma atividade para outra. Deixamos aqui alguns exemplos de um relógio e de quadros de rotinas diárias que podem pôr em prática aí em casa, com a devida adaptação aos vossos horários, ao que os professores vos proponham, à programação da emissão #EstudoEmCasa e a outras tarefas e atividades. Este plano diário pode ser afixado num lugar visível e as crianças mais pequenas podem fazer desenhos para as ajudar a lembrar o que é esperado nos diferentes momentos. Pode-se ainda usar uma mola da roupa ou um clipe para ir marcando quando se passa de uma atividade para outra.

O relógio foi elaborado e adaptado com base nos conteúdos disponíveis https://mrprintables.com/printable-daily-planner.html | Traduzido e adaptado da ideia original que se encontra aqui https://www.jessicamchale.com/resources/covid-19-resources

Quer a mudança nas suas rotinas, quer o stress, pode fazer com que os seus filhos se mostrem mais dependentes, peçam mais colo, fiquem com mais medos, mais agitados ou irritados, façam mais birras. Se isso acontecer, lembre-se que isso é apenas um sinal de que estamos a atravessar um momento difícil e o seu filho nota isso. Mostre-lhe compreensão, apoio e dê-lhe uma dose extra de atenção e carinho.

Uma óptima forma de dar atenção positiva é brincar com o seu filho e divertir-se em conjunto com este. Se for o caso, aproveite a oportunidade de estar por casa a protegê-lo e a proteger todos nós, para brincar. Sabemos que 15 minutos de atenção e dedicação exclusiva dada ao seu filho, num momento de brincadeira, todos os dias, tem um efeito muito positivo na sua relação com ele e aumenta os comportamentos de colaboração. Pode propor-lhe algumas das sugestões de brincadeira que aqui deixamos, mas sobretudo deixe-se levar pelos interesses do seu filho e divirta-se em conjunto com ele.

 Traduzido e adaptado da ideia original que se encontra aqui https://estacionbambalina.com/70-ideas-faciles-para-jugar-con-ninos-dentro-de-casa/

​O momento que todos vivemos talvez seja um dos momentos mais desafiantes das nossas vidas. Esperamos conseguir transformá-lo numa oportunidade de crescimento para nós e para a nossa relação com os outros… Que, com os nossos filhos, seja uma oportunidade de estar presente, transmitir-lhes segurança, dar atenção e partilhar brincadeiras!

#vamostodosficarbem

Agora deixamos aqui algumas Atividades para pais e filhos em situação de isolamento.

 

E os adolescentes?

Neste novo contexto de pandemia, as preocupações aumentam quer com a nossa própria saúde, como com a saúde dos nossos entes queridos. A interrupção da escola, o distanciamento dos amigos, a impossibilidade de participar em eventos sociais e comunitários, além de outras partes importantes das nossas vidas, podem intensificar os sintomas  de ansiedade.

Por isso aqui ficam, num pequeno guia,  algumas estratégias. Nunca é demais sabermos como estarmos preparados.

 

 

E as grávidas?

Durante a gravidez, e neste contexto de contaminação pelo coronavírus, a mulher poderá vivenciar níveis mais elevados de ansiedade relacionados com preocupações sobre o bem-estar do feto e com o seu próprio bem-estar. A dimensão e intensidade destes sintomas podem ter reflexo na sua qualidade de vida e ter impacto na sua relação com a gravidez.

É, pois, importante que a grávida adquira estratégias de autorregulação emocional, no sentido de prevenir desequilíbrios e perturbações emocionais, para que viva melhor a sua gravidez.

Neste pequeno guia apontamos algumas estratégias para que possa passar este momento de forma mais tranquila e confortável.

 

COVID- 19 e Perturbações do Espectro do Autismo

Atualmente, todos nós vivemos num tempo de incerteza relacionado com a situação de pandemia por covid-19. São tempos particularmente desafiantes para todos nós e para as pessoas com perturbação do espectro do autismo isso não é exceção. As pessoas com características do espectro do autismo têm maior dificuldade em lidar com a incerteza e com as mudanças. Nesta fase em que as suas rotinas se alteraram profundamente e em que as terapias, os apoios e as consultas foram suspensos ou decorrem de forma de diferente da habitual, será importante termos especial atenção e respondermos às suas necessidades.

Vamos aqui tentar dar-lhe instrumentos para que possa lidar melhor com esta situação.

 

Regresso às aulas presencias

Alguns jovens, os que frequentam o 11º e 12º anos, regressam esta semana à escola. Se para uns este é um bom momento, sentido como uma aproximação à anterior normalidade e ao convívio social, para outros pode ser bastante exigente e gerador de ansiedade.

Siga aqui algumas estratégias para lidar melhor com este regresso.

 

Nestes últimos tempos certamente se deu conta de que não é fácil lidar 24 sobre 24 horas com as crianças, os adolescentes, os jovens… É normal, não estávamos habituados a isso. Mas para ajudar o nosso Departamento de Saúde mental preparou estas três dicas que podem dar-lhe uma ajuda valiosa para lidar com algumas situações, aprender a valorizar, perdoar  e seguir em frente.

 


CÂMARA DE MATOSINHOS CRIA BOLSA COM 100 QUARTOS PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE DA UNIDADE LOCAL DE SAÚDE DE MATOSINHOS

A Câmara Municipal de Matosinhos e a Unidade Local de Saúde de Matosinhos acabam de criar uma bolsa de alojamento de forma a disponibilizar locais de descanso e estadia aos profissionais de saúde afeto aos serviços do Hospital Pedro Hispano. Numa fase em que lhes é exigido um particular esforço em prol da comunidade, a autarquia matosinhense não quis deixar de lhes assegurar as melhores condições físicas e emocionais.

Desde o final da passada semana que os profissionais de saúde têm vindo a ser alojados em unidades disponibilizadas sobretudo por pequenos investidores de alojamento local, num total de aproximadamente cem quartos. 

“É muito importante que os profissionais de saúde estejam concentrados nos serviços que têm que prestar. Se pudermos evitar que façam grandes deslocações e se lhes pudermos retirar a preocupação de contágio familiar, julgo que será benéfico para todos”, referiu Taveira Gomes, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde, deixando uma nota de gratidão aos empresários de alojamento local que se associaram a esta iniciativa.  

“De facto, a nossa comunidade sempre soube responder em tempos de crise e, verificamos, uma vez mais, que o espírito de entreajuda norteia a conduta dos matosinhenses, em especial destes empresários que, de forma exemplar, responderam ao apelo da autarquia e da ULS de Matosinhos”, acrescentou.

A autarquia informa ainda que foi criado o email alojamentomedico@cm-matosinhos.pt para gerir esta bolsa de alojamento dirigida os profissionais de saúde, e para onde os proprietários individuais e empresas podem enviar as suas disponibilidades

 


COVID-19 | Alterações na acessibilidade aos Cuidados de Saúde Primários

Face à evolução da infeção pelo novo coronavírus (COVID-19), todos temos um papel importante na adoção de comportamentos responsáveis para minimização do risco. Não os descure. A partir de segunda-feira, dia 4 de maio, retomamos, gradualmente, a atividade no ACES de Matosinhos.


COVID-19 Informações úteis

Aqui terá mais informação sobre o que estamos a fazer na Unidade Local de Saúde de Matosinhos para fazer face ao COVID -19


Núcleos de Apoio às Crianças e Jovens em Risco (NACJR) do ACES

Laço azul - maus tratos nas crianças e jovens

Garantir o direito ao desenvolvimento físico, psicológico e social em pleno por parte da criança e do jovem é da responsabilidade de todos os cidadãos. Qualquer comportamento que implique dano na criança (abuso) ou omissão (negligência), não acidental, na satisfação das suas necessidades e direitos, deve ser precocemente identificado e alvo de intervenção.

Com o Despacho n.º 31292/2008, de 5 de dezembro, foi criada a Acção da Saúde para Crianças e Jovens em Risco e, de acordo com estas orientações, foi estabelecido o modo de atuação dos profissionais de saúde do Agrupamento de Centros de Saúde de Matosinhos (ACESM), perante crianças e jovens em situações de risco ou perigo identificadas no ACESM.

Sem prejuízo do assumir de responsabilidades por parte de todos os profissionais, no âmbito do risco em crianças e jovens, os Núcleos de Apoio às Crianças e Jovens em Risco (NACJR) do ACES adquirem um papel de particular importância no apoio aos profissionais que trabalham na prevenção das situações de risco e lidam diretamente com estas situações, na respetiva esfera de ação.

É missão dos NACJR:
a) Sensibilizar os profissionais e a população em geral para a problemática das crianças e jovens em risco;
b) Criar linhas de orientação para a abordagem de crianças e jovens em risco, pelos profissionais de saúde do ACESM;
c) Incrementar a formação e preparação dos profissionais na matéria;
d) Coletar e organizar a informação casuística sobre as situações de risco em crianças e jovens;
e) Prestar apoio de consultadoria aos profissionais e equipas de saúde no que respeita à sinalização, acompanhamento ou encaminhamento dos casos;
f) Mobilizar e articular os recursos na intervenção de 1º nível;
g) Agilizar a comunicação com as CPCJ’s e Tribunais, no caso de situações que transitem para 2º e 3º nível;
h) Apoiar as medidas determinadas pelas CPCJ’s e Tribunais;
i) Prestar continuidade de apoio quando os processos nas CPCJ’s e Tribunais são encerrados, por se reverter a situação de perigo.

Coordenação – Ana Sacramento (Médica de Medicina Geral e Familiar)

  • Constituição do NACJR Leça da Palmeira

Enfermagem – Isabel Afonso
Serviço Social – Cláudia Ferreira
Psicologia – Laura Meireles
Contactos: nacjr.lecapalmeira@ulsm.min-saude.pt

 

  • Constituição do NACJR Matosinhos

Enfermagem – Fiama Marques
Serviço Social – Sandra Ferreira
Psicologia – Sara Simões
Contactos: nacjr.matosinhos@ulsm.min-saude.pt

  • Constituição do NACJR São Mamede Infesta

Enfermagem – Tânia Azevedo
Serviço Social – Cristina Cravo
Psicologia – Iva D’Alte
Contactos: nacjr.smamedeinfesta@ulsm.min-saude.pt

  • Constituição do NACJR Senhora da Hora

Enfermagem – Sofia Pereira
Serviço Social – Leonor Carmo
Psicologia – Andreia Pinto
Contactos: nacjr.senhorahora@ulsm.min-saude.pt



ULSM/Pedro Hispano mantém-se entre os melhores na avaliação SINAS@Hospitais

Os resultados do relatório semestral do SINAS (Sistema Nacional de Avaliação em Saúde) agora divulgados (16 janeiro) continuam a classificar a Unidade Local de Saúde de Matosinhos/Hospital Pedro Hispano entre os prestadores de cuidados de saúde que demonstram cumprir critérios de qualidade em termos de excelência clínica, num total de 158 estabelecimentos avaliados pela Entidade Reguladora da Saúde.


Aulas ao sábado

No passado sábado começámos um novo ciclo para as futuras mamãs que pretendam ter o seu bebé no Hospital Pedro Hispano.


NHACJR

Laço azul - maus tratos nas crianças e jovens

Núcleo Hospitalar de Apoio a Crianças e Jovens em Risco do Hospital Pedro Hispano (NHACJR)

Os maus tratos em crianças e jovens constituem um problema de saúde pública complexo e um desafio para os profissionais de saúde. A melhoria das boas práticas na promoção dos direitos das crianças e dos jovens exige respostas mais eficazes por parte das equipas de saúde, com intervenções multidisciplinares.
O Núcleo Hospitalar de Apoio a Crianças e Jovens em Risco (NHACJR) do Hospital Pedro Hispano rege-se pelos princípios orientadores dos Núcleos consignados no Decreto/Lei n.º 147/99 de 1 de Setembro – Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo, sendo a sua prioridade promover os direitos das crianças e jovens, garantindo a sua proteção aquando de situações de risco ou perigo.
A sua intervenção faz-se num contexto de responsabilidades partilhadas com outras entidades com competência nesta matéria, criando linhas de orientação para a abordagem de crianças e jovens em risco, formando e preparando os profissionais, prestando apoio de consultadoria aos profissionais no que respeita à sinalização, acompanhamento ou encaminhamento dos casos, mobilizando e articulando os recursos da comunidade e agilizando a comunicação com as CPCJ e tribunais.

Constituição do NHACJR

  • Maria José Costa (Pediatra e Coordenadora)
  • Adelina Sá Couto (Ginecologista Obstetra)
  • Zenaide Polónia (Psicóloga Clínica)
  • Clara Lago (Assistente Social)
  • Arménia Relvas (Enfermeira)
  • Emídio Pinho (Advogado)
  • Lara Vilela (Pedopsiquiatra)

Contactos


Novos Internos chegam à ULSM

A entrada do novo ano traz sempre à Unidade Local de Saúde de Matosinhos novas caras.

Foram hoje recebidos os novos Internos que escolheram a ULSM para o seu internato. São 37 Internos da Especialidade e 55 de Formação Geral.


Núria, a Bebé do Ano 2020

“Babados!” É como dizem estar os pais da nossa bebé do ano! Chama-se Núria e eram precisamente 00h24 quando nasceu.

Antes das 13 horas do dia 31 saíram da Trofa, onde residem e trabalham, para darem entrada no Serviço de Urgência do Hospital Pedro Hispano.


Hospital Pedro Hispano renova certificado Hospital Amigo dos Bebés

Recebemos, no dia 8, no final da Conferência Nacional da Amamentação, o certificado que nos identifica como Hospital Amigo dos Bebés.


Plano de Contingência Módulo Verão 2021

 

Prevendo-se que se mantenha o tempo quente ao longo desta semana, para se proteger dos efeitos do calor intenso na saúde mantenha-se informado, hidratado e fresco, a DGS recomenda:

  • Beba água ou sumos de fruta natural, mesmo quando não tem sede, e evite o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Faça refeições frias, leves e coma mais vezes ao dia;
  • Utilize roupa larga, que cubra a maior parte do seu corpo, chapéu de abas largas e óculos de sol;
  • Mantenha-se em ambientes frescos, pelo menos 2 a 3 horas por dia;
  • Evite a exposição direta ao sol, principalmente entre as 11 e as 17 horas.
  • Utilize protetor solar com fator > 30 e renove a sua aplicação de 2 em 2 horas;
  • Se trabalhar no exterior, faça-o acompanhado porque em situações de calor extremo poderá ficar confuso ou perder a consciência;
  • Tenha especial atenção com os doentes crónicos, crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida;
  • No período de maior calor, corra as persianas ou portadas; ao entardecer deixe que o ar circule pela casa;
  • Mantenha-se informado relativamente às condições climáticas para poder adotar os cuidados necessários.

Plano de Contingência Saúde Sazonal – Módulo Verão

 


Investimento superior a 100 mil euros

Hospital Pedro Hispano adquire novo equipamento para diagnóstico e tratamento das lesões malignas do tubo digestivo.


ULSM promove formação em situações de catástrofe

Um atentado terrorista em plena Festa do Senhor de Matosinhos ou num grande centro comercial são situações extremas que exigem uma capacidade de resposta altamente preparada e treinada. Nesse sentido, e tendo por base a simulação destes acontecimentos, a Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) vai promover nas suas instalações o Curso Medical Response to Major Incidents (MRMI), no próximo mês de outubro, nos dias 18 a 20.

Tendo por base um cenário de catástrofe simulando um atentado terrorista a acontecer no concelho de Matosinhos, o curso MIRM vai pôr à prova a resposta e capacidade de reação das várias organizações e estruturas com a responsabilidade de intervir, desde as forças policiais à resposta hospitalar.

Nesse sentido, este curso dirige-se a profissionais de diferentes áreas – Proteção Civil, Saúde e Segurança – como bombeiros, técnicos da proteção civil, polícias, seguranças, militares, médicos, enfermeiros, psicólogos, sociólogos, assessores de comunicação, jornalistas e gestores.

Original da Suécia, o curso é o único com certificação diferenciada na área da emergência e catástrofe internacional pela European Society for Trauma and Emergency Surgery, tendo por base um modelo de simulação avançado capaz de treinar toda a cadeia de comando num cenário de acidente, bem como a capacidade da resposta hospitalar num contexto de emergência com multivítimas.

Em Portugal, o curso MRMI é da responsabilidade do Madeira International Disaster Training Centre, que tem por objetivo promover a formação na área da emergência, trauma e catástrofe ao nível nacional e internacional.

 

 

 

 


Hospital Pedro Hispano adquire novo equipamento para diagnóstico e tratamento das lesões malignas do tubo digestivo

O Serviço de Gastrenterologia do Hospital Pedro Hispano, integrado na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, acaba de receber um novo equipamento – um ecoendoscópico – que vai permitir uma nova resposta no diagnóstico e tratamento dos seus doentes com lesões malignas do tubo digestivo (cancro do esófago, estômago, do reto e pâncreas), evitando pedidos de exames a outras instituições de saúde.

A aquisição do ecoendoscópico, num investimento superior a 100 mil euros, vem dotar o Serviço de Gastrenterologia de uma resposta que até agora não era possível no HPH, obrigando os doentes a deslocar-se a outras instituições para a sua realização. Assim, a partir de agora, o serviço prevê realizar cerca de 300 exames por ano, o que “permite responder à necessidade de acompanhamento dos doentes, com evidentes melhorias na sua com qualidade de vida, ao evitar a deslocação a outros hospitais e a internamentos desnecessários”, como salienta o gastrenterologista José Soares, diretor deste serviço que nos últimos dois anos tem investido na formação da sua equipa clínica nesta área da ecoendoscopia diagnóstica e terapêutica, de modo a assegurar a sua execução por especialistas.

A ecoendoscopia é uma técnica que combina a endoscopia com a ultrassonografia e que se tornou essencial para o estadiamento das lesões neoplásicas do tubo digestivo, nomeadamente do esófago, estômago, reto e também no diagnóstico das neoplasias pancreáticas. Para além do diagnóstico, o especialista destaca ainda os avanços que esta técnica tem registado na sua vertente terapêutica, ao possibilitar a realização de várias intervenções, como as punções ecoguiadas, que permitem “intervir precocemente em diversas patologias, especialmente no estadiamento loco-regional de diversos cancros, evitando o recurso a cirurgias”.

Para mais informações, contactar Paula Carvalho: 91 227 14 28

Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE| Gabinete de Comunicação e Relações Públicas |paula.carvalho@ulsm.min-saude.pt |tlf. 229 391 008

 


A Dislipidemia

Neste breve artigo, o Dr. José Agostinho Santos, especialista de Medicina Geral e Familiar, responde a cinco questões frequentes na consulta médica sobre o colesterol.

O que é o colesterol?

O colesterol é uma molécula que circula no nosso sangue e que tem um papel importante no organismo: é um constituinte essencial das membranas das células. Numa analogia simples, podemos dizer que colesterol é como o barro ou a argila dos tijolos das parades das diferentes divisões da nossa casa.

O que é dislipidemia?

A dislipidemia é a existência de níveis elevados de colesterol ou de gordura no sangue circulante. Não é uma doença em si, mas é uma condição de saúde.
Recorrendo novamente à analogia, o facto de ter pedaços de argila espalhados no chão da sua casa não é um problema da casa em si. É uma situação da casa.

A dislipidemia é grave?

A dislipidemia é uma condição que pode agravar o contexto cardiovascular do nosso corpo. O excesso de colesterol no sangue pode ter tendência a fixar-se no interior das artérias por onde o sangue circula, a entupi-las e, dessa forma, interromper a circulação sanguínea. É o que acontece num AVC ou num enfarte do miocárdio (o músculo do coração).
No entanto, para que todo este processo aconteça é preciso que existam outros outros factores favorecedores, como o tabagismo, hipertensão arterial, diabetes ou excesso de peso. Daí que o enfoque do médico passa por alertar e controlar estes factores cardiovasculares e não propriamente no valor (analítico) do colesterol em si. Voltando pela última vez à analogia, os pedaços de argila espalhados no chão de casa terão maior tendência para causar entupimentos das canalizações se houver factores adicionais que os empurrem para os ralos do chão ou factores de humidade que permitam a formação do barro.

Todas as pessoas com dislipidemia devem ser medicadas?

Não. Dependendo do contexto cardiovascular, a pessoa pode ou não ter indicação para ser medicada. Tudo dependerá do seu risco cardiovascular, ou seja, do risco de vir a desenvolver, efetivamente, um entupimento arterial que desencadeie um AVC ou enfarte. Isto quer dizer que o médico não irá fazer medicação para baixar os valores do colesterol, mas sim para melhorar a condição da pessoa, fazendo uma avaliação global e tendo em conta o seu contexto. Até porque todas as terapêuticas medicamentosas têm efeitos laterais, pelo que é necessário ponderar, avaliar os prós e os contras da prescrição do medicamento.

O que está ao meu alcance para reduzir os níveis de colesterol no sangue e o risco cardiovascular?
Todos nós podemos ter um estilo de vida saudável de forma a diminuir o risco de um problema cardiovascular em idades precoces. Assim, a prática de exercício físico moderado como, por exemplo, as caminhadas regulares, a par de uma dieta equilibrada, sem excesso de sal e de gorduras, e não-fumar são consideradas as medidas mais importantes e ao nosso alcance, na manutenção de um estilo de vida saudável.

 

José Agostinho Santos | Especialista em Medicina Geral e Familiar

José Agostinho Santos | Especialista em Medicina Geral e Familiar | Unidade de Saúde Familiar Dunas

 


Morreu o Presidente do Conselho Consultivo da ULSM

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos vem manifestar publicamente o seu mais profundo pesar pelo falecimento do Presidente do Conselho Consultivo, Manuel Ferreira de Oliveira, e endereçar à Família e Amigos as mais sinceras condolências.


Informação para cuidadores e pessoas cuidadas

Está disponível a partir de hoje no Portal ePortugal uma área dedicada com informação útil para cuidadores e pessoas cuidadas, evidenciando os seus direitos e benefícios, medidas de apoio e serviços, bem como respostas a vários níveis, tendo em vista proporcionar às pessoas envolvidas um maior conhecimento da situação específica em que se encontram.

A Área dos Cuidadores reúne informação sobre cuidados de saúde e de apoio social, serviços onde os mesmos podem ser prestados e abordagens temáticas em função das situações concretas. Da informação disponível constam a oferta formativa, vídeos, manuais, relatórios e aplicações móveis que contribuem para facilitar e ajudar tanto os cuidadores como as pessoas cuidadas.

Está também disponível informação sobre benefícios, apoios e outras prestações no âmbito da Segurança Social e da Saúde, um conjunto de Perguntas Frequentes, contactos e linhas de apoio.

Pretende-se que esta área no ePortugal atenda de forma personalizada às necessidades e expectativas dos cuidadores e das pessoas cuidadas, contribuindo assim para a promoção da sua qualidade de vida. A Área dos Cuidadores pretende ser também uma ferramenta útil para os profissionais com especial interesse nesta área.

O Estatuto do Cuidador Informal, publicado a 6 de setembro, vem regular os direitos e os deveres do cuidador e da pessoa cuidada, estabelecendo as respetivas medidas de apoio, estando a decorrer o prazo para a sua regulamentação específica.

A Área dos Cuidadores é uma medida Simplex+, da responsabilidade das áreas governativas, Saúde, Segurança Social e Modernização Administrativa.

 

Lisboa, 20 de setembro de 2019

 


ULSM cria nova Unidade de Ensaios Clínicos Precoces em voluntários doentes (“Early Phase Clinical Trials Unit”)

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE lança uma aposta maior na investigação clínica ao criar condições adequadas à realização de ensaios clínicos de “fase precoce”: Fase I e Fase IIa em voluntários doentes.

Com base num protocolo de colaboração para a investigação clínica, celebrado em 2013, entre a Unidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E. e a BLUECLINICAL – Investigação e Desenvolvimento em Saúde, Lda, no âmbito da Clinical Research Partnership da Blueclinical, é chegada a hora de um novo passo.


Hospital Pedro Hispano investe 300 mil euros na aquisição de novos aparelhos de mamografia e rx

O Hospital Pedro Hispano, integrado na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, está a investir na modernização do equipamento de Imagiologia com a aquisição de novos aparelhos para realização de mamografia e de radiografia, que vão permitir aumentar a capacidade de resposta do serviço, reduzindo o tempo de espera dos utentes para a realização destes exames.


ULSM cria nova Unidade de Ensaios Clínicos Precoces em voluntários doentes (“Early Phase Clinical Trials Unit”)

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos, EPE lança uma aposta maior na investigação clínica ao criar condições adequadas à realização de ensaios clínicos de “fase precoce”: Fase I e Fase IIa em voluntários doentes.


Dia da Grávida assinalado com a UCC de Leça da Palmeira

A Equipa de Enfermagem, responsável do Projeto para a Parentalidade, da Unidade de Cuidados na Comunidade de Leça da Palmeira, levou ontem a cabo uma sessão dedicada às grávidas. Tudo para assinalar o Dia da Natalidade, o Dia da Grávida.


Unidade de Endocrinologia Pediátrica proporciona aula a jovens diabéticos

Vivemos no último sábado uma manhã “fantástica” cheia de energia e de muitos sorrisos!
A Unidade de Endocrinologia Pediátrica da ULSM convocou os jovens diabéticos e suas famílias para uma manhã de convívio e de prática de exercício físico na Piscina da Quinta da Conceição, com o apoio da Matosinhos Sport – Empresa Municipal de Desporto.


Serviço de Investigação, Epidemiologia Clínica e Saúde Pública Hospitalar

Coordenador: Profª. Doutora Rosa Maria Príncipe

Criado em 2014, com a missão de apoiar e promover a investigação clínica na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, o Centro de Ensaios Clínicos, a funcionar no Hospital Pedro Hispano, resultou de um protocolo de colaboração assinado com a Blueclinical, na sequência da publicação da Lei da Investigação Clínica, que se traduziu numa oportunidade de enquadramento para a dinamização desta atividade.
Este Serviço de Investigação tem como objetivo promover a investigação clínica em todas as suas vertentes criando condições para a realização da mesma. Assim, a ULSM considera esta área fulcral por inúmeros motivos. Se por um lado, para os profissionais, é mais um fator de envolvimento no desenvolvimento de medicamentos e dispositivos médicos que permite aumentar o seu conhecimento e formação, por outro, permite aos utentes da ULSM o acesso a terapias inovadoras e a novas tecnologias em saúde que possam responder às suas necessidades, contribuindo para o objetivo desta Unidade de Saúde de prestar um serviço de excelência à sua comunidade. Permite também o acesso à vanguarda do conhecimento científico e a adoção das melhores práticas no acompanhamento de doentes, gerando também dados de maior qualidade para suporte à decisão na área da saúde.
Como consequência do trabalho desenvolvido ao longo destes anos, sustentado por toda uma equipa especializada na área, com grande rigor e dedicação, registou-se um aumento do número de Ensaios Clínicos.

O que é um Estudo Clínico?

Desde a descoberta da molécula em laboratório, até à autorização para introdução no mercado, os novos fármacos são sujeitos a várias fases de testes e a um criterioso processo de aprovação por parte das autoridades competentes.
Todas as fases do desenvolvimento de um novo medicamento/dispositivo são rigorosa e minuciosamente monitorizadas pela Comissão de Ética do país (em Portugal, a Comissão de Ética para a Investigação Clínica), de forma a assegurar uma boa conduta no decorrer das diferentes etapas deste processo e também pelo Infarmed. De uma forma geral, um novo fármaco passa então por:
  • Testes em Laboratório
  • Testes pré-clínicos
  • Ensaios Clínicos
  • Submissão do fármaco às autoridades competentes
  • Aprovação do fármaco
  • Registo
  • Comercialização
  • Estudos pós-comercialização
Os Estudos Clínicos são estudos realizados numa parceria entre a equipa de saúde, doentes e promotores, sendo os últimos, normalmente, laboratórios farmacêuticos. Nos ensaios avalia-se não apenas o grau de eficácia e segurança de um medicamento, mas também, a população de doentes para a qual o medicamento é adequado e qual a dose que permite obter os melhores efeitos. Quando um ensaio clínico é realizado em Portugal, já passou pela aprovação de vários órgãos reguladores oficiais, como a Comissão de Ética para a Investigação Clínica (CEIC) e o Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento (INFARMED). Para os Ensaios Clínicos, os critérios para participação de cada participante, bem como os métodos de análise validados e procedimentos a efetuar para avaliação estão descritos num plano do estudo, o Protocolo. Este é elaborado minuciosamente de forma a garantir a qualidade dos dados e proteger a saúde, integridade ética, e segurança de todos os participantes. Assim, os Estudos Clínicos são projetos de investigação destinados a dar resposta a questões científicas, procurando novas ou melhores formas de tratar ou prevenir doenças. Deste modo, os Estudos Clínicos podem ser divididos em Estudos Clínicos sem intervenção ou com intervenção.

Estudos Clínicos sem intervenção

Os Estudos Clínicos sem intervenção, ou Estudos Observacionais, contemplam exclusivamente a observação, como por exemplo a avaliação de um potencial risco. A prática epidemiológica e a investigação baseadas principalmente na observação, não envolvem intervenção ativa e não requerem uma intervenção maior do que a aplicação de questionários ou observações médicas de rotina e, pontualmente, exames laboratoriais ou imagiológicos de acordo com a prática clínica.
Neste tipo de estudos, avalia-se e/ou confirma-se, por exemplo, a segurança do medicamento pós-autorização de introdução no mercado, para que haja uma contínua monitorização da segurança do mesmo na prática clínica.

Estudos Clínicos com intervenção (Ensaio Clínico)

Segundo a Lei n.º 73/2015 de 27 de Julho, Ensaio Clínico “É qualquer investigação conduzida no ser humano, destinada a descobrir ou verificar os efeitos clínicos, farmacológicos ou os outros efeitos farmacodinâmicos de um ou mais medicamentos experimentais, ou identificar os efeitos indesejáveis de um ou mais medicamentos experimentais, ou a analisar a absorção, a distribuição, o metabolismo e a eliminação de um ou mais medicamentos experimentais, a fim de apurar a respetiva segurança ou eficácia”.
Com a definição presente, pode classificar-se os Ensaios Clínicos de acordo com as suas quatro fases:
Fase I: Para que se faça uma avaliação inicial do novo medicamento, o fármaco é, pela primeira vez, testado em humanos. Nesta fase, avalia-se a segurança, posologia e possíveis eventos secundários, não se estando a avaliar a eficácia, pelo menos como objetivo principal. Trata-se de um Ensaio realizado num pequeno grupo de voluntários saudáveis (10 a 100 participantes). Em casos específicos, em que, sem prejuízo da relação benefício-risco, a toxidade do medicamento é reconhecidamente elevada (p.ex. oncologia), os ensaios de Fase I são conduzidos desde logo numa reduzida população de doentes.
Fase II: Avaliação da eficácia terapêutica e segurança do novo medicamento, determina-se a dose e posologia mais adequada em doentes. Verifica-se também a toxicidade que permitirá definir o regime terapêutico para os Ensaios das fases seguintes. Trata-se de um Ensaio realizado num grupo mais alargado de doentes (100 a 600 doentes), rigorosamente selecionados.
Fase III: Sendo esta a fase mais demorada, determina-se a segurança, monitorizam-se efeitos secundários, verifica-se a eficácia e todos os benefícios terapêuticos que o novo medicamento apresenta em comparação com uma referência ou placebo. Deste modo, é realizada uma avaliação tendo como base o binómio beneficio-risco do novo medicamento. Nesta fase, participam centenas a milhares de doentes (1 000 a 5 000 doentes).
Para que haja um novo medicamento no mercado, as fases acima mencionadas são cruciais para a sua aprovação.

Estou interessado em participar num Ensaio Clínico… e agora?

Se estiver a considerar participar num ensaio clínico, a primeira etapa consiste numa consulta com o médico investigador, durante a qual, este fornecerá informações sobre o ensaio para avaliar se quer ou não participar. Nesta conversa, ser-lhe-á comunicada toda a informação incluindo: objetivos, procedimentos, duração, informação sobre o fármaco e benefícios e riscos da sua participação. Caso aceite participar, terá de ler, esclarecer todas as dúvidas e assinar um Consentimento Informado. Nesta declaração dará o seu consentimento para participação na investigação e confirma que foi informado detalhadamente pelo seu médico acerca do ensaio, escolhendo participar por livre vontade. É lhe fornecido uma cópia do consentimento informado e um cartão de contacto da equipa que o acompanha. Ao mesmo tempo, concordará com a forma de obter e utilizar os seus dados. Também é nesta declaração que constará toda a informação sobre o Ensaio Clínico.
É de salientar que, a qualquer momento, o participante é livre de abandonar o Ensaio Clínico, não querendo continuar a sua participação, não precisando para tal de dar qualquer justificação À equipa de investigação.
Para mais informações contactar: Dra. Rita Gouveia
Telefone: +351 910 016 380 Mail: investigacao@ulsm.min-saude.pt

Equipa

Direção de Serviço: Prof. Doutora Rosa Maria Príncipe | Gestão: Dra. Catarina Aguiar Diogo
Coordenação de Ensaios Clínicos: Dra. Rita Gouveia | Dra. Sofia Vasconcelos | Dra. Ilda Carvalho
Secretariado: Célia Ferreira

Contactos e Horário

Serviço de Investigação, Epidemiologia Clínica e Saúde Pública Hospitalar da ULSM
Centro de Ensaios Clínicos
ULS Matosinhos, Hospital Pedro Hispano
Rua Dr. Eduardo Torres
4464-513 Senhora da Hora
Telemóvel: 910 016 380
E-mail para submissão de estudos: investigacao@ulsm.min-saude.pt
O interlocutor do CEC com os promotores:
Dra. Rita Gouveia | Telefone: +351 910 016 380 / Fax: +351 223 200 699 | E-mail: rgouveia@blueclinical.pt

Câmara de oxigenação hiperbárica salva vidas

Em apenas 24 horas, o Hospital de Matosinhos recebeu quatro pessoas intoxicadas por monóxido de carbono e dois mergulhadores que sofreram descompressão de mergulho.
O tratamento pela chamada oxigenação hiperbárica salvou-lhes a vida.



 

 

 

O Portal do Utente de Matosinhos é uma plataforma online, criada para facilitar o acesso aos seus serviços de saúde, de forma simples e a partir de qualquer lugar, através do computador, telefone ou tablet.

Município adere à Rede Nacional de Balcões da Inclusão

Em breve, a Loja do Munícipe de Matosinhos, no Edifício dos Paços do Concelho, terá um Balcão da Inclusão, um espaço que disponibiliza às pessoas com deficiência ou incapacidade, e às suas famílias, um atendimento técnico especializado.


Unidade de Grávidas de Risco com obras de modernização

O Hospital Pedro Hispano, integrado na Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM), vai dar início esta semana às obras de requalificação da Unidade de Grávidas de Risco, com o objetivo de melhorar as condições de conforto e hotelaria para as suas utentes, bem como de trabalho para os seus profissionais. Saiba mais aqui.


Hospital Pedro Hispano “abre” Espaço Ecuménico a todas as religiões e crenças

O Hospital Pedro Hispano, integrado na Unidade Local de Saúde de Matosinhos,  deu mais um passo na humanização e na qualidade dos cuidados de saúde prestados aos utentes e seus familiares com a criação de um Espaço Ecuménico. Aberto a todas as religiões e crenças, o hospital dispõe agora de um espaço de reflexão, oração, meditação, de fé. Saiba mais aqui.

 


Neurocientista António Damásio na conferência dos 20 anos da primeira Unidade Local de Saúde nacional

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos, em parceria com o Seal Group, está a organizar a conferência “Connecting Healthcare – a felicidade e a inovação para o futuro das organizações”, inserida na comemoração dos seus 20 anos de atividade assistencial, que conta com a presença do neurocientista António Damásio. Saiba mais aqui.

 


Investimento superior a 56 mil euros em novas “pulseirinhas”

A Irmandade dos Clérigos e a Liga dos Amigos do Hospital Matosinhos vão ajudar o Hospital Pedro Hispano a adquirir um novo sistema de proteção e segurança dos bebés (as chamadas pulseirinhas anti-rapto), que estará pronto a funcionar em junho próximo. Saiba mais aqui.

 


Hospital Pedro Hispano supera metas de redução de consumos de energia e água

O relatório elaborado pela da ACSS, relativo à monitorização trimestral dos consumos de água, energia e produção de resíduos, mostra um desempenho muito positivo do Hospital Pedro Hispano (HPH), que supera até as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde. Saiba mais aqui.

 

 


“Pedro Hispano foi o português com mais poder no mundo antes de António Guterres chegar à ONU”

O historiador Armando Norte, autor da biografia do único Papa português, vai proferir amanhã, quarta-feira, dia 2 de março, data em que se assinala o 22º aniversário do Hospital Pedro Hispano, uma conferência sobre a figura deste português famoso que deu nome ao Hospital de Matosinhos e cujo percurso de vida continua ainda pouco conhecido e até algo misterioso. Saiba mais aqui.

 


Átrio de entrada do Hospital Pedro Hispano avança com obras de modernização

O Hospital Pedro Hispano, integrado na Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM), já iniciou as obras de remodelação do átrio de entrada com o objetivo de tornar mais acolhedor aquele espaço de recepção aos utentes. Saiba mais aqui.

 

 


Hospital Pedro Hispano “abre” Espaço Ecuménico a todas as religiões e crenças

O Hospital Pedro Hispano, integrado na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, deu mais um passo na humanização e na qualidade dos cuidados de saúde prestados aos utentes e seus familiares com a criação de um Espaço Ecuménico. Aberto a todas as religiões e crenças, o hospital dispõe agora de um espaço de reflexão, oração, meditação, de fé.


Unidade Materno Fetal reaberta

Reabrimos hoje a nossa nova Unidade Materno Fetal, antes designada Unidade de Grávidas de Risco.

Esteve encerrada cerca cinco semanas para uma requalificação com o intuito de melhorar as condições de conforto das grávidas que têm de permanecer internadas para vigilância durante alguns dias ou semanas nesta unidade,  bem como, nas  horas que antecedem o nascimento do seu bebé.


Neurocientista António Damásio na conferência que assinala os 20 anos da primeira Unidade Local de Saúde nacional

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos, em parceria com o Seal Group, está a organizar a conferência “Connecting Healthcare – a felicidade e a inovação para o futuro das organizações”, inserida na comemoração dos seus 20 anos de atividade assistencial, que conta com a presença do neurocientista António Damásio.


Serviço de ORL com representantes nas diversas associações

No nosso Serviço de Otorrinolaringologia temos o prazer de ter três médicos representantes em sociedades.


Semana Europeia da Vacinação

Semana Europeia da Vacinação 2020

A Direção-Geral da Saúde (DGS) comemora, entre os dias 20 e 26 de abril, a Semana Europeia da Vacinação 2020, uma iniciativa promovida anualmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) Europa.
Subordinada ao tema “Juntos estamos protegidos” (#protectedtogether), a iniciativa deste ano pretende dar especial relevo aos profissionais de saúde que desempenham um papel fundamental, vacinando e recomendando a vacinação à população, e protegendo assim a saúde de todos.
Os Profissionais de saúde são também a fonte mais fiável de informação sobre vacinas. Ao partilhar factos sobre vacinas, médicos e enfermeiros salvam vidas e  consciencializam as pessoas sobre a importância da vacinação.
A vacinação, que constitui o maior avanço da medicina moderna, permite o bem-estar da população, previne doenças, contribui para um envelhecimento saudável, previne vários tipos de cancro e reduz a ameaça da resistência aos antibióticos.
Em Portugal, a vacinação permitiu eliminar doenças como a difteria, a poliomielite, o sarampo e a rubéola, bem como controlar muitas formas de meningite, a tosse convulsa, a papeira, entre outras doenças.
Num contexto de pandemia de COVID-19, é ainda mais importante relembrar a importância da vacinação recomendada no Programa Nacional de Vacinação (PNV).
Todas as crianças, jovens e adultos têm direito a serem vacinados no âmbito do Programa Nacional de Vacinação.

 

Na Semana Europeia da Vacinação  2019 damos conta da análise da vacinação ao ano de idade, aos 2 anos, 7 anos, 14 anos, 65 anos, as chamadas “coortes”.  Uma análise feita pelo
Departamento de Saúde Pública da Administração Regional de Saúde do Norte, I.P, no âmbito da Avaliação do Programa Nacional de Vacinação (2008 a 2018).

Assim, a Unidade Local de Saúde de Matosinhos apresenta coberturas vacinais médias superiores a 98% para a maioria das coortes e vacinas em análise.
São exceção apenas dois casos:
• Na coorte dos 2 anos e apenas para a 3ª dose da vacina anti pneumocócica (Pn13 3ª dose) em que a média da cobertura vacinal é de 93,7% . A média é mais baixa, uma vez que considera a avaliação em anos anteriores à introdução desta vacina no PNV (exemplo: na avaliação de 2016 a cobertura é de 86,26, mas na avaliação de 2017 e 2018 já é superior a 98%).
• Na coorte dos 65 anos em que a cobertura vacinal é de 84.4%.

Relativamente à vacina HPV nas coortes em avaliação, a média das coberturas vacinais é de 95,5%, valores consideravelmente superiores à meta preconizada pela DGS, que é de 85%.
As coberturas vacinais na sua generalidade são superiores às metas preconizadas pela DGS para as crianças e jovens até aos 18 anos, o que nos permite garantir com segurança a imunidade de grupo.

Informação importante a reter pelos “heróis da vacinação” :

A vacinação, ao longo da vida, tem como finalidade erradicar, eliminar ou controlar doenças infeciosas, contribuindo para a franca redução da morbilidade e da mortalidade, principalmente na infância, sendo considerada uma das medidas de Saúde Pública com melhor relação custo-efetividade. O Programa Nacional de Vacinação (PNV) é, aliás, ao longo dos seus mais de 50 anos de existência, provavelmente o programa de Saúde Pública mais universal e mais custo-efetivo do País. No entanto, não podem ser ignoradas outras estratégias vacinais para a proteção da saúde pública e de grupos de risco ou em circunstâncias especiais, como a vacinação anual contra a gripe, a vacinação de viajantes e ainda a prescrição de vacinas baseada em critérios de proteção individual.
Em Portugal, desde 1965, ano em que se iniciou o PNV, milhões de crianças e de adultos foram vacinados com vacinas de qualidade, eficazes e seguras, com enorme impacto na Saúde Pública. Não criar barreiras no acesso à vacinação é imperativo numa época em que, um pouco por todo o mundo, se manifestam fenómenos de hesitação vacinal, incluindo a existência de movimentos anti vacinação. Para contornar estes movimentos, é fundamental a motivação e um elevado nível de formação dos profissionais nele envolvidos bem como a perceção dos cidadãos de que a vacinação é uma mais-valia para a saúde individual e para a saúde da comunidade, sendo, ao mesmo tempo, um direito e um dever, quer cívico quer ético.
O êxito do Programa Nacional de Vacinação (PNV) depende de diversos fatores, tais como a disponibilização de vacinas de qualidade e o empenho das equipas de saúde familiar. É a estes profissionais que cabe assegurar a disponibilidade de vacinas em tempo útil nos serviços de saúde, proceder ao seu armazenamento em condições adequadas de forma a manter as condições de termoestabilidade, divulgar o PNV, motivando as famílias e a comunidade e aproveitando todas as oportunidades para vacinação. É também necessária uma monitorização ágil, possível através de sistemas de informação que permitem o registo centralizado das vacinas, e acessível, com respeito pela proteção de dados pessoais, aos profissionais do Serviço Nacional de Saúde.

No âmbito do PNV, devem ser garantidos os seguintes princípios:
a) Gratuitidade para o utilizador;
b) Acessibilidade;
c) Equidade;
d) Abrangência, destinando-se a todas as pessoas presentes em Portugal que tenham indicação para vacinação;
e) Aproveitamento de todas as oportunidades de vacinação para iniciar ou completar esquemas vacinais;
f) Acesso a informação e esclarecimento prévios à vacinação, dos cidadãos ou dos seus responsáveis, permitindo-lhes a tomada de decisões informadas.
A vacinação deve ser entendida como um direito e um dever dos cidadãos, participando ativamente na decisão de se vacinarem com a consciência que estão a defender a sua saúde, a Saúde Pública e a praticar um ato de cidadania.

Fontes:
Diário da República n.º 105/2015, Série II de 2015-06-01
– DGS – https://www.dgs.pt/paginas-de-sistema/saude-de-a-a-z/programa-nacional-de-vacinacao/programa-nacional-de-vacinacao.aspx
– DGS – Norma nº 016/2016 de 16/12/2016 atualizada a 31/07/2017 – Novo Programa Nacional de Vacinação – PNV 2017


USF Lagoa faz educação para a Saúde

Convidada a participar no 4º Encontro Nacional de Marcha e Corrida, que decorreu no último dia de março, a equipa da USF Lagoa, coordenada por Luís Filipe Cavadas, aproveitou a oportunidade para fazer uma ação de educação para a Saúde.


Irmandade dos Clérigos e Liga dos Amigos ajudam Pedro Hispano a adquirir nova tecnologia anti rapto

A Irmandade dos Clérigos e a Liga dos Amigos do Hospital Matosinhos vão ajudar o Hospital Pedro Hispano a adquirir um novo sistema de proteção e segurança dos bebés (as chamadas pulseirinhas anti-rapto), que estará pronto a funcionar em junho próximo.


A Unidade Local de Saúde de Matosinhos foi distinguida com 2 prémios no "Portugal eHealth Summit"

Na 3ª edição do “Portugal eHealth Summit” – organizado pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) – foram ontem distinguidas diversas instituições de saúde com o objetivo de premiar a qualidade e a inovação em diferentes categorias.


Feliz Dia do Pai

Há datas que nos são queridas… e no Hospital Pedro Hispano os Pais estão sempre connosco!

Como habitualmente há datas que marcamos sempre! Hoje, Dia do Pai, nos nossos serviços de Bloco de Partos, Neonatologia, Obstetrícia e Pediatria há mimos e muita alegria!


Dia Europeu da Terapia da Fala

Assinala-se hoje o Dia Europeu da Terapia da Fala.
Na Unidade Local de Saúde de Matosinhos as terapeutas da fala lidam, todos os dias, com os nossos utentes – crianças e adultos – trabalhando as perturbações ao nível da comunicação e da deglutição. Trabalham em diferentes frentes: no apoio ao pediatra, no apoio ao médico de família, no internamento, na consulta da voz, na consulta da deglutição. 


Hospital Pedro Hispano supera metas de redução de consumos de energia e água

O relatório elaborado pela da ACSS, relativo à monitorização trimestral dos consumos de água, energia e produção de resíduos, mostra um desempenho muito positivo do Hospital Pedro Hispano (HPH), que supera até as metas preconizadas pelo Ministério da Saúde.


Rastreio do Cancro do Cólon e Reto

Se for convidada/o para fazer o rastreio, não hesite. Participe!

  • Em que consiste o rastreio do cancro do cólon (intestino) e reto?

Consiste na realização de um exame às fezes que permite detetar a presença de sangue nas fezes (pesquisa de sangue oculto nas fezes).

  • Quem deve fazer o rastreio e quando?

Todas as pessoas, sem patologia do cancro do cólon e reto, com idades compreendidas entre os 50 e os 74 anos, inscritos nos centros de saúde da Unidade de Local de Saúde de Matosinhos. O rastreio deve ser feito de 2 em 2 anos.

  • Porque necessito de fazer o rastreio?

Em Portugal são diagnosticados, por ano, cerca de 7000 novos casos de cancro do cólon e reto, mas é possível prevenir-se desta doença.
Primeiro: com o consumo diário de frutas e verduras e a prática de exercício físico regular; Segundo: participando na realização do exame de rastreio para o qual é convidado.
Esta é uma doença que tem uma evolução lenta, desde o seu aparecimento até à transformação em cancro, mas esta característica só será benéfica para a saúde de cada um se houver uma predisposição para fazer o rastreio, já que este permite detetar lesões pré-malignas (ex.: pólipos) que podem ser removidas, bem como lesões malignas precoces que podem ser tratadas. Se diagnosticados numa fase inicial, as possibilidades de cura e tratamento são muito maiores.

  • Como se faz o teste?

O teste é feito pelo próprio utente no seu domicílio, utilizando um coletor de fezes (é um tubo pequeno com um pequeno escovilhão) que lhe será entregue por correio para a morada de residência. Este coletor é acompanhado de instruções para a realização do teste.

  • Após a colheita de fezes, o que fazer?

Deve entregá-la, logo que possa, no seu centro de saúde. Se não for possível no próprio dia deve colocá-la no frigorífico (e não no congelador), acondicionada na bolsa de plástico que acompanha o frasco coletor.

  • Quando é que recebo os resultados?

O resultado do rastreio ser-lhe-á enviado por carta para a sua residência, num prazo que não excederá os 30 dias. O seu médico de família receberá igualmente o resultado do exame que efetuou.

O teste de rastreio é totalmente gratuito!

  • E se o teste for positivo. Isto é, se for encontrado sangue nas fezes?

Se o resultado for positivo (acontece em sensivelmente 10% dos exames realizados a pessoas saudáveis), será encaminhado para o hospital da sua área de residência para fazer uma colonoscopia total. Antes da realização deste exame, será marcada uma consulta preparatória, no seu centro de saúde, onde a equipa, que habitualmente o segue, lhe pretará as informações devidas.

  • O que é a colonoscopia total? Como é feita?

A colonoscopia é um exame que permite ao médico visualizar o interior do intestino grosso através de um endoscópio (aparelho que consiste num tubo fino e flexível com uma câmara na extremidade, que possibilita a observação do interior dos órgãos ocos do corpo humano). O exame é realizado com sedação ou anestesia, exceto se existirem contraindicações clínicas ou se o utente não o desejar.

A Equipa do Serviço de Gastroenterologia da ULSM

Consulte aqui o folheto

 


82 novos Médicos Internos

E ao primeiro dia útil do ano novo…recebemos os novos Médicos Internos.
Auditório quase cheio para receber os 55 Internos de Formação Geral e os 27 Internos de Formação Específica.


Alícia, a bebé de 2019 no Hospital Pedro Hispano

Chama-se Alícia e foi a primeira bebé a nascer no Hospital Pedro Hispano neste ano de 2019.
E só quis conhecer o novo mundo às 13h41 do dia 1 de janeiro. Nasceu, assim, de parto normal às 37 semanas, com 2,790 quilos e 48 cm de comprimento.


“A Diabetes é uma doença da família”

É preciso mais informação sobre a doença, mais apoio e acompanhamento. Mas acima de tudo é preciso uma família capaz de ajudar a lidar com a doença e a prevenir as suas complicações. Nunca tanto se falou da importância da família para um doente com diabetes – uma doença para toda a vida. Uma “maratona que corre melhor se for vivida como um problema de família, com otimismo e esperança”, diz a pediatra Filipa Espada, da Unidade de Endocrinologia Pediátrica do Hospital Pedro Hispano/ULSM.

  • O tema do Dia Internacional da Diabetes escolhido para este ano destaca a importância da família no controlo da doença. Na sua opinião ainda falta informação às famílias sobre como lidar com a doença?

Sim, ainda falta informação e ainda falta apoio às famílias. Nós, os pediatras, uma vez que a pessoa atingida é uma criança ou adolescente envolvemos, obrigatoriamente, os pais ou os cuidadores no ensino. Mas seria necessário mais tempo, mais ensino, mais familiares e cuidadores envolvidos, além de mais apoio por parte das entidades patronais. É preciso mais informação sobre como lidar com a doença e como ultrapassar as adversidades. Uma família bem informada, coesa e carinhosa promove um bom controlo glicémico e com isso promove a prevenção de complicações.

  • Mesmo aceitando a diabetes como uma doença da família, existe depois todo um contexto social que que o doente diabético vive. Na sua opinião, a sociedade está melhor preparada?

A Diabetes é uma doença da família, é a doença do pai que falta ao trabalho porque a criança tem de vir á consulta, da mãe que nunca mais consegue dormir tranquilamente, dos irmãos que, por vezes, se sentem esquecidos. É uma doença que desgasta a longo prazo, é uma maratona para a vida. Mas que “corre melhor” se for encarada como um problema da família, que é necessário viver em conjunto, com apoio de todos, otimismo e esperança.

  •  E a sociedade?

Sim, a sociedade está cada vez mais preparada, mas ainda há muito trabalho a fazer. Antigamente não se falava de diabetes, alguns pensavam até que era uma doença contagiosa, havia ocultação da administração de insulina, algumas pessoas sentiam repulsa pelos pacientes com diabetes, porque se injetavam, porque tinham sangue…
Hoje a sociedade é mais aberta, mais consciente e, em alguns aspetos, diria mais humana. É necessário que esteja preparada, até porque a incidência da diabetes tipo 1 nas crianças até aos 14 anos aumenta 3% por ano na Europa, e uma vez que é uma doença ainda sem cura significa que o número de pessoas atingidas aumenta continuamente.

  • E a escola está recetiva? Estamos a falar de crianças e jovens que passam grande parte dos seus dias em ambiente escolar…

Existem muitas diretivas e recomendações sobre a criança com diabetes na escola, e um esforço por parte de todos para que sejam bem acolhidas. Este esforço engloba equipas de Pediatria Endócrina, equipas de Saúde Escolar, Unidades de Saúde, professores e auxiliares de ação educativa e famílias. Não é o ideal, mas é o possível. Na ULSM e em Matosinhos penso que existe uma boa articulação, no entanto, a minha ideia de ideal seria ter um enfermeiro em cada Agrupamento de Escolas a tempo inteiro. É difícil exigir a profissionais que não são da área da saúde atitudes como calcular os hidratos de carbono, fazer determinações glicémicas (picar o dedo), administrar insulina, corrigir hiperglicemias e hipoglicemias. Nem todos têm essa capacidade, e julgo que não pode ser exigível. Por exemplo, não podemos exigir a um professor que pique uma criança até porque esse mesmo professor pode ter escolhido essa profissão porque não gostava de ver sangue…

  • Ainda persiste alguma confusão entre a diabetes tipo1 e a diabetes tipo 2, o que leva a generalizações sobre o comportamento dos doentes e a “culpas” sobre a doença. Ainda sente isso na sua consulta?

Sim. Apesar de toda a informação, ainda sentimos essa falha. Ainda assisto a comentários do género “não percebo porque ficou diabético, era tão magrinho…”, “nunca mais vai poder comer um doce” (podem, mas não o devem fazer todos os dias, tal como uma pessoa normal), “já lhe disse para não comer um gelado, mas pode comer aquele chocolate para diabéticos” (francamente acho que não há nenhum chocolate para diabéticos, todas as pessoas podem comer chocolate com parcimónia a não ser que sejam alérgicas).
Os pais sentem sempre culpas, apesar de absolutamente infundadas, e aqui, mais uma vez, temos de humanizar os cuidados de saúde. Não só é preciso apoiar e tratar a criança como cuidar dos pais, a quem, de repente, lhes caiu o céu e fugiu o chão, para quem a dor é tanta que lhes tolda o pensamento… Por exemplo, temos apoio de Psicologia/Pedopsiquiatria para os novos pacientes ou para aqueles pacientes que não aceitam a doença, mas não temos ainda para os pais ou para os irmãos. Conseguem imaginar a dor de um pai que após ter sido diagnosticada diabetes ao filho de dois anos, de repente e para toda a vida, tem que picá-lo 6 a 10 vezes por dia, administrar insulina no meio do choro, implorando que coma tudo para que não tenha uma baixa de açúcar? E o filho que aos dois anos não percebe porque o pai lhe faz tantas maldades, todos os dias? …

  • O Sistema de Perfusão Subcutânea Contínua de Insulina (PSCI), vulgarmente designado por “bomba” permite às crianças e jovens uma relação diferente com a doença. O número de aparelhos é suficiente ou mais jovens poderiam beneficiar?

Houve um esforço muito grande por parte da DGS, dos pediatras, dos endocrinologistas, dos pais, das associações de doentes, da sociedade civil e do próprio Ministério da Saúde para que isso fosse conseguido. Penso que estamos no bom caminho!

  • Descobrimos que decidiu fazer a experiência em si própria do uso da “bomba” para “sentir” aquilo que os seus doentes sentem. Quer partilhar essa experiência?

Coloquei uma “bomba” com sistema de monitorização glicémica em tempo real por duas razões: em primeiro lugar para aprender “no terreno” o funcionamento do sistema, a outra razão foi para perceber melhor as dificuldades no dia-a-dia de uma pessoa com diabetes. Primeiro descobri que colocar um cateter e não dói, mas colocar bem demora algum tempo. A “bomba” é um sistema muito mais prático e se tiver monitorização contínua melhor, pois facilita imenso no dia-a-dia. Mesmo assim, a vida de uma criança com diabetes e suas famílias é difícil. Por exemplo: ia comer e lembrava-me que tinha de picar o dedo e inserir o valor na bomba, depois de contar os hidratos de carbono e sempre que queria comer tinha de voltar a contar os hidratos de carbono de cada alimento, inserir os valores na bomba, depois administrar a insulina através do cateter que está acoplado a nós, e depois esperar… Além disso, há aquelas questões tão básicas, como onde colocar o aparelho quando vamos ao wc?….
A verdade é que exigimos de um paciente e sua família um bom controlo para evitar complicações mas temos, na realidade, de estar cientes das suas dificuldades, para os podermos verdadeiramente ajudar.

A diabetes é uma doença de família

A pediatra Filipa Espada, da Unidade de Endocrinologia Pediátrica do Hospital Pedro Hispano/ULSM

Este ano de 2019, a Unidade de Endocrinologia Pediátrica decidiu alertar para os resíduos que a Diabetes provoca e orienta para a sua separação.


Auditoria ao título de Hospital Amigo dos Bebés

O Hospital Pedro Hispano é, desde Setembro de 2011, “Hospital Amigo dos Bebés”. Um título atribuído pela OMS e Unicef que reconhece a política de incentivo ao aleitamento materno dinamizada pela Unidade Local de Saúde de Matosinhos.


DPOC - Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica

No Dia Mundial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica falámos com a médica Paula Simão, assistente graduada sénior de Pneumologia Unidade Local de Saúde de Matosinhos, e o médico João Carvalho, assistente de Pneumologia do Hospital Pulido Valente, sobre o impacto que esta doença tem na qualidade de vida das pessoas e da importância de um diagnóstico atempado. O lema da campanha – “Nunca é cedo de mais, nunca é tarde” – refere-se ainda ao facto de a maioria dos doentes serem diagnosticados tardiamente.

Os médicos referem ainda que existe um tratamento pioneiro e inovador em Portugal: a Reabilitação Respiratória Domiciliária. Mas a mudança de hábitos ainda é fundamental. É que 10% a 15% dos fumadores irão sofrer de DPOC, bem como pessoas com exposição ao fumo do tabaco. A DPOC que afecta 14,2% dos portugueses com mais de 40 anos

Quais são os sintomas da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC)? A que sinais devem estar atentas as pessoas?
Paula Simão (P.S.): A Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC) é uma patologia que ao longo dos anos apresenta uma evolução que limita muito as actividades de vida diária das pessoas, acabando por levar a um quadro de grande incapacidade. Os sintomas de alerta são a falta de ar, tosse, expectoração e cansaço com os esforços que se vão tornando cada vez mais frequentes e presentes no dia a dia à medida que a doença evolui.

Além dos sintomas de índole respiratória, acompanha-se de várias comorbilidades como a doenças cardiovasculares, depressão, osteoporose e risco significativamente mais alto do doente vir a desenvolver cancro do pulmão.

Nos casos mais graves, a DPOC reduz drasticamente a qualidade de vida ao não permitir a realização normal das actividades de vida diária, sendo que o doente acaba por evitar cada vez mais sair de casa, levando a um isolamento social progressivo.

A DPOC apresenta manifestações insidiosas, com instalação gradual cujos sintomas são muitas vezes desvalorizados pela própria pessoa, é também tantas vezes esquecida pelos clínicos até ao primeiro “ataque”(exacerbação). Portanto, recomenda-se a atenção e consciencialização sobre todos os pequenos sinais que se vão manifestando no decorrer do processo de instalação da doença.

Em que consiste a doença? Que tipo de pessoas são mais atingidas por esta doença?
(P.S.): A DPOC é uma doença comum, prevenível e tratável caracterizada por sintomas respiratórios persistentes e limitação do fluxo aéreo derivado a anomalias das vias respiratórias e/ou alveolares, normalmente causadas pela exposição significativa a gases ou particulas nocivas.
A limitação crónica do fluxo, característica da DPOC é causada pela combinação da patologia das pequenas vias aéreas e pelas destruição parenquimatosa (enfisema), contribuições relativas que variam de pessoa para pessoa.

As pessoas mais atingidas pela doença assumem, normalmente, comportamentos de risco, sendo que a idade e o género masculino são factores predominantes, isto é, aparece mais em idades tardias (depois dos 40 anos) e nos homens.

Quais são os piores comportamentos de risco?
João Carvalho (J.C.): Os piores comportamentos de risco prendem-se com a exposição a agentes nocivos como o tabaco, irritantes ambientais como a queima de biomassa ou poluição ambiental. Os doentes que, mesmo após o diagnóstico de DPOC, mantenham exposição aos agentes nocivos como o tabaco apresentarão um declínio muito mais rápido da função respiratória e consequentemente da doença. A principal medida a tomar é a exposição a esses agentes.

Fumar está no topo das causas?
(J.C.): O tabagismo é sem dúvida o principal factor de risco para o desenvolvimento desta doença, sabendo-se que 10% a 15% dos fumadores vêm a sofrer de DPOC, bem como pessoas com exposição ao fumo do tabaco (fumadores passivos).

Contudo, o consumo de tabaco em Portugal tem vindo a diminuir, muito devido a uma maior consciencialização da população dos malefícios do tabagismo. Para esta mudança de comportamento, tem sido importante uma intervenção mais activa através de campanhas publicitárias de forma a alertar para os riscos de fumar. É essencial continuar a aposta neste tipo de campanhas, de maneira a manter esta mudança de comportamento na população portuguesa no que ao tabagismo diz respeito.

Qual é o número de doentes em Portugal?
(P.S.): A par das doenças cardiovasculares, as doenças respiratórias crónicas, nomeadamente a doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), serão a principal causa de incapacidade nas próximas décadas. Nos últimos anos em Portugal, tem se vindo a registar um aumento de doenças respiratórias crónicas, que são responsáveis por um grande impacto na vida dos doentes e por elevados custos com a saúde.

Estas atingem cerca de 40% da população portuguesa, sendo a mais comum a DPOC que afeta 14,2% dos portugueses com mais de 40 anos. Segundo o relatório do Programa Nacional para as Doenças Respiratórias, o número de utentes inscritos activos nos cuidados de saúde primários com diagnóstivo de DPOC é superior a 130 mil em 2016. Estima-se, no entanto que o número real de doentes DPOC seja 5 vezes superior aos registados, devendo-se este facto ao não diagnóstico da patologia.

Portanto, acredita-se que apesar de muito prevalente, a DPOC continua a ser subdiagnosticada. Tradicionalmente seguidos pelo pneumologista hospitalar, já que a maioria dos doentes são diagnosticados tardiamente em fases muito avançadas da doença, desde há vários anos que se têm desenvolvido esforços conjuntos entre os cuidados primários e hospitalares, no sentido de um diagnóstico mais precoce. Para que isto aconteça é preciso dotar os cuidados primários de acesso generalizado à espirometria (diagnóstico), e oferecer às pessoas acesso facilitado a consultas de cessação tabágica e a reabilitação respiratória, pressupostos que estão previstos no despacho emitido pela tutela (despacho 6300/2016).

Porque motivo esta é uma patologia sub-diagnosticada?
(P.S.): O principal motivo para que esta seja uma patologia sub-diagnosticada é o facto da progressão ser lenta e desvalorizada acabando por se atribuir a presença dos sintomas a características da idade. Para impedir uma progressão mais rápida da DPOC com consequente impacto na vida individual e social da pessoa, é extremamente importante que quer o doente quer o clínico estejam alerta para estes sintomas, principalmente nos fumadores, de forma a que se possa realizar o diagnóstico de forma antecipada.

O diagnóstico é efetuado através de um exame que avalia a função respiratória, a espirometria. É um exame simples, indolor e de baixo custo que permite perceber o grau de gravidade em que a doença se encontra orientando desde logo para o tratamento da doença. A identificação dos indivíduos em fases mais iniciais da doença reveste-se de uma importância enorme, permitindo intervenções terapêuticas precoces e menos onerosas, que melhorando os doentes, poderão impedir a progressão da doença, em suma poderão poupar muitos anos de vida e muitos milhões de euros.

Qual é a taxa de sucesso dos tratamentos?

(J.C.): Actualmente existe uma enorme disponibilidade de fármacos inaladores para o tratamento da DPOC, com excelente perfil de eficácia e segurança. A escolha dos inaladores e a realização correta da sua técnica inalatória são determinantes para o objetivo de uma boa adesão e eficácia da terapêutica. Para atingir tal objetivo, é extremamente importante que os profissinais de saúde que lidam com estes doentes dispendam muito tempo no ensino da técnica inalatória.

Os “ataques” (exacerbações) de DPOC têm um papel vincado na progressão da doença, sendo inclusive comparados ao enfarte agudo do miocárdio na doença cardiovascular. O seu impacto na morbilidade e mortalidade na DPOC é enorme, pelo que a diminuição destes “ataques” é o objetivo primordial do tratamento desta doença. A taxa de sucesso do tratamento depende de certas variáveis como a utilização correta e adequada dos inaladores, a adesão à cessação tabágica, a promoção de estilos de vida saudáveis e a realização da vacinação. Complementarmente, a todos os doentes (com indicação) deveria ser oferecida a possibilidade de tratamento num programa de reabilitação respiratória estruturado. As pessoas que aderirem às premissas anteriormente referidas terão com certeza uma maior taxa de sucesso de tratamento e consequentemente um número muito menor de “ataques” da DPOC.

Qual é o maior desafio na recuperação destes doentes?
(P.S.): A consciencialização e a educação para a saúde que visam mudanças de comportamento apresentam-se como os maiores desafios na recuperação dos doentes com DPOC, sendo que a Reabilitação Respiratória assume um papel fulcral.

A Reabilitação Respiratória é uma intervenção integrada, com base numa avaliação completa do doente, que inclui, embora não limitando, componentes de exercício físico, educação e mudança de comportamento projetado para melhorar a condição física e psicológica do doente com doença respiratória crónica, tendo como objetivo promover a adesão a longo prazo de comportamentos que melhoram a saúde. A componente educacional visa promover o exercício físico, uma alimentação correcta, a cessação tabágica nos fumadores, e a vacinação para prevenir as infeções respiratórias a vírus e bactérias. A readaptação ao esforço é uma intervenção fundamental em todos os doentes que apresentam falta de ar e diminuição da tolerância ao esforço nas atividades da vida diária.

Nas fases mais avançadas da doença, os doentes que apresentam insuficiência respiratória crónica poderão beneficiar de oxigenoterapia de longa duração e/ou a ventilação não invasiva, aumentando a sua capacidade física, ajudando-os a respirar melhor e consequentemente melhorando a sua qualidade de vida, assumindo a Reabilitação Respiratória também um papel essencial.

Referem apenas 1% tem acesso a programas de reabilitação. Porquê?

(J.C.): A Reabilitação Respiratória pode ser realizada em contexto hospitalar ou na comunidade, quer em centros de saúde, clínicas de reabilitação ou no próprio domicílio do doente. Em Portugal, o contexto hospitalar é definitivamente o que está mais implementado mas apenas nos principais centros hospitalares do país. Esta realidade leva a que apenas 1% dos doentes com DPOC tenha acesso a estes programas de reabilitação, quer porque os hospitais não conseguem incluir todos os doentes com DPOC, quer porque muitos doentes vivem longe ou têm dificuldade de acesso aos centros hospitalares com programas de Reabilitação Respiratória.

O que fazer para combater esta realidade?
É necessário conseguir implementar mais programas de Reabilitação Respiratória, seja na comunidade, em centros especializados ou no domicílio, de acesso mais fácil, o que levará à integração de um maior número de doentes.

Para combater esse défice, foi implementado há um ano e meio um programa inovador de reabilitação respiratória; trata-se portanto do primeiro Programa de Reabilitação Respiratória Domiciliária em Portugal. Inspirado no Living Well With COPD (Viver Bem com a DPOC) a Praxair (empresa de cuidados respiratórios domiciliários) criou o ReabilitAR DPOC, que cuida das pessoas com DPOC na envolvência do seu domicilio e vida habitual.

Como funciona este programa de reabilitação e qual é o seu sucesso?

(J.C.): O ReabilitAR DPOC, consiste em levar a Reabilitação Respiratória ao domicílio do doente, com a clara vantagem deste não ter que se deslocar ao hospital, realizar os diversos exercícios no meio onde vive e aprender a gerir as limitações causadas pela doença no seu ambiente do dia a dia.

Trata-se de uma alternativa e um complemento às soluções existentes, com direito a uma equipa altamente especializada, no domicílio, intervenção personalizada, linha de apoio 24h/7dias , flexibilidade de horário, envolvimento dos familiares próximos e adaptação às condições de habitação.

A equipa interdisciplinar é constituída por um médico pneumologista, enfermeiros de reabilitação, por fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas e farmacêuticos, cujos papéis se encontram bem definidos em prol da recuperação da pessoa com DPOC. É um programa com segurança, eficácia e qualidade demonstrada, que actua em todo o território nacional continental.

Os resultados do programa têm sido muito promissores, com todos os doentes que o integram a apresentarem franca melhoria na sua capacidade física, melhor conhecimento da sua doença e a cuidar da sua saúde, com promoção da autogestão da patologia e resolução das dificuldades impostas pela doença. Essas conquistas têm resultado no aumento da qualidade de vida, redução de exacerbações e redução da dependência dos cuidados de saúde.

Qual é a importância deste dia mundial?

(P.S.): A GOLD (Global Initiative for Chronic Obstrutive Lung Disease) determinou desde 2002 que a 3ª quarta-feria do mês de Novembro é dedicada à Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica com acções de divulgação e educação, este ano sob o tema Never too early, never too late – (Nunca é cedo de mais, nunca é tarde de mais).

Assinalar este dia revela-se importante na medida em que chama a atenção para uma doença que se prevê que seja a terceira principal causa de morte mundialmente, nos próximos dois anos. Continuar a apostar em estratégias de prevenção dos factores de risco e promoção de estilos de vida saudáveis é essencial para que a incidência e prevalência da DPOC venham a diminuir no futuro. Mas é importante também continuar a apostar em estratégias de diagnóstico precoce (daí que o acesso à espirometria é fundamental), bem como em estratégias de acessibilidade aos tratamentos existentes, entre eles a reabilitação respiratória.

 Sábado 

 


Jovem casal doa incubadora

Recebemos uma pessoa especial no Serviço de Neonatologia.

Ricardo Filipe da Silva Pereira, empresário, de 36 anos, cujo pediatra dos filhos é o Dr. Ayres Pereira, não ficou indiferente ao saber numa consulta que o Serviço de Neonatologia do Hospital Pedro Hispano precisava de uma incubadora de transporte com ventilador.



Apresentação

A Comissão de Ética para a Saúde é um órgão consultivo, multidisciplinar e independente, de apoio ao Conselho de Administração, e cuja atividade se rege pela legislação em vigor, referente aos princípios das boas práticas clínicas.

MISSÃO

A Comissão de Ética para a Saúde tem por Missão contribuir para a observância de princípios da ética e da bioética na atividade da instituição, na prestação de cuidados de saúde e na realização de investigação clínica, em especial no exercício das ciências da saúde, à luz do princípio da dignidade da pessoa humana, como garante do exercício dos seus direitos fundamentais, bem como a integridade, confiança e segurança dos procedimentos em vigor na instituição.

Constituição da Comissão de Ética para a Saúde

  • Médico/a Hospitalar – Coordenador – Dr. José Alberto Silva
  • Médico/a Vice-Coordenadora – Dr.ª Maria Agostinha Souto
  • Médico/a do ACES – Dr.ª Carla Nina
  • Médico/a do SMI – Profª Dr.ª Ernestina Gomes
  • Enfermeiro/a Hospitalar – Enf.ª Maria Alzira Morais
  • Enfermeiro/a do ACES – Enf.ª Maria Inês Ayres Pereira
  • Farmacêutico/a – Dr.ª Sofia Pinto
  • Assistente Social – Dr.ª Alzira Soares
  • Jurista – Dr. João Rato

 

 

Reuniões Ordinárias

A Comissão de Ética para a Saúde reúne ordinariamente uma vez por mês com agendamento para a segunda 6ª feira de cada mês.
Salvo raras exceções, por unanimidade é agendada outra data.

Reuniões Extraordinárias

A título excecional e com razões fundamentadas a Comissão de Ética para a Saúde reúne de forma extraordinária.

Calendário de Reuniões da CES | 2022:

 

 

Data Limite para Submissão de Trabalhos à Comissão de Ética

Informam-se todos(as) os(as) colaboradores(as) da Instituição que a data final para a submissão de trabalhos a serem apreciados nas reuniões ordinárias da Comissão de Ética é o último dia útil de cada mês.

 

Informação sobre a submissão de estudo/projeto de investigação a ser desenvolvido na Unidade Local de Saúde de Matosinhos

  • Projetos de investigação podem ser entregues pessoalmente no Serviço de Gestão do Conhecimento/Biblioteca ou Secretariado da CES (Piso 2)
  • Projetos de investigação podem ser enviados via e-mail para silva@ulsm.min-saude.pt
  • Envio de carta dirigida ao Presidente do Conselho de Administração a solicitar autorização para a realização de projeto de investigação na Instituição
  • Envio de carta dirigida ao Presidente da CES a solicitar apreciação/parecer para a realização de estudo/projeto de investigação
  • Envio do respetivo projeto de investigação (mencionar titulo, nome do investigador principal/proponente do projeto, nome dos investigadores secundários, local/serviço de aplicação do projeto na ULS Matosinhos, nome do responsável pela supervisão do projeto, tipo de estudo, data prevista para inicio das atividades, data prevista para conclusão, objetivos gerais e específicos do projeto, métodos do projeto de investigação a serem utilizados, mencionar as entidades externas à ULS Matosinhos, se aplicável)
  • Envio do modelo das entrevistas, se aplicável
  • Envio do modelo do Consentimento Informado, se aplicável
  • Envio da autorização do Diretor do Serviço onde se realiza o estudo
  • Em caso de estudos de enfermagem autorização do Enfermeiro Responsável
  • Envio da declaração do orientador, se aplicável
  • Envio dos Elos de Ligação, se aplicável
  • Informação relativa aos dados, imagens a utilizar, de forma a dar cumprimentos ao regulamento de proteção de dados.
  • Envio do C.V. no caso de Investigadores externos
  • Financiamento, se aplicável

 

Documentos:

Contacto:

Secretariado da Comissão de Ética da ULSM,E.P.E.

Assistente Técnica: Fernanda Costa

Telefone: +351 229391233 ou 913599946

E-mail: fernanda.costa@ulsm.min-saude.pt

Contacto Geral:

Unidade Local de Saúde de Matosinhos, E.P.E.

Rua Dr. Eduardo Torres I 4464-513 Senhora da Hora

Tel. 229391000


Viver com a demência

Projeto “Viver com Demência”

A área da Saúde Mental, pela sua importância e necessidade atual, é uma área estratégica de intervenção das Unidades de Cuidados na Comunidade (UCCs) do Aces Matosinhos, assegurada por enfermeiros especializados e vocacionados para o acompanhamento do utente e família no seu contexto, na sua comunidade. A preservação da autonomia do utente — pelo maior tempo possível — é um dos principais objetivos deste projeto “Viver com Demência”.

1- Como surgiu este projeto?

O projeto Viver com Demência surgiu em 2010, na UCC da Senhora da Hora, em resposta à necessidade crescente de intervir junto dos nossos utentes com demência e seus cuidadores/família. Atualmente, está a ser também dinamizado na UCCs de Matosinhos, de São Mamede de Infesta e de Leça da Palmeira por Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria com projetos que visam garantir à população uma maior proximidade dos cuidados necessários, de uma forma rigorosa, diferenciada e adequada a cada situação.

2- A área da Saúde Mental é estratégica, mas quais os objetivos deste projeto de intervenção em concreto?

O projeto abrange todos os utentes com diagnóstico de demência e défice cognitivo ligeiro, suas famílias e cuidadores. Pretendemos detetar o mais precocemente possível situações de demência ou défice cognitivo ligeiro e acompanhar os utentes e suas famílias, capacitando-os para a gestão da doença e de todas as alterações cognitivas, comportamentais e funcionais que lhe estão inerentes.

3 – De que forma os utentes podem ter acesso a este apoio?

Os utentes podem ser referenciados pelo médico de família, enfermeiro de família ou por parceiros da comunidade. Após uma avaliação rigorosa, é estabelecido um plano terapêutico personalizado e contextualizado, em parceria com o utente e família/cuidadorl. Discutem-se as preocupações e necessidades, definem-se prioridades e exploram-se as opções disponíveis sobre os cuidados necessários.

4- Que atividades são dinamizadas?

A estimulação cognitiva individual e em grupo do utente é um pilar integrante deste projeto, com o objetivo de permitir manter ou mesmo recuperar funções cognitivas, como a memória, a orientação, concentração, atenção, a capacidade de reconhecer objetos e pessoas, a capacidade intelectual, a capacidade para desenvolver tarefas simples ou complexas, entre outras.

5- A proximidade de cuidados passa pelas visitas domiciliárias, por conhecer as rotinas do doente/família e ajudar a mantê-las. Ir a casa do utente faz a diferença?

A preservação da autonomia do utente — pelo maior tempo possível — é uma das nossas principais preocupações, pelo que a estimulação das atividades de vida diária através da orientação guiada, do uso de indicadores do ambiente, da aprendizagem por repetição e do ensino aos cuidadores, é uma intervenção psicoterapêutica utilizada ao longo de todo o acompanhamento. O acompanhamento em contexto domiciliário permite-nos ter a real noção do contexto do utente e sua família/cuidador, facilitando uma intervenção mais direcionada às necessidades reais.

6-Esta intervenção valoriza o envolvimento da família e/ou cuidador no processo terapêutico. De que forma se faz esse “ensino”?

O cuidador e família são essenciais para o sucesso do desenvolvimento do plano terapêutico definido. Deste modo, o acompanhamento do cuidador passa essencialmente por ir ao encontro das suas necessidades no desempenho deste seu papel tão importante. Neste sentido, o suporte emocional, a psicoeducação com o ensino e treino de estratégias compensatórias para gerir a comunicação, gerir o comportamento e reações emocionais, gerir as alterações funcionais e promover a estimulação nas atividades de vida diária são técnicas e intervenções psicoterapêuticas essenciais para prevenir a sobrecarga física e emocional, e o stress do cuidador.
Com esta nossa intervenção queremos envolver utente, cuidador e família numa parceria de saúde, que leva a uma melhoria da qualidade de vida. Também realizamos momentos e partilha para os cuidadores, como tertúlias, workshops, exposições e outras iniciativas.

Enfermeira Rita Costa e Enfermeiro Sérgio Pimenta durante uma das atividades do projeto.

 


Dia Mundial da Saúde Ambiental

Hoje, também se assinala do o Dia Mundial da Saúde Ambiental.

Sabia que na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, na Unidade de saúde Pública, contamos com a colaboração de dois técnicos de Saúde Ambiental? A trabalhar para que o bem-estar da população de Matosinhos temos os técnicos Miguel Maia e Fátima Sousa. 


Dia Europeu do Ex-Fumador

O que é que a Matemática tem a ver com a decisão de deixar de fumar? Nada? Não. Tem mesmo tudo a ver!
Isso foi o que o Professor Carlos Marinho, professor de matemática da Sociedade Portuguesa de Matemática, demonstrou hoje, Dia Europeu do Ex-Fumador, na Escola Básica de Matosinhos.


Dia Nacional do Farmacêutico

Hoje assinala-se o Dia Nacional do Farmacêutico. 26 de setembro tem , assim, um significado especial para todos os farmacêuticos portugueses. Em Portugal, desde 1989, a data foi adotada como o Dia Nacional do Farmacêutico, que no calendário litúrgico romano corresponde ao dia de São Cosme e São Damião, os santos padroeiros da profissão Farmacêutica.
Fomos visitar os nossos farmacêuticos, não apanhámos todos de serviço, mas aqui estão algumas das caras que, todos os dias, tratam de verificar os medicamentos e tudo o que lhes está associado. Aos nossos farmacêuticos, em particular, mas a todos no global, um Obrigado pelo trabalho que diariamente desenvolvem em prol do utente.


ULSM reforça capacidade de resposta em Saúde Oral

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos vai reforçar a sua capacidade de resposta em consultas de Saúde Oral, disponibilizando, em breve, um segundo consultório a funcionar no Centro de Saúde de S. Mamede de Infesta.


Obras no Serviço de Urgência

O Serviço de Urgência vai sofrer obras de remodelação da zona de triagem, com início no dia 18 de setembro, cujo objetivo é melhorar o nosso atendimento.


Agosto 2022

  

  

  

 

 

 

 

 

 

 

 

 


"Postura é mais importante que o peso" - mochilas
O Jornal de Notícias conversou com o diretor do Serviço de Ortopedia sobre o peso das mochilas, tendo o mesmo alertado que a postura é um factor muito importante a a ter em consideração.

Reportagem do Jornal de Notícias sobre o peso das mochilas


A partilhar saber

Estivemos n’ “O Lugar da Partilha”, no Bairro da Guarda, em Perafita. Uma estrutura desenvolvida no âmbito da Oficina de Autoconstrução “O Lugar de Partilha”, numa parceria com a Casa da Arquitectura – Centro Português de Arquitectura, e que se enquadra na estratégia de requalificação do conjunto Habitacional da Guarda, pensada pela Câmara Municipal de Matosinhos, MatosinhosHabit e União de Freguesias de Perafita, Lavra e Santa Cruz do Bispo.


Um buraco de 1 centímetro e uma câmara para dar mais mobilidade aos idosos

Hospital Pedro Hispano faz esta quinta-feira uma cirurgia inovadora à coluna que vai resolver de forma mais fácil doença que atinge muitos idosos.


Reabilitação Respiratória

Projeto ensina doentes com DPOC e Asma a viver melhor

Sabia que em Portugal a prevalência da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (mais conhecida por DPOC) atinge 14,2% dos indivíduos com mais de 40 anos? E que 6,8 % da população portuguesa sofre de asma? Tendo em conta esta realidade e a possibilidade de prevenir situações agudas da doença, as Unidades de Cuidados na Comunidade (UCCs) do Aces Matosinhos, integrado na ULSM, estão a dinamizar um projeto dirigido a estes utentes.

  • Em que contexto surge este projeto direcionado a doentes com DPOC e Asma?

Trata-se de um programa de reabilitação respiratória que visa dotar o doente de estratégias para melhor lidar com estas doenças crónicas, nomeadamente na gestão do regime terapêutico.
O recurso a programas educacionais de autogestão realizados individualmente, no domicílio, ou em grupo, nos centros de saúde, devem ser implementados integrados na reabilitação respiratória, visando o maior controlo da doença respiratória, com menos infeções respiratórias associadas e melhor qualidade de vida.
É neste contexto que as UCC da ULSM têm vindo a dinamizar um projeto de reabilitação respiratória dirigido aos seus utentes com DPOC e Asma, tendo por base as recomendações da DGS, e em sintonia com as orientações mais recentes e a investigação desenvolvida nesta área.

  • Como surgiu a necessidade deste programa?

A DPOC — que se caracteriza por uma limitação progressiva e persistente do fluxo aéreo, resultante de uma resposta inflamatória crónica das vias aéreas e do pulmão — provoca danos irreversíveis, acarretando pesados custos económicos e sociais. As exacerbações (situações agudas) da doença estão associadas ao seu agravamento, ao declínio acelerado da função respiratória e ao aumento da mortalidade. Da mesma forma, a asma é uma doença crónica frequente e potencialmente grave que afeta crianças e adultos. Não tem cura, mas pode ser controlada. Caracteriza-se por uma inflamação crónica das vias aéreas que quando são expostas a vários estímulos ou fatores desencadeantes tornam-se híper-reativas e obstruídas, limitando o fluxo de ar através de bronco-constrição, produção de muco e aumento da inflamação.
Assim, além das estratégias mais comuns para prevenir as exacerbações agudas da DPOC e Asma — cessação tabágica, vacinação antigripal e antipneumocócica e reabilitação respiratória — é necessário dotar o doente de conhecimentos clínicos que abordem a questão da gestão do regime terapêutico (farmacológico e não farmacológico).

  • Trata-se de capacitar o doente para a gestão da sua doença, é esse o objetivo?

É esse o nosso objetivo, e é nesse sentido que as equipas das UCC da ULSM têm vindo a trabalhar área da reabilitação respiratória. Desde logo, com esta intervenção pretendemos o alívio dos sintomas, a diminuição da limitação funcional, a melhor tolerância ao esforço, a participação do doente na vida social e uma melhor qualidade de vida. Mas, a longo prazo, o objetivo é a diminuição da utilização de recursos de saúde, incluindo uma diminuição do número de internamento hospitalares, ao mesmo tempo que se investe na capacitação do utente para a gestão de sintomas da doença.

  • Como se dinamiza, na prática, este projeto?

O projeto é dinamizado através de sessões psicoeducacionais realizadas em grupo ou individuais (com acompanhamento no domicílio), pois desta forma será possível abranger um maior número de utentes com diagnóstico de DPOC e Asma inscritos nas unidades de saúde.
Ao longo de seis sessões são abordados temas que se relacionam com a fisiopatologia das doenças respiratórias e patologias associadas, as causas de dificuldade respiratórias, sinais e sintomas, a utilização da terapia farmacológica, o ensino e treino do uso de dispositivos inalatórios, técnicas de reeducação funcional respiratória, de relaxamento, e ainda sobre a intervenção nas agudizações, bem como a importância da comunicação com a equipa de saúde. O exercício físico é feito de acordo com as limitações de cada doente.
Para os utentes que não têm condições para frequentar as sessões de grupo por elevada limitação funcional, é disponibilizado acompanhamento domiciliário, após um internamento por agudização ou devido à exacerbação de sintomas da doença.
Tanto nas sessões de grupo como individuais, a abordagem dos temas é realizada de uma forma personalizada, indo ao encontro das necessidades específicas do utente.

  • Como é que o doente pode integrar este projeto? Qual o critério?

São candidatos a este projeto todos os utentes com DPOC e Asma, independentemente do estadio ou gravidade doença, desde que reúnam condições para fazer exercício físico e não tenham outras patologias que comprometam a sua adesão a este tipo de intervenção (como por exemplo, demência ou patologia psiquiátrica grave). A referenciação do utente para o projeto deve ser realizada, preferencialmente, pelo médico ou enfermeiro de família, mas também pode ser encaminhada pelo pneumologista e/ou internista. Este projeto está disponível em todas as UCC que integram a ULSM.

Enfª Liliana Silva |Núcleo de Enfermeiros de Reabilitação da Comunidade (NERC) da ULSM


Cancro cutâneo

Com o bom tempo e o Verão à porta, o tema é inevitável: Sol e cancro de pele. Apesar das campanhas e dos rastreios dos últimos anos, continua a fazer sentido falar da importância da prevenção e de estar atento aos sinais de alerta. “Devemos educar a população para as alterações a valorizar nos sinais”, defende Marta Pereira, diretora do Serviço de Dermatologia do Hospital Pedro Hispano/Unidade Local de Saúde de Matosinhos, alertando também para a necessidade de sensibilizar para “uma exposição solar consciente e controlada”.

  • O cancro da pele é uma das doenças que nos últimos anos passou a fazer parte das preocupações dos portugueses. Na sua opinião essa preocupação corresponde a uma mudança de atitude relativamente aos fatores de risco?

A população está mais atenta à pele e aos “sinais”, talvez como resultado de um trabalho de sensibilização de vários agentes para o problema do aumento da incidência do cancro da pele. No geral, os portugueses reconhecem que a exposição solar desregrada é o principal fator de risco para o aparecimento de cancro cutâneo.
Contudo, ainda não se assiste a uma verdadeira mudança de comportamentos: a exposição solar continua a ser feita de forma muito precoce na vida, é comum vermos crianças na praia sem qualquer protecção física (camisola, chapéu, óculos de sol) e em horas desaconselháveis (famílias a “chegarem” à praia pelas 11h00 e aí permanecerem sem recorrer a sombras). Também nas actividades lúdicas e desportivas, a protecção solar ainda não é uma regra, sendo muito comum observar ciclistas ou corredores sem chapéu ou óculos de sol.
Outro comportamento que assume dimensões preocupantes nos adolescentes e adultos jovens é a utilização de “solários”, com a intenção de obter um “bronzeado” rápido, e que acarreta uma exposição a radiação ultravioleta não calculada e potencialmente cancerígena.

  • O diagnóstico em tempo útil é decisivo para o tratamento, mas existem meios e recursos nos serviços de saúde que permitem fazer esse diagnóstico e tratar atempadamente?

O cancro cutâneo é visível e a população deve procurar informação sobre que “sinais” ou alterações da pele, nomeadamente da pele exposta ao sol, serão de valorizar. O diagnóstico e tratamento numa fase inicial da doença podem significar a cura.
A articulação entre o médico assistente (ou médico de família) e o dermatologista são fundamentais para a referenciação precoce das situações potencialmente mais graves. Na Unidade Local de Saúde de Matosinhos utilizamos a referenciação por Telemedicina cuja eficácia na priorização dos casos oncológicos está bem estabelecida.

  • Entre as várias doenças de pele, que expressão tem o cancro da pele no dia – a -dia da prática clínica do Serviço de Dermatologia?

Presentemente, cerca de 25% da patologia seguida no Serviço Dermatologia da ULSM é oncológica.

  • Além dos fatores de risco já identificados, como a exposição solar, por exemplo, existe ou não uma predisposição genética, individual para desenvolver cancro da pele?

As doenças genéticas de predisposição ao cancro cutâneo são relativamente raras, como o Albinismo, o Xeroderma pigmentoso ou mesmo o Síndrome dos basaliomas nevóides. Determinadas condições, como os transplantados renais, têm também risco acrescido de tumores cutâneos.
O factor de risco mais importante para cancro cutâneo é a exposição solar aguda intensiva (aumento do risco de melanoma e carcinoma basocelular) e a exposição solar crónica cumulativa (risco de carcinoma espinocelular).
A susceptibilidade individual à radiação varia consoante o fototipo, isto é, o tom de pele. Indivíduos de fototipo baixo (I e II) ruivos ou loiros de pele clara e olhos claros, têm menor “resistência” ao sol. Indivíduos de pele morena, cabelo e olhos castanhos (fototipo III) têm resistência moderada, já os indivíduos de pele escura (fotótipos IV e V) são menos susceptíveis aos efeitos nefastos da radiação solar.

  • Quando se aproxima o Verão, começamos a ouvir falar mais de rastreios de cancro da pele. Continua a ser importante insistir na sua realização?

Os rastreios são importantes, na medida em que são uma oportunidade para realizar o exame completo da pele, para educar os utentes sobre as alterações a valorizar nos “sinais” e sobre os cuidados a ter com a exposição solar.

  • Qual a melhor forma de prevenir o cancro cutâneo?

Educar para uma exposição solar consciente e controlada, dado que a radiação solar continua a ser o principal fator contributivo para o desenvolvimento de cancro cutâneo, é fundamental.

Assim, é importante:

  • Respeitar os horários de exposição solar (evitar a exposição entre as 11h e as 16h).
  • Usar proteção física: roupa adequada, chapéu de abas, óculos de sol
  • Promover o uso da sombra, sobretudo nas horas de maior intensidade de radiação
  • Utilizar corretamente os cremes protetores solares, não aumentado o tempo de exposição, com a justificação de que se colocou creme com filtros solares.
  • Educar as crianças promovendo o uso do “kit Sol seguro” (chapéu, vestuário adequado, óculos de sol, creme protector solar pediátrico). Ensinar que “sombra pequena, Sol intenso”, “sombra comprida, Sol amigo”.

Começar desde bem cedo a ensinar às crianças bons hábitos de convivência com o Sol, revela-se a melhor estratégia a longo prazo, pois esses bons hábitos irão perdurar ao longo da vida.

Marta Pereira, diretora do Serviço de Dermatologia do Hospital Pedro Hispano/Unidade Local de Saúde de Matosinhos


Centro de Ensaios Clínicos - investigação clínica na ULSM

Criado em 2014 com a missão de apoiar e promover a investigação clínica na Unidade Local de Saúde de Matosinhos, o Centro de Ensaios Clínicos, a funcionar no Hospital Pedro Hispano, resultou de um protocolo de colaboração com a Blueclinical, na sequência da publicação da Lei da Investigação Clínica, que se traduziu numa oportunidade de enquadramento para a dinamização desta atividade.
A Prof. Doutora Rosa Maria Príncipe, recém-nomeada coordenadora do CES, fala-nos sobre a atividade destes últimos anos e dos objetivos futuros.

  • O Centro de Ensaios Clínicos nasceu com o objetivo de dinamizar a investigação clínica na ULSM, tornando-a mais “profissionalizada”. Que balanço da atividade até agora desenvolvida?

O balanço é, sem dúvida, bastante positivo e promissor. Desde 2014, o crescimento tem sido muito significativo tanto do ponto de vista de quantidade de ensaios como de qualidade dos mesmos, crescimento que queremos continuar. A ULSM tem recursos físicos, humanos e organizacionais que lhe permitem crescer muito mais na área dos ensaios clínicos.

  • Quais os estudos clínicos que a ULSM desenvolve e/ou participa neste momento?

Neste momento temos cerca de 30 ensaios clínicos ativos e cerca de 15 estudos observacionais em diferentes áreas terapêuticas, nomeadamente diabetes, obesidade, AVC, Alzheimer, HIV… São estudos de diferentes fases desde fase II a IV. No entanto queremos muito desenvolver ensaios noutras áreas terapêuticas para envolvermos todos os profissionais que assim o desejem.

  •  Qual a importância estratégica que a investigação clínica tem para a ULSM?

Por um lado a investigação clínica permite que os utentes da ULSM tenham acesso a terapias inovadoras que possam responder às suas necessidades, por outro, poderá ser uma fonte de financiamento importante num momento em que o SNS se debate com tantos problemas orçamentais e a ULS continua a aspirar prestar um serviço de excelência à sua comunidade.
Já para os profissionais é mais um fator de envolvimento no desenvolvimento de medicamentos e dispositivos médicos que permite aumentar o seu conhecimento e formação.

  • Que áreas de investigação considera de maior interesse para a instituição, uma vez que como Unidade Local de Saúde caracteriza-se pela integração de cuidados hospitalares e cuidados de saúde primários?

Temos interesse em desenvolver todas as áreas que vão de encontro ao perfil de cuidados de saúde prestados pela ULSM, seja no âmbito hospitalar, seja nos Cuidados de Saúde Primários. Acreditamos que essa proximidade com os cuidados de saúde primários pode ser uma mais valia na capacidade de identificar doentes permitindo que estes tenham acesso a terapêuticas inovadoras.

  • Acaba de ser nomeada para a coordenação do Centro de Ensaios Clínicos, quais são os objetivos para o CEC?

Acima de tudo queremos aumentar o número de ensaios tanto nas áreas que já são de excelência no nosso Centro, como nas áreas terapêuticas que ainda estão a começar, mantendo sempre o rigor ético e cientifico pelo qual queremos que a ULS seja sempre reconhecida. Para tal o nosso Centro está a apostar na optimização dos recursos humanos e materiais dedicados aos EC, bem como na formação de todos os intervenientes, sejam profissionais sejam membros da comunidade em geral. No que se refere aos profissionais estamos a incentivar a formação especifica nesta área, e quanto à comunidade queremos aumentar o seu conhecimento relativamente ao que é um EC, de forma a que possam reconhecer as suas vantagens e reduzir o estigma que ainda envolve a palavra Ensaio Clínico.
Com tudo isto pretendemos tornar a ULSM um centro de referência nacional e internacional no que respeita à Investigação Clínica.

Prof Doutora Rosa Maria Príncipe, Coordenadora do Centro de Ensaios Clínicos

 

 


Emergência pré-hospitalar em Matosinhos reforçada

Através de um protocolo celebrado entre a Delegação Regional do Norte do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) e o Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde passaram a estar sediadas no Hospital Pedro Hispano duas viaturas MEM – Motociclos de Emergência Médica. 


Dia Mundial da Esclerose Múltipla

Estima-se que em todo o mundo existam cerca de 2.500.000 pessoas com Esclerose Múltipla, em Portugal são mais de 5000 doentes, estimando-se uma prevalência de 50 casos por cada 100 mil habitantes. O acompanhamento destes doentes requer uma abordagem multidisciplinar, envolvendo várias especialidades médicas e tendo em conta o impacte da doença na vida da pessoa.

  • O que é a Esclerose Múltipla?

A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença crónica, inflamatória e degenerativa, que atinge o Sistema Nervoso Central. Esta patologia surge, frequentemente, entre os 20 e os 40 anos de idade, sendo mais incidente nas mulheres. Estima-se que em todo o mundo existam cerca de 2.500.000 pessoas com EM e, em Portugal, mais de 5000, com uma prevalência estimada de 50 casos por cada 100 mil habitantes.

  • Quais os sintomas ou sinais da doença?

As manifestações clínicas da EM variam de pessoa para pessoa devido à grande variabilidade de localizações neuroanatómicas e da sequência temporal das lesões inflamatórias. Por exemplo, uma alteração da acuidade visual, visão dupla, diminuição da sensibilidade ou força num membro, desequilíbrio na marcha. Geralmente não é um sintoma transitório, mas sim de duração superior a 24 horas e que pode prologar-se por várias semanas, se não se realizar um tratamento precoce.

  • Como se trata a EM?

A intervenção terapêutica na doença desenvolve-se em duas vertentes: o tratamento farmacológico (agentes modificadores da doença e medicamentos sintomáticos) e a reabilitação, motora e cognitiva. É importante salientar que o acompanhamento destes doentes requer uma abordagem multidisciplinar envolvendo as especialidades de Neurologia, Oftalmologia, Fisiatria, Urologia, Psiquiatria, Enfermeiro de referência para a EM, Médico e Enfermeiro de Família, Psicólogo e Assistente Social.

  • O Serviço de Neurologia, por sua iniciativa, já organizou sessões informativas sobre a EM dirigidas a doentes e seus familiares. Qual a importância destas iniciativas?

Sim, já realizamos uma sessão no âmbito da comemoração do Dia Nacional da Pessoa com Esclerose Múltipla dedicada aos doentes e seus familiares. Através de uma abordagem mais informal, e fora do contexto da consulta, a nossa intenção foi debater o impacte da doença na vida da pessoa, os tratamentos, o apoio de enfermagem e as alterações neuropsicológicas da EM, com o objetivo de esclarecer, desmistificar a doença e, ao mesmo tempo, estreitar a relação entre os vários intervenientes. É importante, e é nossa intenção, realizar mais ações destas.

Dr. Filipe Correia, Neurologista | Enfª Teresa Torres, Consulta de Enfermagem

Unidade de Esclerose Múltipla do Hospital Pedro Hispano/ULSM

Dr. Filipe Correia


Dia Mundial da Esclerose Múltipla

Hannah Stettler é uma jovem de 23 anos, natural da Suíça, que sofre de Esclerose Múltipla e que anda a viajar pelo mundo. De visita ao nosso país, e agora no Porto, hoje passou a tarde no Hospital Pedro Hispano para cumprir o tratamento mensal que necessita de fazer para controlo e tratamento da doença.


Preparação em meio aquático para o parto

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) começou a disponibilizar, em abril, aulas de preparação em meio aquático para o parto. Estas aulas decorrem na Piscina Municipal de Guifões e destinam-se a todas as grávidas/casais que estão a frequentar o curso de preparação para o parto e parentalidade no Serviço de Obstetrícia do Hospital Pedro Hispano e nas Unidades de Cuidados na Comunidade (UCC) do ACeS Matosinhos.

  • A preparação para o parto e parentalidade já tem uma experiência de largos anos na ULSM, com o projeto Bem-me-Quer. Com a preparação em meio aquático para o parto, podemos dizer que agora entramos num novo ciclo?

O projeto Bem-me-quer – Preparação para o Parto e Parentalidade tem como finalidade promover a vivência saudável da gravidez, parto e parentalidade, dando resposta a uma das necessidades de saúde identificadas no Plano Local de Saúde de Matosinhos. Este projeto tem como objetivos promover a aquisição de conhecimentos e de estratégias facilitadoras para que a grávida /casal assuma um papel ativo na gravidez e no trabalho de parto, contribuindo para uma experiência mais satisfatória.
Desde o desenho inicial que havia também a intenção de incluir a preparação para o parto realizada em meio aquático. É este passo que agora concretizamos, com a ULSM a continuar a inovar no acompanhamento das grávidas/casais grávidos que procuram os seus serviços para o seguimento da gravidez, mas também no momento do nascimento.

  • Esta inovação na preparação para a parentalidade vem dar uma nova dinâmica ao trabalho já desenvolvido?

Sim, uma evolução já há muito aguardada pelas enfermeiras especialistas em Saúde Materna, envolvidas neste projeto, e que vem complementar o trabalho já realizado. Pelas suas características específicas, a preparação em meio aquático para o parto permite aos futuros pais viver a experiência da gestação, trabalho de parto, e parto de forma mais consciente e gratificante.

  • Quais as vantagens da preparação em meio aquático face à abordagem mais “tradicional” (aulas no solo)?

Alguns dos efeitos físicos mais importantes da água na preparação pré natal são a flutuabilidade, a temperatura e o relaxamento, a pressão hidrostática, a consciencialização da respiração e do corpo.
O efeito relaxante da água quente promove a eliminação das sensações de tensão aumentando a produção de endorfinas, responsáveis pela diminuição da perceção de dor e promotoras da sensação de bem-estar e relaxamento. Essa sensação de bem-estar permite também uma melhor perceção dos movimentos do bebé, ao mesmo tempo que diminui a frequência cardíaca e a tensão arterial.
A pressão hidrostática em meio aquático proporciona à grávida uma sensação de conforto e proteção, bem como o aumento da coordenação de movimentos. Favorece ainda a diminuição da retenção venosa, produzindo um efeito preventivo contra as varizes e os edemas, pois o movimento na água melhora a circulação linfática contribuindo para drenar os líquidos acumulados.
Durante as aulas são praticados exercícios de flexibilidade, postura corporal, mobilidade da pelve, tonificação muscular, relaxamento, perceção do feto e consciencialização do corpo e da respiração.

  • Quais os objetivos dos exercícios realizados em meio aquático?

A imersão parcial em meio aquático recria um ambiente de microgravidade, do qual resulta uma sensação de leveza ainda mais notória na gravidez avançada. A imersão aumenta a flutuabilidade: quanto mais imerso estiver o corpo, maior será a força de impulsão da água pelo que será mais fácil praticar os exercícios. Dessa forma, a grávida poderá manter a sua autonomia e agilidade de movimentos, aliviar a carga nas articulações, tonificar os músculos e corrigir a postura, bem como diminuir as dores lombares e o risco de lesão durante o exercício. Ao mesmo tempo, os exercícios respiratórios em meio aquático permitem aumentar a capacidade respiratória (a expiração será mais intensa e a inspiração mais profunda, exercendo pressão contra a resistência da água).
Resumindo, podemos dizer que os objetivos dos exercícios praticados em meio aquático são: fornecer preparação física no período perinatal, aumentar a sensação de segurança do casal grávido, eliminar medos e angústias relacionados com a gravidez e o parto, promover a auto confiança/segurança, a consciencialização do corpo, a ligação da tríade mãe/pai/bebé e o bem-estar durante a gravidez.

  • Que condições são necessárias à realização destas aulas?

Estas aulas decorrem em grupo, constituídos no máximo por 10 grávidas/casais, numa piscina aquecida entre os 28ºC e os 32ºC, com duração aproximada de 45 minutos.
As aulas são gratuitas e vão decorrer uma vez por semana (um grupo à quarta-feira e outro à sexta-feira), na Piscina Municipal de Guifões, orientadas por enfermeiras especialistas em Saúde Materna e Obstetrícia com formação em Preparação Aquática Pré e Pós-Natal e aclimatização de bebés à água, certificada pela associação Aquanatal- Aquarius (Ostend, Bélgica). Este projeto resulta de uma parceria com a Matosinhos Sport e a Câmara Municipal de Matosinhos.

 

As Enfermeiras Especialistas em Saúde Materna e Obstetrícia: Conceição Santa-Martha, Clara Aires e Joana Varela,


Hospital Pedro Hispano

O Hospital Pedro Hispano fica localizado na Rua Dr. Eduardo Torres – Senhora da Hora em Matosinhos. Tel.: 229 391 000

Horário de funcionamento geral do Hospital Pedro Hispano: Dias úteis das 07h30 às 20h30; sábados,domingos e feriados das 10h30 às 20h00. As Consultas Externas funcionam nos dias úteis, das 08h15 às 20h00.

 

Horário de visitas:

Das 11h00 às 19h30

Exceções:

  • Obstetrícia
    • Cônjuge ou quem a mãe designar – 24 horas
    • Restantes visitas – das 14h00 às 19h30
  • Neonatologia:  Pais – das 09h00 às 22h00
  • Pediatria:
    • Pais ou substitutos – das 09h00 às 22h00 (um dos progenitores pode permanecer durante a noite)
    • A visita de um familiar/amigo será permitida entre as 09h00 e as 20h00, na condição de substituir um dos pais
  • Unidade de Cuidados Intermédios – das 12h00 às 14h00 e das 16h00 às 19h30 (só é permitida uma visita por doente)
  • Serviço de Medicina Intensiva – das 11h00 às 19h30 (apenas pode permanecer junto do doente uma pessoa de cada vez)
  • Urgência Geral: OBS e Sala de Tratamentos 2 – das 12h30 às 13h30 e das 18h30 às 20h00


António Arnaut | 1936 – 2018

Ministro da Saúde lamenta a perda do pai do SNS.

O Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, manifesta o seu pesar pelo falecimento de António Duarte Arnaut, considerado o «pai do


Atividades preventivas em Saúde

De que se fala exatamente quando se usa a palavra prevenção em Saúde? O que são atividades preventivas? O que é a prevenção primária? E o que significa a prevenção quartenária de que nos últimos tempos passou a fazer parte do discurso dos profissionais de Saúde? O Núcleo de Atividades em Prevenção Quaternária do Aces Matosinhos elegeu este tema para fazer informação em Saúde e contribuir para uma atitude mais critica e refletida, tanto por parte dos profissionais de saúde, como dos utentes.

  • O que são atividades preventivas em Saúde?

Desde há longos tempos que vamos ouvindo nas conversas do quotidiano que “prevenir é o melhor remédio”. Este ditado aplica-se a diversas esferas das nossas vidas, mas o conceito do “remédio” integrado na expressão liga-a especialmente ao contexto de Saúde. Efetivamente, toda a prática clínica (quer de Medicina, Enfermagem, Psicologia, Nutrição, Fisioterapia e outras áreas ligadas à Saúde) tem uma importante componente preventiva no seu processo de planeamento e acção. Através de uma consulta de Medicina Geral e Familiar podemos explicar os diversos conceitos preventivos.
Assim, as atividades preventivas podem ser classicamente divididas em quatro grandes grupos: prevenção primária, secundária, terciária e quaternária.

  • Ou seja, existem diferentes atividades preventivas — prevenção primária, secundária, terciária e quaternária. Como se distinguem?

Começando pela prevenção primária, podemos afirmar que o objetivo é evitar o aparecimento da doença. Uma atividade clínica orientada para a prevenção primária refere-se ao aconselhamento para bons hábitos ou estilos de vida, como uma alimentação equilibrada e com baixo teor em sal, e a prática de exercício físico para que se evite ou atrase o aparecimento da hipertensão ou diabetes. A vacinação é também, por si só, um acto primariamente preventivo: a imunização (genericamente traduzida para “protecção”) dada pela vacina reduz probabilidade de doença.

  • Sobre a prevenção secundária, podemos dizer que o médico está já a intervir perante um diagnóstico?

Sim, a prevenção secundária tem como objectivo diminuir as sequelas ou consequências da doença já diagnosticada, quer ao nível dos sintomas/ qualidade de vida, quer ao nível da mortalidade. Um exemplo ilustrativo da prevenção secundária é a prescrição de fármacos antihipertensores ou antidiabéticos de forma a adquirir-se controlo das doenças instaladas (hipertensão e diabetes). Neste contexto, as medidas de prevenção secundária constroem-se sobre as medidas de prevenção primária, que se mantêm como os alicerces de qualquer atividade preventiva.

  • E que diferenças existem relativamente à prevenção terciária?

Podemos afirmar que a prevenção terciária consiste nos procedimentos clínicos que reduzem o impacto e as consequência da doença na vida das pessoas. Um exemplo das atividades de prevenção terciária são as medidas orientadas para a reabilitação de uma pessoa que tenha sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC) devido a uma hipertensão descontrolada. Outro exemplo será o aconselhamento sobre os cuidados necessários (higiene, hidratação, calçado especial, tratamento diferenciado podológico…) numa situação em que já existem lesões na enervação ou na circulação sanguínea dos pés causadas por uma diabetes não-regulada.

  • Finalmente, sobre a prevenção quaternária. Como se define? O que significa esta expressão cada vez mais recorrente?

A prevenção quaternária é a não realização de procedimentos no âmbito de cuidados de saúde que possam, por si só, ser excessivos ou lesivos para o paciente. A prevenção quaternária é, portanto, muito abrangente porque envolve um trabalho intenso de informação e esclarecimento:
• ao paciente: mitos em saúde que condicionam parte da população a iniciar estratégias para o seu bem-estar e saúde
• ao profissional de saúde: actualização científica e discussão interpares das práticas clínicas que possam ser entendidas como benéficas, mas que na verdade não têm bases científicas para serem entendidas como tal.
• na relação profissional de saúde-doente: melhoria da comunicação entre médico e doente, de forma a que as decisões sejam tomadas em acordo, e com ambos intervenientes mutuamente informados.

  • Quer dar um exemplo de prevenção quaternária?

Um exemplo típico de prevenção quaternária é o rastreio do cancro da próstata através do valor sanguíneo do PSA. Poderá ser surpreendente, mas este rastreio não tem uma sólida base científica que o sustente, apesar de vários profissionais de saúde, instituições de saúde e uma grande parte da população o ter como uma atividade preventiva com um saldo positivo benefício/risco. Na verdade, os estudos revelam que, apesar de haver um considerável número de casos de cancro detectados a partir de uma alteração inicial neste rastreio, há também um determinado número de homens que sofrem as consequências dos tratamentos, mas que não tiveram qualquer efeito positivo na sua qualidade de vida ou longevidade.
Assim, a decisão de avançar para o rastreio do cancro da próstata envolve uma decisão partilhada entre paciente e médico, em que o paciente pondera a sua decisão após receber informação sobre os riscos/benefícios trazida pelas inquietações clínicas honestas do seu médico.

  • Finalmente, como surgiu o do Núcleo de Actividades em Prevenção Quaternária do ACES de Matosinhos, e quais os seus objetivos?

O núcleo surgiu da necessidade do Conselho Clínico e de Saúde organizar grupos de atividades nas diversas áreas de governação clínica. A Prevenção Quaternária é um conceito recente, mas já havia um projeto estruturado neste âmbito na ULSM que não tinha sido possível implementar, o que foi visto como uma oportunidade para abordar esta temática. Foi convidado para o grupo o Dr. José Agostinho (um dos autores do projeto) e o Dr. Luís Filipe Silva para iniciar o trabalho e aperfeiçoar o mesmo à luz das necessidades atuais. Os principais objetivos deste núcleo são:
• atualização científico-médica em questões centrais da Prevenção Quaternária com revisão de orientações de prática clínica;
• facilitar uma comunicação efectiva, humana e bidireccional das questões e dúvidas em torno de determinados temas de interesse para a consulta;
• aumentar o grau de literacia em Saúde com divulgação de informação ao paciente que favoreça uma capacitação na gestão da sua saúde e auto-cuidado enquanto agente da negociação clínica.

Núcleo de Atividades em Prevenção Quaternária do Aces Matosinhos:
Dra. Carla Ponte, especialista de Medicina Geral e Familiar | Dr Luís Filipe Silva, especialista de Medicina Geral e Familiar   | Dr. José Agostinho Santos, especialista de Medicina Geral e Familiar

Na foto, a Dra. Carla Ponte, especialista de Medicina Geral e Familiar, e o Dr. Agostinho Santos, especialista de Medicina Geral e Familiar, sendo que do grupo ainda faz parte o Dr. Luís Filipe Silva, especialista de Medicina Geral e Familiar.


Dia Internacional do Enfermeiro

Hoje é Dia Internacional do Enfermeiro! Parabéns a todos os nossos profissionais enfermeiros! Ficam aqui algumas caras vossas conhecidas…não conseguimos fotografar todos, mas sintam-se


ULSM distinguida pelos bons resultados no Desafio Gulbenkian – “STOP Infeção Hospitalar!”

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos foi uma das instituições de saúde distinguida pelos resultados obtidos no projeto “STOP Infeção Hospitalar”.

A conferência de apresentação


Combate ao desperdício alimentar ultrapassa já uma tonelada de alimentos doados pelo Hospital Pedro Hispano

A Unidade Local de Saúde de Matosinhos, onde se integra o Hospital Pedro Hispano, é uma das instituições que desde a primeira hora apoia a Câmara de Matosinhos no protocolo que assinou com a Associação Dariacordar – Associação para a Recuperação do Desperdício, no combate ao desperdício alimentar.
Logo após a assinatura do protocolo de colaboração para a concretização do Projeto Zero Desperdício no concelho, que aconteceu a 30 de janeiro, a ULSM foi um dos parceiros a aderir, disponibilizando, diariamente, cerca de 20 quilos de refeições que não são servidas na cantina hospitalar.
Assim, desde fevereiro a ULSM já contribuiu com cerca de uma tonelada de refeições (cerca de 2000 refeições individuais) para a alimentação de várias famílias do concelho de Matosinhos, previamente sinalizadas como beneficiárias neste projeto, sendo que a distribuição é da responsabilidade da delegação local da Cruz Vermelha Portuguesa.
Convém salientar que não se trata de sobras de comida, mas sim de refeições que nem chegaram a sair da cantina hospitalar, que não foram servidas, e que de outra forma seriam desaproveitadas. Nesse sentido, a dinamização deste projeto conta também com o empenho e colaboração dos Serviços Hoteleiros da ULSM e da empresa SUCH, que tem a concessão de alimentação hospitalar.
Segundo dados da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) todos os anos, os portugueses deitam para o lixo um milhão de toneladas de alimentos, ou seja, cada um desperdiça em média 132 quilos de comida por ano. Só as famílias desperdiçam 324 mil toneladas. E 17% da comida é deitada fora ainda antes de chegar aos consumidores. Um desperdício que no conjunto da União Europeia chega às 89 milhões de toneladas.

  

  

  


A Amamentação
  • Porquê amamentar?

O leite materno é o melhor alimento para o bebé.
O leite materno adapta-se exatamente às necessidades nutricionais do bebé nas diferentes etapas de crescimento, modificando a sua composição à medida que o bebé cresce. Previne doenças como as infeções, obesidade, diabetes, entre outras, sendo esta uma vantagem exclusiva do leite materno. O leite materno está sempre pronto e à temperatura ideal, sendo o alimento mais completo e económico.
A Organização Mundial de Saúde recomenda a amamentação exclusiva pelo menos até aos 6 meses e a sua manutenção até aos 2 anos ou mais, complementando com outros alimentos.
Amamentar também é benéfico para a mãe. A mãe que amamenta recupera rapidamente o seu peso habitual, tem também menos risco de cancro da mama, do ovário e de osteoporose.
Amamentar é um ato de amor e carinho, reforça a relação íntima entre mãe e bebé, sendo uma experiência enriquecedora para ambos.

  • Como ter sucesso na amamentação?

A amamentação é um processo evolutivo de aprendizagem e adaptação tanto para o bebé como para a mãe.

  • Dar de mamar sempre que o bebé apresentar sinais de fome e em horário livre (caso o bebé deseje poderá mesmo mamar a cada hora).
  • Assegurar uma pega correta.
  • Manter as mamadas da noite, de modo a assegurar uma boa produção de leite.
  • Evitar a utilização de mamilos artificiais, chupetas e biberões (confundem o bebé em relação ao mamilo).
  • Procurar ajuda especializada sempre que necessitar.

Para o efeito, o Hospital Pedro Hispano, acreditado como Hospital Amigo dos Bebés, dispõe de profissionais com competências em aconselhamento em aleitamento materno, um “Cantinho de Amamentação” e uma linha telefónica que funciona 24 horas por dia. Também em todos os centros de saúde da Unidade Local de Saúde de Matosinhos existem “Cantinhos de Amamentação” onde as mães podem recorrer e esclarecer as dúvidas.

  • O que é um “Hospital Amigo dos Bebés”?

O Hospital Pedro Hispano é desde Setembro de 2011 considerado “Hospital Amigo dos Bebés”. Um título que renovou em maio de 2015 e que garante que continua a implementar as medidas definidas pela OMS e pela UNICEF de promoção e incentivo ao aleitamento materno. O próximo passo é conseguir o título para o ACES Matosinhos, a caminho de “Unidade Local de Saúde Amiga dos Bebés”.

  • O que defende essa estratégia de incentivo ao aleitamento materno?

As recomendações da OMS e da Unicef, responsáveis pela iniciativa “Hospital Amigo dos Bebés”, contemplam dez medidas consideradas fundamentais para o sucesso do aleitamento materno e que devem ser implementadas nos serviços de saúde vocacionados para a assistência a grávidas e recém-nascidos. Entre essas medidas destaca-se, por exemplo, a ajuda à mãe a iniciar o aleitamento na primeira meia hora após o nascimento, a não dar tetinas ou chupetas aos bebés, e a informar todas as grávidas sobre as vantagens do aleitamento no crescimento e saúde do seu filho.

O primeiro objetivo é, sem dúvida, aumentar as taxas de amamentação, estabelecendo como meta que um maior número de bebés até aos seis meses usufrua das vantagens do aleitamento materno exclusivo. Este foi um dos pontos de partida deste projeto de candidatura a “Hospital Amigo dos Bebés” que se iniciou em 2007 e que exigiu uma mudança de atitude dos profissionais de saúde – médicos, enfermeiros e assistentes –, bem como o envolvimento dos diferentes serviços do Hospital Pedro Hispano e da ULSM, onde se insere.

  • E depois da alta hospitalar, que apoio é prestado às mães na amamentação?

As dúvidas surgem com maior incidência na primeira semana de vida do bebé, após o momento da alta hospitalar, prolongando-se, geralmente, até ao 10º dia. Nesse sentido, foram criados os “Cantinhos de Amamentação” que funcionam como espaços de apoio às mães e funcionárias lactantes. Nos “cantinhos” as mães podem receber ajuda, esclarecer dúvidas e partilhar receios, ou simplesmente amamentar em privacidade, e sempre com o apoio de um profissional com competências em aconselhamento em aleitamento materno.´

Depois dos “cantinhos” foi criada também a Linha Verde de Amamentação, uma linha direta de apoio à amamentação (22 939 13 40) que garante às mães a disponibilidade de uma enfermeira com competências em aconselhamento em aleitamento materno  24 horas por dia. Além do atendimento no momento, a partir da situação que a mãe descreve, a enfermeira faz a orientação para os serviços que considerar necessários, seja o “Cantinho de Amamentação”, o Serviço de Urgência ou Unidade de Saúde.

A Linha de Amamentação está acessível a todas as mães da área de influência da ULSM, e também àquelas que escolherem o HPH para o parto. E não só, pois os telefonemas chegam de cidades tão distintas como Coimbra ou Cascais, também dos Açores e Madeira e até de fora do país.

Links de vídeos úteis:

COMO PRODUZIR LEITE (Fisiologia da lactação)

https://www.stlouischildrens.org/health-resources/pulse/medical-animation-breastfeeding

https://www.youtube.com/watch?v=DQj-Mn0c370

PEGA E POSICIONAMENTO

http://globalhealthmedia.org/portfolio-items/attaching-your-baby-at-the-breast/?portfolioID=5623

https://med.stanford.edu/newborns/professional-education/breastfeeding/preparing-for-successful-breastfeeding.html

EXTRAÇÃO DE LEITE MATERNO

https://www.unicef.org.uk/babyfriendly/baby-friendly-resources/breastfeeding-resources/hand-expression-video/

CONTACTO PELE A PELE

https://www.unicef.org.uk/babyfriendly/baby-friendly-resources/implementing-standards-resources/skin-to-skin-contact/

 

Comité do Aleitamento Materno da ULSM | Consultora Internacional de Lactação

Enfermeira Ana Ribeiro, Especialista em Saúde Infantil

Comité do Aleitamento Materno da ULSM |Consultora Internacional de Lactação

 

 


Conselho Fiscal

Por despacho conjunto dos secretários de Estado da Saúde e do Tesouro, e nos termos do disposto no art. 15º dos estatutos das Unidades Locais de Saúde, EPE, foram nomeados para integrar o Conselho Fiscal, no triénio 2018-2020, com efeitos a 1 de janeiro de 2018, as seguintes personalidades:

  • Presidente do Conselho Fiscal: Dr. Jorge Manuel Pereira Nina
  • Vogal Efetivo: Dra. Maria Gorete Gonçalves Fernandes Rato
  • Vogal Efetivo: Dra. Fernanda Sousa Lopes
  • Vogal Suplente: Dr. Serafim dos Anjos Aguiar Fernandes

Acidente Vascular Cerebral (AVC)
  • O que é o Acidente Vascular Cerebral (AVC)?

O Acidente Vascular Cerebral isquémico é uma lesão do cérebro que ocorre devido a uma interrupção do fornecimento de sangue a uma parte deste órgão. Sem o fornecimento de sangue, as células cerebrais podem ficar danificadas e impossibilitadas de cumprir a sua função. Existe ainda o AVC hemorrágico, menos frequente que o subtipo anterior e que resulta da ruptura de um vaso sanguíneo com extravasamento de sangue e dano do tecido cerebral.

  • Qual a importância do AVC?

O AVC é uma das principais doenças neurológicas que podem danificar o cérebro, provocando incapacidade a longo prazo. Em Portugal constitui a principal causa de morte. Podemos mesmo falar numa epidemia que no nosso país atinge cerca de três pessoas por hora, resultando num total aproximado de 25 000 portugueses por ano. Só no Serviço de Urgência do Hospital Pedro Hispano/ULSM são atendidos, todos os anos, cerca de 800 novos doentes com AVC, provenientes dos concelhos de Matosinhos, Vila do Conde e Póvoa de Varzim.
É sobre estes números que importa reflectir, por duas razões fundamentais: primeiro porque o AVC se pode prevenir, e segundo porque o AVC se pode tratar. Isto significa que o AVC não é uma fatalidade. É possível reduzir o seu número e aumentar a proporção de doentes que recupera completamente depois de um AVC, voltando a assumir as suas funções na sociedade e na família.

  • Como se pode prevenir um AVC?

Como cidadãos somos responsáveis por reduzir, desde cedo, o nosso risco individual de sofrer um AVC, sendo essencial para isso vigiar e combater activamente os principais factores de risco modificáveis: tabagismo, consumo excessivo de álcool, hipertensão arterial, diabetes, obesidade, sedentarismo, colesterol elevado, doença cardíaca como a fibrilação auricular. É muito importante que, todos os anos, com a ajuda do nosso médico de família, façamos um balanço individual destes factores e iniciemos estratégias para os corrigir.

  • Como se trata?

Ao longo da vida, uma em cada seis pessoas serão atingidas por um AVC.
Para melhorarmos o nosso sucesso na resposta ao AVC temos de nos preparar para ele, pois muito tem mudado nos últimos 20 anos no tratamento agudo do AVC. Hoje é possível desobstruir, atempadamente, os vasos sanguíneos e tratar os doentes em unidades de AVC, aumentando assim a probabilidade de uma boa recuperação. Tanto a população como as instituições de saúde devem estar preparadas, pois “tempo é cérebro”.
Por cada 15 minutos de atraso aumenta a mortalidade em 4% e reduz-se a probabilidade de independência à alta em 4%.

  • Quais os sinais de alerta? Como se identifica um AVC?

A população precisa de conhecer os sinais de alerta e saber como activar, rapidamente, a Via Verde para o AVC. Assim, sempre que identifique a instalação abrupta de um dos sinais de alerta para AVC ou 3F, como será mais fácil de fixar — alteração na Fala com dificuldade em se expressar ou perceber o que lhe dizem, Face descaída de um dos lados (boca ao lado), ou perda de Força num dos lados do corpo –, deve contactar o número nacional de emergência médica 112, e activar a Via Verde para o AVC. Ao fazê-lo, está a garantir que o doente chega rapidamente ao hospital e que vai ter acesso ao tratamento indicado o mais precocemente possível, aumentando assim as probabilidades de uma recuperação completa.
Estamos certos de que a sensibilização da população para o AVC é fundamental aos nossos objectivos: reduzir o número de novos AVC por ano e aumentar o número de doentes devolvidos à sociedade sem sequelas depois de um AVC.

 

Dr. Vítor Tedim Cruz, Neurologista | Diretor do Serviço de Neurologia da Unidade Local de Saúde de Matosinhos | Investigador Doutorado do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto |Membro da Direcção da Sociedade Portuguesa do AVC

 


"Doença ainda domina em Matosinhos"

Dia Mundial da Tuberculose

 


A Tuberculose

 

  • O que é a tuberculose?

A tuberculose é uma doença causada pelo Mycobacterium Tuberculosis, uma bactéria que se adquire por via inalatória. Geralmente a doença atinge os pulmões (tuberculose pulmonar), mas poderá atingir qualquer outro órgão (tuberculose extra-pulmonar).

É uma doença curável, que tem tratamento.

  • Como se transmite?

A transmissão faz-se por via aérea. Um doente com tuberculose das vias respiratórias emite bacilos para o ar quando tosse, espirra, fala ou canta.

Quando exposto em ambiente fechado a um doente com TB das vias respiratórias, os seus contactos vão inalar os bacilos que se encontram no ar e podem ficar infetados (infecção latente). Mas nem toda a gente exposta fica infectada, e nem toda a gente infectada fica doente.

Cerca de 10% das pessoas com tuberculose latente irão desenvolver tuberculose doença no decorrer das suas vidas, sendo esse risco maior nos dois primeiros anos após o contacto que originou a infecção.

A bactéria responsável pela tuberculose não se transmite através de contacto com artigos domésticos, como louça, talheres ou roupas.

  • Quais são os sintomas da tuberculose pulmonar?

Os doentes iniciam os sintomas de uma forma insidiosa, que frequentemente não valorizam. Tosse, inicialmente seca e depois com expetoração (por vezes com sangue), cansaço, falta de apetite, emagrecimento, suores noturnos e febre baixa de predomínio noturno são os sintomas mais comuns.

  • Como é feito o diagnóstico de tuberculose?

O diagnóstico de tuberculose doença é efetuado através da pesquisa de Mycobacterium Tuberculosis nos produtos orgânicos (expectoração, sangue e urina).

  • Como é feito o Rastreio de tuberculose pulmonar?

Para despistar doença é efetuada uma radiografia ao tórax e, possivelmente, é também realizada colheita de expectoração para pesquisa do Mycobacterium Tuberculosis. A prova tuberculínica (ou prova de Mantoux) e o teste IGRA (interferon-gama) poderão ser úteis para diagnosticar, após exclusão de doença ativa, os casos de tuberculose infecção latente.

  • Em que consiste o tratamento?

O tratamento farmacológico da tuberculose associa em regra quatro a cinco fármacos, consoante se trata de um primeiro tratamento ou de um retratamento, tomados diariamente, em regime de TOD (Toma Observada Directamente).

  • Como posso evitar o contágio da doença?

O uso de máscara pelo doente com tuberculose em fase bacilífera (contagiosa) é fundamental, assim como a adoção de estratégias permanentes de higienização e renovação do ar em espaços fechados, com arejamento e exposição aos raios UV dos compartimentos da habitação.

  • É possível prevenir a doença?

Sim. A vacinação com BCG, nos moldes definidos pela Direção Geral da Saúde (DGS), é aconselhada.
Perante a exposição a um doente com tuberculose, e enquadrando-se nos critérios definidos pela DGS, são seleccionados os contactos a rastrear. Nestes serão adotados os procedimentos para excluir doença e posteriormente a infecção latente.  Se detetados casos de tuberculose-doença, iniciam de imediato o seu tratamento.  Se detetados casos de tuberculose- infecção latente, serão eventualmente elegíveis para tratamento preventivo, de acordo com avaliação clínica individual.

 

Consulte mais informação aqui.

 

A equipa do Centro de Diagnóstico Pneumológico da ULSM, liderada pelo médico Neto Rodrigues (segundo da direita para a esquerda)

O Centro de Diagnóstico Pneumológico (CDP), integrado na ULSM, é o serviço responsável pela prevenção e tratamento da tuberculose, nas suas múltiplas formas. O seu âmbito de atuação estende-se a toda a população residente no concelho de Matosinhos.

A propósito deste dia e deste tema estivemos no Programa Consultório do Porto Canal.

Veja aqui


Novo espaço para a Liga

A Liga dos Amigos do Hospital de Matosinhos – Hospital Pedro Hispano já tem um espaço próprio, mais visível e central , onde se dá a conhecer, no átrio do Hospital Pedro Hispano.
Nas épocas festivas (Páscoa e Natal) o espaço transformar-se-á em loja solidária com artigos para venda, de modo a serem angariados fundos que reverterão depois para satisfazer algumas das necessidades dos nossos utentes.

Pode ver aqui algumas fotos.